Graças a uma justiça que comete ilegalidades deliberadamente, destruindo provas vitais de um processo.
Graças a advogados hábeis que conhecem bem os buracos da lei, por onde podem sorrateiramente passar impunes.
O processo face oculta ficará na história da justiça, apenas como o caso de mais um punhado de crimes e criminosos impunes, e mais um escândalo para nos distrair do caso BPN... Jamais como um exemplo de justiça, essa frágil e arredia componente da democracia, há muito, anti-democrática.
Não fossem os arguidos, de ambos os escândalos, figuras das elites politicas e económicas de Portugal.... o antro imoral de ilegalidades.
Escandalize-se do quão fácil será apagar da lista os crimes e o cadastro dos seus autores e permitir que prossigam impunes as suas "carreiras de sucesso" à custa de muito prejuízo do erário público.
Bastou um juiz mandar destruir as escutas, e esta acção terá o "poder mágico" de invalidar todo o processo... Tão fácil. E nenhum dos prevaricadores sairá lesado, apenas o réu, ou seja o Zé Povinho.
Calcule-se em quantos euros foi preciso lesar as empresas do estado, ou seja os nossos impostos, para distribuir dinheiro suficiente a todos estes senhores, abaixo listados, ao ponto de os fazer arriscar a entrar em negócios sujos e corruptos...Quanto terá calhado a cada um deles, do saque? São factos que jamais serão revelados. Mais um saque descarado e impune.
"Os 36 arguidos do mega-processo Face Oculta, responderam por centenas de crimes de burla, branqueamento de capitais, corrupção e tráfico de influências.
O empresário das sucatas de Ovar Manuel Godinho é o principal arguido do caso, estando acusado de 60 crimes.
Lista dos 36 arguidos e respetivos crimes de que estão acusados:
- MANUEL JOSÉ GODINHO, empresário de sucatas. Está acusado de 60 crimes: um de associação criminosa, 20 de corrupção, oito de tráfico de influência, três de furto qualificado, 15 de burla (um dos quais na forma tentada), doze de falsificação e um de perturbação de arrematação pública.
- MARIBEL RODRIGUES, funcionária de Manuel Godinho. Está acusada de três crimes: um de associação criminosa, um de burla na forma tentada e um crime de falsificação.
- NAMÉRCIO CUNHA, homem de alegada confiança de Manuel Godinho. Está acusado de dois crimes: um de associação criminosa e um de corrupção.
- JOÃO GODINHO, filho do principal arguido, Manuel Godinho. Está acusado de dois crimes: um de associação criminosa e um de corrupção.
- HUGO GODINHO, sobrinho do principal arguido. Está acusado de sete crimes: um de associação criminosa, um de corrupção, dois de furto, dois de burla e um de perturbação de arrematações.
- MANUEL NOGUEIRA DA COSTA, empresário de sucatas. Está acusado de nove crimes: um de associação criminosa e oito de recetação.
- PAULO PEREIRA DA COSTA, empresário de sucatas. Está acusado de dois crimes: um de associação criminosa e um de recetação.
- MÁRIO PINHO, chefe da Repartição de Finanças de São João da Madeira. Está acusado de dois crimes: um de associação criminosa e um de corrupção.
- JOSÉ VALENTIM, quadro da REFER-Rede Ferroviária Nacional. Está acusado de dois crimes: um de associação criminosa e um de corrupção.
- SILVA CORREIA, funcionário da REFER. Está acusado de cinco crimes: um de corrupção, dois de participação económica em negócio e dois de burla.
- JOSÉ MAGANO RODRIGUES, funcionário da REFER. Está acusado de dois crimes de participação económica em negócio.
- ABÍLIO PINTO GUEDES, funcionário da REFER. Está acusado de três crimes: um de corrupção e dois de burla.
- JOÃO VALENTE, funcionário da REFER. Está acusado de três crimes: um de corrupção, um de burla e um de falsificação.
- CARLOS VASCONCELLOS, quadro da REFER. Está acusado de um crime de corrupção.
- MANUEL GUIOMAR, quadro da REFER. Está acusado de dez crimes: três de corrupção, quatro de burla e três de falsificação.
- ARMANDO VARA, ex-ministro socialista e antigo administrador do Millenium/BCP. Está acusado de três crimes de tráfico de influência.
- LOPES BARREIRA, cofundador, com Armando Vara, da extinta Fundação para a Prevenção e Segurança Rodoviária. Está acusado de três crimes de tráfico de influência.
- JOSÉ PENEDOS, ex-presidente da empresa REN-Redes Elétricas Nacionais. Está acusado de quatro crimes: dois de corrupção e dois de participação económica em negócio.
- PAULO PENEDOS, advogado e filho de José Penedos. Está acusado de um crime de tráfico de influência.
- VICTOR BAPTISTA, ex-administrador da REN. Está acusado de cinco crimes: três de corrupção e dois de participação económica em negócio.
- FERNANDO SANTOS, funcionário da REN. Está acusado de quatro crimes: um de corrupção, dois de participação económica em negócio e um de abuso de poder.
- JUAN OLIVEIRA, funcionário da REN. Está acusado de três crimes: um de corrupção e dois de participação económica em negócio.
- PEDRO LARANJEIRA, funcionário da empresa O2, de Manuel Godinho. Está acusado de dois crimes: um de burla qualificada e um de falsificação.
- JORGE SARAMAGO, administrativo. Está acusado de dois crimes: um de burla qualificada e um de falsificação.
- PAIVA NUNES, administrador da EDP Imobiliária. Está acusado de três crimes: dois de corrupção e um de participação económica em negócio.
- ANTÓNIO PAULO COSTA, quadro da Petróleos de Portugal (Galp). Está acusado de dois crimes: um de corrupção e um de tráfico de influência.
- JOSÉ ANTÓNIO CONTRADAN·AS, vogal da administração da empresa IDD (Indústria de Desmilitarização e Defesa), que integra o universo EMPORDEF, holding das indústrias de defesa portuguesas. Está acusado de um crime de corrupção.
- JOSÉ SANTOS CUNHA, funcionário da EMEF - Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário. Está acusado de um crime de corrupção.
- ROGÉRIO NOGUEIRA, ex-funcionário da EMEF. Está acusado de dois crimes: um de corrupção e um de furto.
- JOÃO TAVARES, funcionário da Petrogal. Está acusado de dois crimes: um de corrupção e um de furto.
- RICARDO ANJOS, funcionário da CP. Está acusado de um crime de corrupção.
- MANUEL GOMES, funcionário da LISNAVE. Está acusado de três crimes: um de corrupção e dois de burla.
- FIGUEIREDO COSTA, funcionário da LISNAVE. Está acusado de três crimes: um de corrupção e dois de burla.
- ANDRÉ OLIVEIRA, militar da GNR. Está acusado de um crime de corrupção.
- EMPRESA O2. Está acusada de 23 crimes: dez de corrupção, cinco de tráfico de influência, cinco de burla (um dos quais na forma tentada) e três de falsificação.
- EMPRESA SCI. Está acusada de sete crimes: quatro de burla e três de falsificação. DN
Video da RTP, sobre o assunto
O empresário das sucatas de Ovar Manuel Godinho é o principal arguido do caso, estando acusado de 60 crimes.
Lista dos 36 arguidos e respetivos crimes de que estão acusados:
- MANUEL JOSÉ GODINHO, empresário de sucatas. Está acusado de 60 crimes: um de associação criminosa, 20 de corrupção, oito de tráfico de influência, três de furto qualificado, 15 de burla (um dos quais na forma tentada), doze de falsificação e um de perturbação de arrematação pública.
- MARIBEL RODRIGUES, funcionária de Manuel Godinho. Está acusada de três crimes: um de associação criminosa, um de burla na forma tentada e um crime de falsificação.
- NAMÉRCIO CUNHA, homem de alegada confiança de Manuel Godinho. Está acusado de dois crimes: um de associação criminosa e um de corrupção.
- JOÃO GODINHO, filho do principal arguido, Manuel Godinho. Está acusado de dois crimes: um de associação criminosa e um de corrupção.
- HUGO GODINHO, sobrinho do principal arguido. Está acusado de sete crimes: um de associação criminosa, um de corrupção, dois de furto, dois de burla e um de perturbação de arrematações.
- MANUEL NOGUEIRA DA COSTA, empresário de sucatas. Está acusado de nove crimes: um de associação criminosa e oito de recetação.
- PAULO PEREIRA DA COSTA, empresário de sucatas. Está acusado de dois crimes: um de associação criminosa e um de recetação.
- MÁRIO PINHO, chefe da Repartição de Finanças de São João da Madeira. Está acusado de dois crimes: um de associação criminosa e um de corrupção.
- JOSÉ VALENTIM, quadro da REFER-Rede Ferroviária Nacional. Está acusado de dois crimes: um de associação criminosa e um de corrupção.
- SILVA CORREIA, funcionário da REFER. Está acusado de cinco crimes: um de corrupção, dois de participação económica em negócio e dois de burla.
- JOSÉ MAGANO RODRIGUES, funcionário da REFER. Está acusado de dois crimes de participação económica em negócio.
- ABÍLIO PINTO GUEDES, funcionário da REFER. Está acusado de três crimes: um de corrupção e dois de burla.
- JOÃO VALENTE, funcionário da REFER. Está acusado de três crimes: um de corrupção, um de burla e um de falsificação.
- CARLOS VASCONCELLOS, quadro da REFER. Está acusado de um crime de corrupção.
- MANUEL GUIOMAR, quadro da REFER. Está acusado de dez crimes: três de corrupção, quatro de burla e três de falsificação.
- ARMANDO VARA, ex-ministro socialista e antigo administrador do Millenium/BCP. Está acusado de três crimes de tráfico de influência.
- LOPES BARREIRA, cofundador, com Armando Vara, da extinta Fundação para a Prevenção e Segurança Rodoviária. Está acusado de três crimes de tráfico de influência.
- JOSÉ PENEDOS, ex-presidente da empresa REN-Redes Elétricas Nacionais. Está acusado de quatro crimes: dois de corrupção e dois de participação económica em negócio.
- PAULO PENEDOS, advogado e filho de José Penedos. Está acusado de um crime de tráfico de influência.
- VICTOR BAPTISTA, ex-administrador da REN. Está acusado de cinco crimes: três de corrupção e dois de participação económica em negócio.
- FERNANDO SANTOS, funcionário da REN. Está acusado de quatro crimes: um de corrupção, dois de participação económica em negócio e um de abuso de poder.
- JUAN OLIVEIRA, funcionário da REN. Está acusado de três crimes: um de corrupção e dois de participação económica em negócio.
- PEDRO LARANJEIRA, funcionário da empresa O2, de Manuel Godinho. Está acusado de dois crimes: um de burla qualificada e um de falsificação.
- JORGE SARAMAGO, administrativo. Está acusado de dois crimes: um de burla qualificada e um de falsificação.
- PAIVA NUNES, administrador da EDP Imobiliária. Está acusado de três crimes: dois de corrupção e um de participação económica em negócio.
- ANTÓNIO PAULO COSTA, quadro da Petróleos de Portugal (Galp). Está acusado de dois crimes: um de corrupção e um de tráfico de influência.
- JOSÉ ANTÓNIO CONTRADAN·AS, vogal da administração da empresa IDD (Indústria de Desmilitarização e Defesa), que integra o universo EMPORDEF, holding das indústrias de defesa portuguesas. Está acusado de um crime de corrupção.
- JOSÉ SANTOS CUNHA, funcionário da EMEF - Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário. Está acusado de um crime de corrupção.
- ROGÉRIO NOGUEIRA, ex-funcionário da EMEF. Está acusado de dois crimes: um de corrupção e um de furto.
- JOÃO TAVARES, funcionário da Petrogal. Está acusado de dois crimes: um de corrupção e um de furto.
- RICARDO ANJOS, funcionário da CP. Está acusado de um crime de corrupção.
- MANUEL GOMES, funcionário da LISNAVE. Está acusado de três crimes: um de corrupção e dois de burla.
- FIGUEIREDO COSTA, funcionário da LISNAVE. Está acusado de três crimes: um de corrupção e dois de burla.
- ANDRÉ OLIVEIRA, militar da GNR. Está acusado de um crime de corrupção.
- EMPRESA O2. Está acusada de 23 crimes: dez de corrupção, cinco de tráfico de influência, cinco de burla (um dos quais na forma tentada) e três de falsificação.
- EMPRESA SCI. Está acusada de sete crimes: quatro de burla e três de falsificação. DN
Video da RTP, sobre o assunto

O meu unico desejo é estar na fileira do Pelotão de Fuzilamento destes filhos da puta!
ResponderEliminarPreparar! Apontar! FOGOOOOOO!
A sua impunidade arrasta-se há décadas... estamos muito longe de algum dia os vermos pagar pelos crimes que tem cometido contra a pátria. Obrigada pelo seu contributo e por partilhar a revolta que lhe causa esta onde de crimes políticos.
EliminarJá estamos habituados a este tipo de julgamentos. Entretêm os papalvos dos Portugueses vários anos com disse que disse, recursos e mais recursos, até que acaba por se esquecer tudo, sem que nada dê em nada. Isto é da justiça (ou falta dela) que temos. A justiça portuguesa está aquém de ser terceiro mundista. Condenam-se os fracos e protejem-se os fortes. O dinheiro sempre foi e será o que comanda tudo. Condena-se a prisão o desgraçado que rouba um pão para comer, e iliba-se o assassino, o pedófilo. De facto Portugal é um paraíso criminal, onde dá gosto e vale a pena viver para gente que pratica esse tipo de crimes
ResponderEliminar"De facto Portugal é um paraíso criminal, onde dá gosto e vale a pena viver para gente que pratica esse tipo de crimes"
EliminarRealmente com esta frase disse muito, deverá ser por isso que já ninguém se sente seguro a esperar pela velhice para terminar por cá os seus dias. Porque Portugal é bom e justo apenas para os criminosos... Os honestos andam todos a pensar emigrar.
Quero ver quem fica para ser roubado e para pagar impostos a chulos.