BPN VENDIDO EM SALDO, POR TEIXEIRA DOS SANTOS, COM MENTIRAS
VIDEO TÍPICO DE UM PAÍS SEM JUSTIÇA, PORQUE O POVO NÃO SABE USAR O VOTO NEM A DEMOCRACIA
UM POVO ESCRAVO DE SAQUES, IMPOTENTE INCAPAZ DE SE DEFENDER? INCAPAZ DE EXPULSAR DA POLITICA OS PARTIDOS QUE HÁ 40 ANOS NOS ROUBAM. PORQUE NÃO VOTAM NEM SABEM VOTAR
A história trágico-financeira-política do BPN atravessa dois governos e é assustadoramente surreal (ou talvez antes neo-abjeccionista): "nacionalizado" por um Governo PS, isto é, nacionalizadas as suas dívidas, a maior parte resultante de trafulhices, e do seu guru-mor, Oliveira Costa e demais responsáveis continuam a andar por aí de cabeça despudoradamente erguida e como se não fosse nada com eles, coube a um Governo PSD/CDS "privatizá-lo" de novo.
Os jornais publicaram a notícia de um grupo norte-americano que se disporia a dar 600 milhões pelo BPN. Parece que, apesar de repetidas tentativas, nunca conseguiu chegar à fala com o Governo. E o Governo, não tendo melhor oferta, acabou por vendê-lo a um banco, o BIC, de Isabel dos Santos, filha de Eduardo dos Santos, e de Américo Amorim, pela módica quantia de 40 milhões de euros.
Entraram, pois, 40 milhões nas contas do Estado? Não: saíram (mais) 600 milhões, pois o Governo PSD/CDS comprometeu-se, para que o BIC fizesse o favor de "comprar" o BPN por 40 milhões, a dar-lhe... 600 milhões. Parece que para o "viabilizar". E ainda a emprestar-lhe outros 300 milhões a 0% de juros. E a ficar com o encargo de metade dos seus trabalhadores.
Não foi um negócio da China, foi um negócio de pôr os olhos em bico. E, como em negócios assim há sempre um otário, adivinhe o leitor a que bolsos irão parar os seus subsídios de férias e de Natal. fonte
RELVAS, BRANQUINHO, AGUIAR BRANCO, PASSOS COELHO, TECNOFORMA, FORAL, NTM E AS NEGOCIATAS EM REDE.
Se estes senhores já no passado, quando ainda possuíam pouco poder, mostraram que gostam de usar o dinheiro público para beneficiar amigos e compinchas do partido, imaginemos do que serão capazes, agora, com todo o poder e dinheiro público para o fazer????
Não há vergonha, mais membros do governo suspeitos de corrupção.
Foral: a negociata laranja que beneficiou vários governantes.
Conheça os contornos de um esquema liderado por Miguel Relvas que beneficiou financeiramente vários dirigentes do PSD, entre eles o actual primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, o ministro da Defesa José Pedro Aguiar Branco e o secretário de Estado da Segurança Social Agostinho Branquinho.
A empresa de publicidade de Agostinho Branquinho, NTM, ganha concurso público de forma suspeita, aprovado por Relvas. Aguiar-Branco, agora ministro da Defesa, tornou-se presidente da assembleia geral da NTM, pouco depois da adjudicação.
Para desvendar e suavizar esta longa teia de favorecimentos políticos, que tem no PSD o epicentro, deixo este resumo, salpicado de algum humor para facilitar a digestão deste gigantesco abuso, indigesto.
Sabem o que era o “Programa FORAL”? Não? Então eu ajudo (FOR)mação (A)utarquias (L)ocais. (Financiado por fundos europeus)
Sabem quem era o secretário de estado da administração local na época do FORAL? Não? Que raio de memória a vossa! É por estas e por outras que continuam a ser enganados. Se eu vos perguntar o resultado dum jogo de futebol de há 20 anos são capazes de responder e até dizer quem marcou os golos. Depois queixem-se!
Miguel Relvas, o incontornável, omnipresente e omnipotente (ou talvez não) Miguel Relvas era o secretário de estado da administração local e no desempenho das funções que jurou cumprir com honra e lealdade lançou um concurso público internacional para a campanha de comunicação do tal programa. Excelente, magnifico, nada melhor que um concurso público para garantir que os dinheiros públicos são entregues a quem apresenta a melhor solução, o melhor preço e sem dúvida a quem dá mais garantia de qualidade. Limpinho!
Pois bem, talvez não seja assim tão linear como referi. O concurso foi ganho por uma empresa chamada NTM que era detida por Agostinho Branquinho e pela sua ex-mulher. Irraaa também não se lembram de Agostinho Branquinho? Que raio, tomem alguma coisa para a memória. Branquinho foi aquele deputado do PSD que numa comissão relativa a uma alegada interferência do governo na TVI (Sócrates rules) se saiu com a frase “Mas o que é a Ongoing?” numa tentativa de queimar, ainda mais, a já de si queimada imagem de José Sócrates.
Pois bem este Sr. Deputado, muito pouco tempo depois deixou de o ser para passar a ser administrador duma empresa… Qual? Obviamente a Ongoing! Então se ele não sabia o que era nada melhor que ir para a administração para começar a conhecer.
Voltando atrás, Agostinho Branquinho do PSD, ganhou o concurso lançado por Miguel Relvas do PSD. Na mesma empresa, como presidente da assembleia geral esteve até há pouco tempo Aguiar Branco do… PSD. Até agora nada mais que coincidências. Vamos aos critérios para a entrega da campanha de comunicação no valor de 450 mil Euros à NTM:
Concorrentes: Foram corridos todos, mesmo empresas de referência a nível mundial
Preço: O mais elevado
Capacidade técnica: A mais baixa
Como se vê, uma escolha de qualidade e certamente sem nenhuns interesses à mistura. Acrescente-se que Agostinho Branquinho poucos meses depois sai da empresa que é alegadamente vendida a um fundo de investimento espanhol representado por quem? Sentem-se se faz favor! Representado pelo escritório de Aguiar Branco. Bolas este começa a parecer mais um incontornável, omnipresente e omnipotente.
INSTITUTO CIENTIFICO FINANCIA ARTISTAS? SE FOREM FILHAS DO PRESIDENTE, E COM DINHEIRO PÚBLICO, CLARO QUE SIM.
O mais interessante, desta história, é o envolvimento familiar, parece que o mundo gira em volta da família Macedo. Comovente... mas paga com dinheiropúblico... uma afronta aos contribuintes que são forçados a pagar as exposições da filha de Braga de Macedo que preside o instituto que a financiou, para expor homenagens ao pai de Braga de Macedo??? Será que alguma vez saberemos quanto pagamos pelas exposições, pelo mundo fora, desta menina do papá?
Não estranharemos se em breve nos depararmos com a noticia que atesta o financiamento de viagens para os netos irem à Disneyworld, e dos bisnetos, porque o vicio é extensível a toda a família, e por várias gerações. São muito unidos.
Entretanto... O dinheiro falta a quem o merece "Algo está mal no reino da FCT quando dois dos melhores alunos de Física do país não recebem bolsa." Público
"A filha de Braga de Macedo e o nosso dinheiro
Sabemos que Braga de Macedo foi ministro das Finanças de Cavaco Silva e que é militante do PSD, pelo qual foi deputado.
Sabemos que foi nomeado por Passos Coelho para definir a política externa económica deste governo, à qual Paulo Portas não ligou pevide.
Sabemos que depois disso foi escolhido, com Eduardo Catroga, Celeste Cardona e Paulo Teixeira Pinto, todos do PSD e do CDS, para o Conselho de Supervisão da EDP.
Sabemos que é Presidente do Conselho Diretivo do Instituto de Investigação Científica Tropical (IICT).
Não sabemos, nem em princípio teríamos nada que saber, que tem uma filha, Ana Macedo, que é artista plástica.
Sec. de estado da Cultura, tem que cortar 15 milhões em pessoal, contrata boy por mais de 3 mil euros/mês?
"Vergonha é o que não falta

Nunca é demais repetir. E espero que alguns leitores partilhem o assunto. Algum modo há de existir para que certas coisas não continuem. E se não houver modo, pelo menos os responsáveis hão de ler por todo lado comentários críticos que retratam a vergonha que deviam ter.
A questão é a seguinte: Jorge Barreto Xavier, secretário de Estado da Cultura, departamento que não tem dinheiro para mandar cantar um cego, vai cortar 15 milhões de euros em despesas com pessoal, recrutou um 'boy' do PSD para o seu gabinete a quem vai pagar como adjunto. Ou seja, mais de três mil euros, mais do que ganha um diretor de serviços, ou, como escreve no Expresso João Garcia, "mais que juiz, o mesmo que coronel, o dobro de professor'. Fernanda Cachão ironiza que "afinal há dinheiro" desde que seja "money for the boys".
Mas o melhor, o melhor mesmo é o currículo do adjunto.
Tem 24 anos, três workshops no centro de formação de Jornalistas, Cenjor, fez o estágio na Rádio Renascença onde trabalhou oito meses e foi durante cinco meses consultor de comunicação do... PSD! Uau!!
Acresce que Barreto Xavier, antes desta contratação já tinha três adjuntos, sete técnicos especialistas, duas secretárias pessoais, chefe de gabinete, dez técnicos administrativos, três técnicos auxiliares e três motoristas.
Falta dinheiro (salvo para os boys) mas há excesso de descaramento.Digamos que se há algo que não falta é vergonha. Henrique Monteiro
"O "técnico especialista, Mestre João Filipe Vintém Póvoas", tem 24 anos e apresenta como qualificação profissional três workshops no Centro Protocolar de Formação Profissional para Jornalistas (Cenjor), um de Edição de Vídeo e Áudio Digital, outro em Apresentação de Diretos em Televisão e o terceiro em Atelier de Programas Televisivos." FONTE
Estranho também o caso de Ana Margarida Soares Heitor de Bellegarde Machado, licenciatura em Prótese Dentária, num gabinete do Ministério da Cultura? fonte
Gabinete do Secretário de Estado da Cultura
| Função | Nome | Idade | Vencimento | Data de nomeação |
| Chefe do Gabinete | Lúcia Flecha Correia Soares | 43 anos | 3.892,53 € | 28-05-2013 |
| Adjunto | Mário Rui Braga Rodrigues Carneiro | 49 anos | 3.069,33 € | 01-11-2012 |
| Adjunta | Teresa Margarida Gomez Sousa Botelho de Albuquerque | 46 anos | 3.069,33 € | 01-11-2012 |
| Adjunto | Marcelo Mendonça de Carvalho | 37 anos | 3.069,33 € | 14-05-2013 |
| Técnica Especialista | Filipa Faria Nunes Lopes de Matos | 36 anos | 3.069,33 € | 01-11-2012 |
| Técnica Especialista | Inês Paula da Cunha Freitas | 51 anos | 3.069,33 € | 01-11-2012 |
| Técnica Especialista | Maria Inês Sousa Lopes Dias Costa Carvalho | 50 anos | 3.069,33 € | 01-11-2012 |
| Técnica Especialista | Maria João da Cruz Valente | 43 anos | 3.069,33 € | 01-11-2012 |
| Técnico Especialista | Pedro Teotónio Duarte de Almeida Miranda Albuquerque | 48 anos | 3.069,33 € | 26-10-2012 |
| Técnico Especialista | João Filipe Vintém Póvoas | 24 anos | 3.069,33 € | |
| Técnico Especialista | Rui André Catarino Fernandes Rodrigues Gonçalves | 35 anos | 3.069,33 € | 22-01-2013 |
| Técnica Especialista | Maria Cabral Alves Mineiro | 27 anos | 3.069,33 € | 20-02-2013 |
| Secretária pessoal | Clara Maria Neves de Oliveira | 56 anos | 1.882,76 € | 12-11-2012 |
| Secretária pessoal | Isabel Cristina da Cruz Flores Correia Marcelo | 45 anos | 1.882,76 € | 26-10-2012 |
| Coordenador do Apoio Técnico Administrativo | Fernando Manuel Pombas Catrola | 60 anos | 1.882,76 € | 26-10-2012 |
| Coordenador do Apoio Técnico Administrativo | Joaquim Francisco Margalho Serrano | 54 anos | 1.917,31 € | 26-10-2012 |
| Apoio Técnico Administrativo | Diogo Cara d'Anjo Miguéns | 35 anos | 1.506,20 € | 26-10-2012 |
| Apoio Técnico Administrativo | Alice da Silva Pereira Nunes | 56 anos | 1.538,52 € | 26-10-2012 |
| Apoio Técnico Administrativo | Eugénia de Jesus Mendes de Campos | 62 anos | 1.541,64 € | 26-10-2012 |
| Apoio Técnico Administrativo | Maria Gorete de Almeida e Silva | 61 anos | 1.538,52 € | 26-10-2012 |
| Apoio Técnico Administrativo | Maria Lucília Ribeiro Delgado Catrola | 50 anos | 1.538,52 € | 26-10-2012 |
| Técnico Auxiliar | Dário Tosta Cardoso | 24 anos | 975,52 € | 26-10-2012 |
| Técnico Auxiliar | Genoveva Maria Delfino Correia Pissarro Cardoso | 62 anos | 975,52 € | 26-10-2012 |
| Técnico Auxiliar | Ana Margarida Soares Heitor Bellegarde Machado | 29 anos | 975,52 € | 01-04-2013 |
| Motorista | Sérgio Paulo Mendes Campos | 37 anos | 1.848,53 € | 26-10-2012 |
| Motorista | Nuno Miguel de Jesus Gonçalves | 35 anos | 1.848,53 € | 26-10-2012 |
| Motorista | André Wilson da Luz Viola | 22 anos | 1.848,53 € | 26-10-2012 |
Mais tachos sem fim
A palavra do ano pode ter saído da boca de quem não tem palavra nenhuma - irrevogável.
Neste video... Jerónimo de Sousa dá um conselho ao governo...
"Deixem os pensionistas em paz, deixem de dar o dinheiro ás PPP."
(SEITAS PARTIDÁRIAS À PARTE) (obviamente que poderia ser qualquer outro a dizê-lo, até um reformado comum ou a Ferreira Leite, ou o Seguro, mas este video é mais fogoso)
O GOVERNO TEM A LATA DE FAZER CORTES AOS PENSIONISTAS DE 728 MILHÕES PREVISTO NO ORÇAMENTO, O MESMO ORÇAMENTO QUE PREVÊ DAR ÁS PPP´s 776 MILHÕES?
AFINAL OS CORTES SÃO PARA AJUDAR O PAÍS OU AS PPP?
NO FINAL DO VIDEO, PAULO MORAIS EXPLICA COMO FAZER JUSTIÇA...
SEGUNDO O ÚLTIMO RELATÓRIO DA INVESTIGAÇÃO ÁS PPP, JÁ ESTÁ PROVADO QUE AS PPP FORAM REDIGIDAS EM CONTRATOS CRIMINOSOS, PORQUE CONTINUAM A DESPEJAR DINHEIRO PÚBLICO PARA LÁ??? À VISTA DE TODOS?
"GATUNOS" DEVERIA SER ELEITA A PALAVRA DO ANO.
Por Ricardo Araújo Pereira
"O palavrão do ano
Os linguistas da Porto Editora organizam, desde 2009, uma votação para eleger a palavra do ano. Trata-se de uma iniciativa, e eu não tenho nada contra iniciativas. Pelo contrário, sou um velho apreciador de iniciativas. No entanto, está em curso um escândalo linguístico, e comigo não contam para o encobrir. A palavra, que é escolhida segundo critérios de relevância e frequência de uso, sairá do seguinte lote de candidatas: bombeiro, coadopção, corrida, grandolada, inconstitucional, irrevogável, papa, piropo, pós-troika e swap. Imagino que a perplexidade do leitor seja tão grande como a minha. Uma lista das palavras mais utilizadas este ano da qual não consta, por exemplo, o vocábulo "gatunos", que credibilidade tem?
Para não falar, é claro, nas palavras que estes linguistas, por vil racismo semântico, deixam sistematicamente de fora. Palavras que, na sua maior parte, estão dicionarizadas e têm uma utilização muito mais frequente do que qualquer das finalistas. Alguém ouviu, no decorrer deste ano, desabafos do género: "Estes bandidos do governo levaram-me o 13.º mês. Filhos duma grande coadopção"? Ou: "Já é a segunda talhada que me dão na reforma. Se fossem mas era todos para o piropo"?
Com quem convivem estes linguistas?
Claro que algumas palavras escolhidas tiveram bastante utilização. Por exemplo, "papa", na frase frequente: "Se usarmos sempre a mesma fralda talvez sobre dinheiro para comprar papa".
Ou "corrida", na previsão cada vez mais comum: "Esta gente, se não toma cuidado, ainda vai ser corrida à paulada." Mas certas palavras não foram utilizadas de todo. Irrevogável, por exemplo. Peço desculpa mas não se pode concluir do que aconteceu que a palavra tenha sido utilizada. Se eu disser: "O meu primo Serafim é extremamente galocha", duvido que se possa afirmar, com propriedade, que usei a palavra "galocha". Proferir uma palavra independentemente do seu significado não deve ser suficiente para que se diga que a palavra foi utilizada.
Mais: irrevogável é uma palavra que foi popularizada por quem faltou à palavra. A palavra do ano pode ter saído da boca de quem não tem palavra nenhuma - o que, havendo justiça, seria até proibido. Sejamos mais exigentes com a língua, piropo!
Ricardo Araújo Pereira
Pensões e os golpes dos ladrões. Estado como gestor da Segurança Social é garantia de roubo institucional
Antes de iniciar a viagem alucinante, por este grande artigo de Vítor Lima, gostaria de relembrar as palavras de Rui Rio. "Rio lança suspeita de interesses escondidos na Segurança Social(...)O presidente da Câmara do Porto contou (...) que, em determinada altura da sua vida política, esteve envolvido no estudo de uma reforma da segurança social. Esse esqueleto de reforma nunca chegou a sair do papel. Os motivos? "Nunca os direi, pelo menos enquanto as pessoas envolvidas estiverem vivas".Nunca se referindo ao que estava em causa nem aos contornos do caso, Rio afirmou apenas que, "se os portugueses soubessem o que se passou" teriam ainda mais motivos que os que já lhes assistem para desconfiarem do papel dos políticos no desenrolar da vida do país. "As pessoas ficariam abismadas", conclui, para não mais se referir ao assunto. Ver mais...
Sumário
1 - Um princípio elementar de solidariedade
2 - O saque de fundos e direitos dos trabalhadores
3 - Como garantir a sustentabilidade? Um exercício
4 - O Estado como gestor da Segurança Social é garantia de roubo institucional
5 - Com a destruição da Segurança Social constrói-se a miséria
Conclusões
- Só há sociedades equilibradas e pessoas felizes quando a satisfação das suas necessidades é o seu principal objetivo coletivo, do qual todos os outros decorrem;
- O aumento da longevidade humana, como elemento culminante de uma vida saudável é um bem a generalizar e não a sacrificar;
- A sustentabilidade do financiamento de quantos já não podem ou devem trabalhar, depois de contributos de dezenas de anos, é um imperativo ético e civilizacional inquestionável sem qualquer direito a devaneios políticos e financeiros em seu torno;
- É variado o arsenal que o partido-estado PSD/PS e o gang Portas utiliza para roubar a Segurança Social e os trabalhadores portugueses – o factor de sustentabilidade, a sobrecarga de pensões com cortes e responsabilidades familiares, o laxismo para com empresários em dívida e a sub-declaração de salários, o desvio de fundos para cobertura de gastos públicos, a alternância entre precariedade e desemprego, a sabotagem da solidariedade inter-geracional, o sub-financiamento da CGA e, recentemente, o famigerado Gaspar decidiu desvalorizar o FEFSS, trocando lebre (ações de multinacionais) por gato (títulos de dívida pública portuguesa);
- A acumulação de riqueza efetuada desde a II Guerra, saída do esforço laboral, do enorme aumento da produtividade do trabalho, não se refletiu tanto no bem estar das pessoas, como na dimensão dos meios de produção, da propriedade capitalista em geral, da concentração de riqueza num escasso número de indivíduos e empresas e nas desigualdades daí resultantes;
- Numa sociedade onde a actividade laboral se desenvolve em função da satisfação das necessidades das pessoas, o excedente bruto de produção terá de fazer face ao valor do desgaste do equipamento, considerar as necessidades de novo investimento e fazer reverter o restante para o bem estar social, no âmbito da saúde, como na educação, nos cuidados dirigidos a crianças ou idosos, etc.
- A atividade produtiva das populações gera os meios suficientes para a reprodução da força de trabalho, como ainda para a manutenção num plano de decência de ex-trabalhadores (idosos), futuros trabalhadores (crianças e jovens) e outros (deficientes), numa lógica de solidariedade colectiva. O elemento estranho e nefasto incrustado nas sociedades é constituído pelos capitalistas em geral e pelas classes políticas que deles emanam e que os servem;
- No actual modelo social e político e em caso de necessidade, é possível recorrer a outras fontes que não as remunerações para o reforço dos meios disponíveis pela Segurança Social – o IVA, como aliás vem sendo feito desde meados dos anos 90, a tributação do excedente líquido de exploração, o volume de vendas de empresas quase sem pessoal ou ainda de empresas sem pessoal mas elevado valor em ativos imobiliários ou gestoras de carteiras de títulos;
- As classes possidentes e os mandarins sempre tentaram criar e aperfeiçoar os modos de incutir nos “de baixo” uma cultura de aceitação da necessidade do Estado. Porém, à medida que o neoliberalismo vem acentuando a punção fiscal paga pela multidão, com contrapartidas cada vez menores, os “de baixo” vão-se apercebendo do logro;
- Os media foram promovendo mandarins e “empresários” defensores de privatizações, da excelência do serviço privado, da maior eficiência da gestão privada, incutindo na multidão uma concordância ou uma relativa indiferença perante o tema, atitudes inerentes à grande despolitização reinante;
- Com a solidariedade inter-geracional inerente à sociabilidade humana nas mãos do Estado, esse gestor coletivo dos interesses do capital, só há a esperar maus resultados, sobretudo num país subalterno, desestruturado e minado por endémica corrupção;
- Na classe política, actualmente, não se levanta a questão da independência real da Segurança Social face ao aparelho de estado, não sendo também contestada a mistura das funções sociais do Estado com a gestão do fundo coletivo dos trabalhadores portugueses;
- O financiamento do Estado, é basicamente assente em impostos, por definição, sem uma contrapartida específica que possa ser exigida na sequência do seu pagamento e envolve todos os residentes. As quotizações e contribuições para a Segurança Social destinam-se exclusivamente às despesas com reformas e subsídios de doença ou desemprego dos trabalhadores que descontam ou descontaram para o sistema e não de toda a população;
- Há que saber distinguir o que são, por um lado, as funções sociais do Estado, com direito a cobertura orçamental e por outro, as funções da Segurança Social, constituida como fundo coletivo dos trabalhadores, com receitas próprias de aplicação muito bem delimitada;
- Não temos uma solução acabada para a questão da gestão da Segurança Social mas, temos a certeza que aquela é demasiado importante para trabalhadores no activo ou na reforma, para ser gerida por mandarins em nome do Estado ou por inclusão em lógicas privadas imanentes a fundos de pensões e seguradoras.
PASSOS COELHO O BARÍTONO BEM FALANTE QUE QUERIA SER ARTISTA.
QUEM DIRIA, QUE O NOSSO PASSOS COELHO QUERIA SER ARTISTA...Tentou enveredar pelo caminho da arte, mas as portas fecharam-se e logo o Relvas lhe mostrou que o caminho da politica corrupta abre mais portas, com menos esforço e maior ganho.
Pedro Passos Coelho, que cantava o fado na Adega do Ribatejo com os seus companheiros da JSD, na altura em que viveu com a cantora das "Doce" ainda tentou aperfeiçoar a sua voz de barítono, em aulas com uma professora de canto lírico. E até chegou a participar num casting para entrar num musical de Filipe La Féria.
"Remorsos de um encenador de teatro
Muita gente me acusa de ser o culpado do estado de desgraça do nosso país por ter reprovado Pedro Passos Coelho numa audição em que eu procurava um cantor para fazer parte do elenco de My Fair Lady.
Até o espertíssimo gato fedorento Ricardo Araújo Pereira já afirmou que eu devia ser chicoteado em público todos os dias até Passos Coelho desistir de ser primeiro-ministro, como insistentemente o aconselha o Dr. Soares.
Na verdade, confesso que em 2002, quando preparava os ensaios para levar à cena My Fair Lady fiz uma série de audições a cantores para procurar o intérprete do galã apaixonado por Elisa Doolittle, a pobre vendedora de flores do Covent Garden, personagem saída da cabeça brincalhona e maniqueísta de Bernard Shaw, genial dramaturgo que no seu tempo se fartou de gozar com políticos.
Entre muitos concorrentes à audição, apareceu Pedro Passos Coelho dejeans, voz colocada, educadíssimo e bem-falante.
Era aluno de Cristina de Castro, uma excelente cantora dos tempos de glória do São Carlos que tinha sido escolhida por Maria Callas para contracenar com a diva na Traviata quando da sua passagem histórica por Lisboa. As recomendações portanto não podiam ser melhores e a prova foi convincente.
Porém, Passos Coelho era barítono e a partitura exigia um tenor. Foi por essa pequena idiossincrasia vocal que Passos Coelho não foi aceite, o que veio a ditar o futuro do jovem aspirante a cantor que, em breve, ascenderia a actor protagonista do perverso musical da política.
Se não fosse a sua tessitura de voz de barítono, hoje estaria no palco do Politeama na Grande Revista à Portuguesa a dar à perna com o João Baião, a Marina Mota, a Maria Vieira, e talvez fosse muitíssimo mais feliz. Diria mal da forma como o Estado trata a cultura em Portugal, revoltar-se-ia com os impostos que o teatro é obrigado a pagar, saberia que um bilhete que é vendido ao público a dez euros, sete vão para o Estado, teria um ataque de nervos contra os lobbies da Secretaria de Estado da Cultura, há quarenta anos sempre os mesmos... não saberia sequer o nome do obscuro e discretíssimo secretário da Cultura oficial, não perceberia porque em Portugal não há uma Lei do Mecenato que permita aos produtores de espectáculos cativar os mecenas, tal é a volúpia cega dos impostos, saberia que cada vez mais há artistas no desemprego em condições miserabilistas e degradantes, que fazer teatro, cinema ou arte em Portugal se tornou um acto de loucura e de militância esquizofrénica.
Mas a cantar no palco do Politeama estaria bem longe da bomba-relógio do Dr. Paulo Portas, cada vez mais fulgurante como pop-star, da troika, agora terrível e pós-seguramente medonha, das reuniões de quinta-feira com o Senhor Professor, do Gaspar que se pisgou para o Banco de Portugal, dos enredos do partido bem mais enfadonhas do que as animadas tricas dos bastidores do teatro, das reuniões intermináveis com os alucinados ministros, das manifestações dos professores, dos polícias, dos funcionários públicos, dos pescadores, dos estivadores, dos reformados, dos trabalhadores de tudo o que mexe e não mexe em cima deste desgraçado país, ah!, e das sentenças do Palácio Ratton que agora são chamadas para tudo, só para tramarem a cabeça intervencionada do pobre Pedrinho... não bastava já as constantes birrinhas do Tó Zé Seguro, as conversas da tanga do Dr. Durão Barroso, o charme cínico e discreto de Madame Christine Lagarde, as leoninas exigências da mandona da Europa para Bruxelas assinar a porcaria do cheque. Valha-me o Papa Francisco que tudo isto é de mais para um barítono!
Assumo o meu mais profundo remorso. Devia ter proporcionado ao rapaz um futuro mais insignificante mas mais feliz. Mas, tal como Elisa Doolittle, que depois de ser uma grande dama prefere voltar a vender flores no mercado de Covent Garden, talvez o nosso herói renegue todas as vaidades e vicissitudes da política e suba ao palco do Politeama para interpretar a versão pobrezinha mas bem portuguesa de Os Miseráveis!
PS. O artigo foi escrito em português antigo. No Teatro Politeama nem as bailarinas russas aderiram ao Acordo Ortográfico."
FILIPE LA FÉRIA*
A incrível história do administrador que se demitiu em confronto consigo próprio e duplicava salários
Estanislau Mata Costa deve ser um personagem muito confuso. Leia estes casos e fique a perceber quem são os carolas que gerem as nossas empresas públicas.Um srº que entrou em conflito com ele próprio e com as suas normas. Mas também um srº que ficou a receber 2 salários durante 2 anos, ilegalmente... coisa pouca, era apenas um de 15 mil euros por mês mais um outro de 23 mil euros por mês.
Mas também um srº irresponsável que decide comprar empresas, por milhões, sem qualquer lucro e muito prejuízo.
Nada que o zé povinho possa recusar a pagar. Afinal ninguém sabe destas coisas, nem quer saber.
CASO 1
Em Junho de 2010, os CTT vivem uma situação caricata. O então presidente dos CTT, Estanislau Mata Costa, renuncia ao cargo que acumulava de presidente da Tourline Express - empresa do grupo CTT de correio expresso e estafetagem localizada em Espanha.
Na carta de renúncia, a que o i teve acesso, Mata Costa justifica a saída com o facto de o conselho de administração da Tourline - por ele presidido - não ter posto em prática uma série de orientações definidas pelo conselho de administração dos CTT - único accionista da empresa -, do qual também é presidente.
Estamos perante alguém a queixar-se a alguém (o próprio) de alguém (o próprio, que também é o primeiro) de não cumprir as deliberações que ele emitiu e que ele (o mesmo) não conseguiu cumprir.
O caso pode fazer rir, mas também poderá ser revelador de uma série de situações pouco claras na empresa. Na origem da demissão estava o facto de o conselho de administração da Tourline, presidido por Mata Costa, não ter levado a cabo a redução do número de membros do conselho de administração e do conselho executivo da Tourline e a separação dos cargos de membros do conselho executivo dos cargos de directores regionais, como tinha sido definido pelo conselho de administração dos CTT, do qual Mata Costa também era presidente à altura. Recorde-se que Mata Costa abandonou os CTT no final do ano passado, pouco tempo antes de ser revelado um relatório da Inspecção Geral de Finanças (IGF) que denuncia a acumulação de reformas com salários deste administrador.
INVESTIMENTOS RUINOSOS
Mas o que é a Tourline? A Tourline Express foi adquirida a 100% pelos CTT em 2005 por 28,5 milhões de euros. O objectivo passava por criar uma plataforma ibérica de estafetagem.
Seis anos depois, o investimento total dos CTT nesta empresa é superior a 37 milhões de euros, o grupo nunca recebeu dividendos da Torline e não é previsível que os CTT recuperem o valor investido.
A informação consta de um relatório interno dos CTT, a que o i teve acesso, que faz uma análise de rentabilidade do investimento das diferentes empresas do grupo CTT. É concluído que "o investimento na Tourline apresenta uma taxa interna de rentabilidade (TIR) negativa e registou um retorno de capital (ROI) baixo, de 1%". O relatório refere ainda que, no caso de se manterem estes valores de rentabilidade, "a evolução futura será de manutenção da TIR em valores negativos e de não recuperação do capital investido".
Em 2008 e 2009, a empresa chegou a apresentar resultados negativos, o que fez que os CTT fizessem um empréstimo de 7,7 milhões de euros à Tourline.
Seis anos depois, o investimento total dos CTT nesta empresa é superior a 37 milhões de euros, o grupo nunca recebeu dividendos da Torline e não é previsível que os CTT recuperem o valor investido.
A informação consta de um relatório interno dos CTT, a que o i teve acesso, que faz uma análise de rentabilidade do investimento das diferentes empresas do grupo CTT. É concluído que "o investimento na Tourline apresenta uma taxa interna de rentabilidade (TIR) negativa e registou um retorno de capital (ROI) baixo, de 1%". O relatório refere ainda que, no caso de se manterem estes valores de rentabilidade, "a evolução futura será de manutenção da TIR em valores negativos e de não recuperação do capital investido".
Em 2008 e 2009, a empresa chegou a apresentar resultados negativos, o que fez que os CTT fizessem um empréstimo de 7,7 milhões de euros à Tourline.
A DEMOCRACIA DOS CORRUPTOS, É A NOSSA DITADURA?

SERÁ?
Será democracia, quando eles, políticos, decidem o que querem e fazem o que querem, mesmo contra o interesse nacional, e tu, povo, não és consultado, não possuis armas legitimas para te defender, para os deter, organismos onde os possas denunciar, ou liberdade para manifestar o teu desacordo?
Será democracia, quando eles podem tudo, dividem o dinheiro público para oferecer regalias, benefícios, favores, reformas, subsídios, etc etc para favorecerem classes e elites, enquanto obrigam os mais indefesos a pagar o que eles distribuem? A pagar mesmo em sacrifício?
Será democracia um regime onde és enganado e manipulado livremente, por políticos em campanhas ferozes e sem verdade? E não possuis a capacidade de exigir a reposição da verdade, o cumprimento de promessas e de contratos, nem o poder de os denunciar?
Será democracia assistir impotente a um saque da dimensão do BPN, onde quase todos os larápios, estão identificados, e não possuíres o poder de colocar nenhum dos saqueadores atrás das grades? Saberes que um governo, PSD fechou os olhos a um saque de milhares de milhões de euros, e um governo PS, decidiu que teria de ser o povo a pagar esse saque? Protegendo os corruptos, afundando Portugal numa crise sem precedentes?
Será democracia os partidos unirem-se para saquear e enganar o povo? Capturarem a justiça, a lei, e todos os organismos que protegem o povo do abuso dos políticos, e nada se poder fazer para os travar e repor a democracia?
Será democracia um regime onde as ferramentas que permitiriam dar voz ao povo, não passarem de uma farsa? (petições, referendos, abaixo assinados, significado do voto) tudo foi manipulado, invalidado e transformado num embuste.
As petições só serão válidas se aprovadas por deputados.
Os referendos partem da vontade dos governos.
Os votos apenas permitem que eles saiam sempre a ganhar e o povo a perder.
A democracia não deveria reduzir o povo à impotência, nem deveria dar aos políticos poder ilimitado e impunidade. A ideia era dar voz e poder ao povo e limitar os abusos dos políticos.
SERÁ possível que nenhum eleitor, dos que ainda defendem partidos, repara na estranheza a que assistimos em todos os debates e confrontos políticos na AR, na TV ou seja onde for, onde jamais algum partido afirma que o outro foi corrupto, ou especifica um acto de corrupção levado a cabo pelo seu adversário ou compincha? Nenhum politico promete acabar com a corrupção? Nenhum promete ou denuncia casos de corrupção?
Apesar de todos conhecermos casos de corrupção, apesar de todos sabermos que Portugal é um país muito corrupto, que de 2000 a 2010 foi o país do mundo onde mais se agravou a corrupção... ELES INSISTEM EM NÃO FALAR DISSO? E NINGUÉM QUESTIONA O PORQUÊ? SERÁ ASSIM TÃO DIFÍCIL DE PERCEBER QUE É PORQUE OS PARTIDOS ESTÃO UNIDOS E SE APOIAM NA CORRUPÇÃO, QUE LHES TRÁS TANTO DINHEIRO FÁCIL. NÃO LHES CONVÉM FALAR DE ALGO QUE QUEREM FINGIR QUE NÃO EXISTE, PARA QUE MUITOS CONTINUEM A ACREDITAR QUE ASSIM É. NÃO LHES CONVÉM EXPOR ONDE É QUE OS INTERESSES DOS PARTIDOS DE DIFERENTES CORES CONVERGEM E SE UNEM - NO SAQUE E NA MENTIRA.
Este artigo de Ricardo Araújo Pereira, deixa a nú a clara inversão dos valores das instituições que servem a democracia. A ironia ao serviço da cidadania e da denuncia.
fotojornalista demonstra bem o estado em que o país se encontra: a situação é difícil, mas nem tudo são desgraças. Vi a fotografia e fiquei mais tranquilo. A estupenda cacetada corrigiu várias imperfeições. Primeiro, uma imperfeição cívica. Estes fotojornalistas andavam a pedi-las há muito, pelo perigo que representam para a sociedade. Recordo a tragédia que duas ou três dezenas destes profissionais podem causar quando perseguem princesas inglesas em Paris. Talvez houvesse uma princesa estrangeira nas imediações do Chiado e o polícia tenha sentido que poderia salvar vidas reais com um simples golpe do pulso.
Por outro lado, a bastonada castigou, e de que maneira, a incompetência.
A fotojornalista foi agredida e quem captou o acontecimento foi um seu colega.
É uma falta de profissionalismo inadmissível. Talvez para a próxima esta jornalista tenha a máquina a postos quando estiver prestes a ser espancada pelas forças de segurança. São lições que o sarrafo ensina com muito mais eloquência do que a universidade. Por mais que tente, um chumbo num exame não consegue ser tão pedagógico como uma cicatriz na cabeça, ou um vergão no lombo.
O agente que salvou o país e a própria humanidade deve estar orgulhoso.
Livrar o mundo de larápios, de desordeiros e de fotojornalistas do sexo feminino são algumas das principais razões que levam alguém a inscrever-se na polícia. Quem nunca brincou, em criança, aos polícias e fotojornalistas? Quem não recorda as séries policiais em que os melhores detectives tentam caçar os fotojornalistas mais pérfidos e astutos?
Ao que parece, o agente reagia a provocações dos manifestantes. Neste ponto, é justo reconhecer o modo como as costas da fotojornalista contribuíram para o alívio das tensões sociais.
Este seria, aliás, um bom método para aplicar, por exemplo, no mundo do trabalho.
Em cada empresa, haveria um fotojornalista. Sempre que houvesse conflitos laborais ou outros, os ofendidos espancavam o fotojornalista e voltavam ao trabalho revigorados. Pode ser que agora se comece a pensar nisso.
O Presidente Cavaco Silva também se interessou pelo caso e disse que é importante averiguar tudo o que se passou naquela tarde. Nomeadamente, porque é que só dois jornalistas apanharam. Ao que parece, o inquérito já decorre, e estará concluído mal se acabe de averiguar tudo o que se passou há 18 anos, na Ponte 25 de Abril. fonte
Primeiro-Ministro julgado por corrupção e assaltado? ( Anedota)
O ex Primeiro-Ministro, José Sócrates, aguardava impaciente o resultado do julgamento onde era acusado de corrupção.
O advogado estava muito contente pois o Sócrates tinha sido ilibado, ele telefona ao seu cliente e diz euforicamente:
- Senhor Primeiro -Ministro! Já sei a sentença. Foi feita justiça... e...
Responde imediatamente José Sócrates:
- Ai é? Pois então vamos recorrer… Esses gajos estão parvos? Quem pensam eles que são?
Assalto ao outro Primeiro Ministro
Um ladrão, sem reconhecer o Primeiro Ministro, aproxima-se do Passos Coelho e diz:
- Isto é um assalto! Passe para cá todo o seu dinheiro!
Espertos como são os políticos, o Primeiro Ministro tenta safar-se:
- Calma, não sabe quem eu sou? Eu sou o seu Primeiro Ministro, Passos Coelho…
Ao que o ladrão responde:
- Nesse caso, passe para cá o meu dinheiro!
- Senhor Primeiro -Ministro! Já sei a sentença. Foi feita justiça... e...
Responde imediatamente José Sócrates:
- Ai é? Pois então vamos recorrer… Esses gajos estão parvos? Quem pensam eles que são?
Assalto ao outro Primeiro Ministro
Um ladrão, sem reconhecer o Primeiro Ministro, aproxima-se do Passos Coelho e diz:
- Isto é um assalto! Passe para cá todo o seu dinheiro!
Espertos como são os políticos, o Primeiro Ministro tenta safar-se:
- Calma, não sabe quem eu sou? Eu sou o seu Primeiro Ministro, Passos Coelho…
Ao que o ladrão responde:
- Nesse caso, passe para cá o meu dinheiro!
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