18 agosto, 2015

Ex-administrador do BPN diz que Victor Constâncio só agravou o prejuízo para o país, e Sócrates mentiu

O BANCO DE PORTUGAL NÃO GOSTAVA QUE LHE COMUNICÁSSEMOS AS FRAUDES QUE ÍAMOS ENCONTRANDO, COMO SE O MENSAGEIRO É QUE FOSSE O CULPADO DOS CRIMES QUE COMUNICAVA.
O ministro das Finanças mentiu descaradamente, e por isso deve ter sido condecorado pelo Cavaco Silva... pela incompetência e deslealdade ao povo.
Uma auditoria descobriu em 6 horas o que o Banco de Portugal não descobriu em muitos anos, por isso Meira Fernandes, sugere uma auditoria à supervisão do Banco de Portugal.



Meira Fernandes acusou o antigo governador do Banco de Portugal e o ex-ministro das Finanças de terem agravado a situação do BPN com declarações feitas na altura em que o ‘escândalo’ rebentou. O antigo administrador do banco entretanto nacionalizado disse ainda que o Estado teria poupado 380 milhões de euros se tivesse seguido o 'plano Cadilhe'.
"Como havia uma participação dos acionistas de 380 milhões de euros, em qualquer caso era sempre menos 380 milhões de euros. É aritmética, porque o Governo podia depois nacionalizar [o banco] em qualquer altura", defendeu Meira Fernandes.
O plano de reestruturação de Miguel Cadilhe, então presidente do BPN, passava por um misto de capitais públicos e privados, com a injeção de 380 milhões de euros pelos acionistas, enquanto o Estado entrava com 600 milhões de euros em ações preferenciais, com um dividendo prioritário.
No entanto, o Governo de José Sócrates optou pela nacionalização do banco, decisão igualmente criticada por Meira Fernandes durante a audição. Para o responsável, o argumento de risco sistémico utilizado pelo executivo não se colocava para um banco que tinha dois por cento de quota de mercado. (MENTIRAS DO GOVERNO) Para além disso, o Governo terá recusado a injeção dos 600 milhões de euros devido aos “custos para os contribuintes”, quando essa cedência de capital era "remunerada" e com "dividendo prioritário", e depois considerou que a nacionalização seria a melhor opção.
“Fomos completamente enganados” O ex-administrador do BPN afirmou que a sua equipa, liderada por Miguel Cadilhe, foi "completamente enganada", inclusive “por alguns dos acionistas” da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), numa alusão ao facto de a equipa desconhecer o teor de um documento intitulado "estado da Nação" sobre a situação do grupo.
De acordo com Meira Fernandes, a sua equipa entendia que a SLN deveria opor-se à nacionalização do BPN proposta pelo Governo, apresentando duas ações, uma delas sobre os critérios de avaliação do valor patrimonial do banco para efeitos de indemnização.

"Mas alguns acionistas entenderam que isso não seria bom, porque demorava anos e criava maiores dificuldades. A certa altura apercebemo-nos que a SLN não veria com maus olhos se nós saíssemos, porque preferiam pôr pessoas eventualmente mais competentes e mais flexíveis (no sentido de saber negociar)", disse Meira Fernandes. “Presumo que eles [acionistas da SLN] não ficaram tristes por nós termos saído", acrescentou.
"A partir do momento em que começámos a comunicar ao Banco de Portugal o que íamos encontrando, o Banco de Portugal começou a reagir como se o mensageiro fosse culpado da mensagem. As relações começaram a ser azedas", relatou Meira Fernandes, respondendo a questões do deputado do CDS João Almeida, o primeiro a inquiri-lo durante a audição ao antigo administrador do BPN no âmbito da segunda Comissão de Inquérito ao BPN. 
Ana Catarina Mendes perguntou diretamente a Meira Fernandes quantos economistas, em 2008, apoiaram a viabilidade do "plano Cadilhe" para a recuperação do BPN. Meira Fernandes respondeu: "Provavelmente nenhum". "Provavelmente na altura estava toda a gente com a nacionalização, assim como agora está toda a gente contra a nacionalização". RTP

O Banco de Portugal foi o alvo principal de Meira Fernandes no início da audição, ao considerar que neste processo se encontra "fortes indícios de negligência" do supervisor bancário, ao não detetar irregularidades na atuação do BPN, como concentração de crédito, e ao ter tido um comportamento que "conduziu ao agravamento da liquidez". Ainda assim, afirmou, a "sangria" de depósitos no BPN deu-se depois da nacionalização porque as "pessoas não acreditaram muito na intervenção do Estado".
Os depósitos que eram de 4,4 mil milhões de euros em 2008 chegaram a 2011 a menos de metade, 1,68 mil milhões de euros, especificou. "Só posso achar que o senhor ministro das Finanças não percebeu o que estava a fazer", afirmou Meira Fernandes. DN

CONHEÇAM E PARTILHEM ESTA LISTA DE VIDEOS CHOCANTES QUE MUITOS PORTUGUESES DESCONHECEM E POR ISSO CONTINUAM A DORMIR, EM VEZ DE ACORDAR E IR À LUTA.
 Desde 2002 auditoria revelava crimes no BPN, BdP mentia castigava quem denunciava? O banco de Portugal tinha obrigação de ter travado o crime do BPN, desde 2002 que se sabia o que se passava no BPN e as fraudes que lá se passavam.

 
Braga, a fábrica de milionários.Melhor que tráfico de droga? Continuaremos por muitos anos a pagar o buraco do BPN. Pagamos 24 milhões de euros a milionário de Braga que diz que foi enganado pelo BPN... Portugal foi enganado pelo BPN, não foi o milionário de Braga. Em Abril de 2014, o estado foi condenado a pagar os milhões a este parceiro de Mesquita Machado.

BPN, quem está rico com o teu dinheiro? Quem foi ao pote do BPN? Quanto roubaram? Conheça neste video o nome dos que pediram dinheiro ao BPN e ainda estão a dever, ou seja, milionários que andam a gozar a vida ás nossas custas, pois o dinheiro que eles pediram, foi pago com os nossos impostos.

Cavaco Silva:"sou muito rigoroso"? SLN o BPN, e as mentiras. Cavaco diz que era um misero professor não sabia nada das acções??

50 milhões para Dias Loureiro e o amigo traficante de armas. Neste video Dias Loureiro deixa perceber que tipo de personagem é, um manipulador que recorre ao miserabilismo para criar pena nas pessoas. Um perfil típico de um burlão. Coitado nem sabia que andava a emprestar dinheiro aos milhões e a comprar empresas falidas a um criminoso internacional? El-Assir, o traficante de armas?

Paulo Portas acusa Vítor Constâncio de incompetente! Banco de Portugal e a fraude. Na oposição Paulo Portas era um oponente perigoso... Mas claro foi só na oposição... mas pelo menos para quem quer perceber a incompetência do Banco de Portugal, ao ver este video, ficará de boca aberta com os dados que aqui são revelados sobre as falhas de Victor Constancio que mais se parecem com crime grave.

Oliveira e Costa já tinha "cadastro". Conheça o seu percurso obscuro. Victor Constâncio diz que ninguém podia imaginar que Oliveira e Costa era alguém desonesto e que portanto foi enganado pela sua imagem de confiança, mas bastaria investigar o seu passado que rapidamente se percebe que as intenções e desonestidade de Oliveira e Costa já vem de longe, de muito longe, no passado. E continuam... e mesmo que Oliveira e Costa não levantasse suspeitas, bastava dar ouvidos à tal auditoria de 2002 que o banco de Portugal silenciou e que está aqui na lista de videos.

Ministra das Finanças o BPN e a "Girl" do PS
Paulo Morais neste video explica porque existem pessoas nos governos que transitam de governo em governo: Para garantirem que determinadas pastas de crimes se mantêm em mãos "seguras" e não são expostas ao público.

Amigos do BPN que financiaram Cavaco até ao poleiro.


Oliveira Costa não tem dinheiro para pagar multas do BPN? Escondeu-o. A sua desonestidade prossegue.

Sócrates ou é alucinado ou corrupto, e protector da máfia BPN. Neste video Paulo Morais diz que percebeu quem iria ser Sócrates como politico quando o viu de muito boas relações com a máfia do BPN e até mesmo em eventos públicos como foi o caso da apresentação da Biografia de Sócrates, «O menino de ouro do PS» Percebi que ele iria trazer a máfia de Portugal também para o seu governo.
Livro de Eduarda Maio apresentado por Dias Loureiro que se confessou «emocionado» com a leitura.
«O lado dos afectos foi dos que mais me emocionou, o seu amor pela sua terra. Temos a obrigação de respeitar essa herança, amá-la e transmiti-la», afirmou.

5 comentários :

  1. Esse Victor Constâncio é um autêntico bandido, um malfeitor que talvez poucos lhe igualem. Se não estou em erro, foi ele que fez desaparecer do Banco de Portugal, umas boas toneladas de ouro, cujo destino é desconhecido. Já tentei investigar aí na net esse assunto das toneladas de ouro que se evaporaram, mas existe muita pouca informação sobre o assunto. Foram cerca de 200 toneladas de ouro que esse grande ladrão vendeu. Fortuna acumulada pela Nação que esse mafioso não se fez rogado em delapidar, só resta saber, a favor de quem ?

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    1. Como bem se sabe o BPN foi o golpe de misericórdia para rebentar com as finanças do estado e assim entregar Portugal aos agiotas. A Alemanha estava carente precisa de mais 10 milhões de escravos a pagar juros para o BCE. E Victor Constancio arranjou forma de colocar esses 10 milhões de portugueses a ficar escravos de uma divida agiota.

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    2. Talvez não tardará muito que esses mesmos 10 milhões que ele pôs á disposição dos Alemães como escravos, se revoltem e o pendurem no pelourinho. Com 10 cordas ao pescoço, para ter como seguro que não se vá dar o caso de que ele ressuscite e nos faça mais um golpe de bpn.

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  2. As parvalheiras que foram feitas antes e depois de ter rebentado o BPN, muitas que vamos pagando ao longo dos anos, foram feitas por portuguesinhos bem portugueses e que são, como vamos ver nas próximas eleições votados em grande pelos cimplices..perdão pelos eleitores. Não precisam os alemães de vir cá ,que os nacionais já são bem capazes de entregar o ouro ao bandido.

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    1. No caso BES/GES, o Estado e o Banco de Portugal, às ordens do Governo, enganaram os portugueses quando proclamaram que a falência do banco iria evitar custos aos contribuintes. Tratou-se de uma manobra indigna de um Estado democrático, com objectivos eleitorais. Os erros da governação e os erros dos banqueiros têm a mesma origem, na promiscuidade entre a política e os negócios, em que Ricardo Salgado e amigos foram pioneiros.

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