24 fevereiro, 2012

Ser pobre é perder cada vez mais direitos. CGD persegue os pobres?

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A sociedade está a ser redesenhada de tal forma que as dificuldades aumentam todos os dias, para os pobres e idosos, e os benefícios, para os ricos e poderosos.
Entretanto o fosso afunda-se, a elite ascende... as fronteiras definem-se com mais nitidez.
A selecção natural que determinava o futuro individual e a conquista de direitos e regalias, está a ser substituída pela selecção partidária e económica. Cada vez menos depende de nós ter ou não uma vida de sucesso, um futuro justo e promissor. Um trabalho, uma casa, uma vida digna...
A elite ps/psd/cds e amigos que se apossou de Portugal e conquistou o poder de decidir quem deve ter e quem deve carecer. E jamais abdicará desse poder de livre vontade...

O povo perdeu o poder de decidir ou intervir... vazio de força, de dinheiro, de poder, despojado de direitos e sem justiça que nos valha, resta-nos assistir impotentes? Portugal foi conquistado. Foi-nos roubado por um gang de políticos e seus amigos. 
D. Afonso Henriques deve estar a dar voltas na tumba. Um povo submisso que nada faz para contrariar a ditadura que se apossa de Portugal e o molda há 40 anos, à sua medida. Um povo incapaz de se opor aos partidos que dominam o país, ou parar de votar neles. Um povo silencioso, que se revolta em lutas inócuas e sem consequência.
Quando é que o povo se ergue contra eles e os escorraça do poder? Quando é que nos unimos e votamos contra eles? 
"Batendo as asas pela noite calada... vêm em bandos, com pés de veludo...» Os Vampiros do Século XXI:
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a enviar aos seus clientes mais modestos uma circular que deveria fazer corar de vergonha os administradores - principescamente pagos - daquela instituição bancária. 
A carta da CGD começa, como mandam as boas regras de marketing, por reafirmar o empenho do Banco em oferecer aos seus clientes as melhores condições de preço qualidade em toda a gama de prestação de serviços, incluindo no que respeita a despesas de manutenção nas contas à ordem. 
O cliente é confrontado com a informação de que, para continuar a usufruir da isenção da comissão de despesas de manutenção, terá de ter em cada trimestre um saldo médio superior a EUR1000, ter crédito de vencimento ou ter aplicações financeiras associadas à respectiva conta. 
Ora sucede que muitas contas da CGD,designadamente de pensionistas e reformados, são abertas por imposição legal. 
É o caso de um reformado por invalidez e quase septuagenário, que sobrevive com uma pensão de EUR 243,45 - que para ter direito ao piedoso subsídio diário de EUR 7,57 foi forçado a abrir conta na CGD por determinação expressa da Segurança Social para receber a reforma. 
Como se compreende, casos como este - e muitos são os portugueses que vivem abaixo ou no limiar da pobreza - não podem, de todo, preencher os requisitos impostos pela CGD e tão pouco dar-se ao luxo de pagar despesas de manutenção de uma conta que foram constrangidos a abrir para acolher a sua miséria. 
O mais escandaloso é que seja justamente uma instituição bancária que ano após ano apresenta lucros fabulosos e que aposenta os seus administradores, mesmo quando efémeros, com «obscenas» pensões (para citar Bagão Félix), a vir exigir a quem mal consegue sobreviver que contribua para engordar os seus lautos proventos. 

Esta é a face brutal do capitalismo selvagem que nos servem sob a capa da democracia, em que até a esmola paga taxa. 
Sem respeito pela dignidade humana e sem qualquer resquício de decência, com o único objectivo de acumular mais e mais lucros, eis os administradores de sucesso.

Medita e divulga... Mas divulga mesmo por favor... 
Cidadania é fazê-lo, é demonstrar esta pouca vergonha que nos atira para a miserabilidade social. 
Este tipo de comentário não aparece nos jornais, tv's e rádios... Porque será??? "
(Email que me foi enviado para o blog, com pedido para divulgar.)


1 comentário :

  1. grande corja de ladroes este pais esta a podre

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