12 dezembro, 2014

Quem vive muito acima das suas possibilidades é o Estado, a classe política e os gestores públicos

85% da divida foi gerada pela corrupção de décadas. PS, PSD, CDS... 


Quem vive muito acima das suas possibilidades é o Estado, a classe política, os gestores públicos.
A mentira mais repetida na vida política portuguesa é a de que os portugueses vivem acima das suas possibilidades, trabalham pouco, ganham demasiado e deveriam poupar mais. Nada de mais errado: este conjunto de mitos constitui um embuste.
O primeiro mito é o de que os portugueses vivem acima das suas possibilidades, fazem férias caras e compram bens que não deviam. Um logro. Quando adquirem bens ou serviços, os cidadãos fazem-no ou com o seu dinheiro ou a crédito. No primeiro caso, estão no seu direito. Na segunda hipótese, a responsabilidade será sempre do cliente; ou, se resulta de má avaliação ou ganância por parte da banca, é por esta que deve ser assumido o prejuízo.
Muito pelo contrário, quem vive muito acima das suas possibilidades é o Estado, a classe política, os gestores públicos e todos os que comem da manjedoura que é o orçamento do estado. O português comum, esse, infelizmente, tem vivido muito abaixo do nível médio do europeu.

O segundo mito, em Portugal trabalha-se pouco. 
Uma falsidade. Os nossos trabalhadores cumprem horários semanais dos mais extensos da Europa. Estão é mal enquadrados e são mal dirigidos. Na administração pública, a gestão é fraca, os dirigentes, "boys" partidários, são, na sua maioria, habilidosos caciques e organizadores de campanhas, mas péssimos gestores.


Portugal entre os menos produtivos da UE? Porque será? 

Acresce que a incompetência se contagia às empresas privadas que vivem de favores do Estado e que, para isso apenas, contratam traficantes de influência. 
Com dirigentes destes, a produtividade só poderia ser fraca. E ganham demais? Não me parece que salários altos alguma vez tenham sido o problema de Portugal. Pelo contrário, é lamentável que tenhamos chegado a 2011 com um ordenado bruto médio de 900 euros, o que representa um rendimento líquido mensal de 711 euros. Isto é ganhar muito? Finalmente, é agora moda pedir aos portugueses que poupem. Mas vir pedir a um povo, que tem salários de miséria, para poupar é, no mínimo, ridículo e insultuoso. E inútil. 
Todo este chorrilho de mentiras e moralismos apenas servem para disfarçar a incapacidade dos políticos. O que os portugueses precisam não é de lições de moral, mas sim de governantes competentes e sérios. Paulo Morais

Em relação à produtividade dos portugueses, eis alguns dados e opiniões:
--PORTUGAL ENTRE OS QUE TRABALHA MAIS HORAS, MAS PRODUZ MENOS.
--Salários em Portugal estão adequados à baixa produtividade dos trabalhadores
--Horas de trabalho versus produtividade.

Neste video Medina Carreira explica como o estado tem vivido acima das suas possibilidades, graças à gestão criminosa dos que se apoderam dele.


No entanto há que perceber que uma coisa é os governantes tentarem acusar os cidadãos de terem vivido acima do que ganhavam. Outra coisa é o que diz Medina Carreira, NESTE VIDEO. Ele critica os desgovernantes, políticos irresponsáveis que jamais se preocuparam em equilibrar a balança, e permitem que o estado viva acima daquilo que dispõe para gastar, ou seja a despesa tem sido durante anos e anos, maior que a receita. Estes é que viveram acima das nossas possibilidades e gastam os impostos acima de qualquer razoabilidade.
Os políticos portugueses, verdadeiros gestores criminosos, conseguem gastar/esbanjar/desviar sempre mais do que aquilo que se produz e do que aquilo que existe para se gastar.
Muito do crescimento insuportável da despesa deve-se à fome e desespero destes gananciosos pela conquista do poleiro. Prometem e oferecem tudo e mais alguma coisa apenas para poderem ganhar eleições esgotando e desrespeitando os impostos dos portugueses. Prometem aquilo que já ninguém consegue pagar.
Um outro video, neste link, de Medina Carreira, que reforçam este tema.

SOMOS UM DOS PAÍSES DA U.E. QUE MAIS GASTA EM PENSÕES MAS TAMBÉM SOMOS DOS QUE TÊM O MAIS ELEVADO RISCO DE POBREZA ENTRE OS IDOSOS. 
AFINAL O DINHEIRO VAI PARA QUEM?
O estudo do FMI intitulado ‘Repensar o Estado – Opções Seleccionadas de Reforma de Despesa’, elaborado por 6 técnicos do Fundo, faz um diagnóstico exaustivo da estrutura da despesa pública (excessiva) em Portugal e ilustra, ao longo de 96 páginas, como o designado ‘Estado Social’ também pode promover desigualdades, injustiça e desperdício de recursos, tornando-se perverso e lançando um país na bancarrota.----ARTIGO COMPLETO: 

Cerca de 6 milhões de portugueses dependem do estado, são os denominados de "partido do estado" e
fazem ganhar eleições. Milhões de portugueses votam em quem promete dar dinheiro do estado, nem políticos nem eleitores se preocupam com a sustentabilidade e a honestidade. 
Por isso os partidos têm que caçar votos arruinando o estado, prometendo dinheiro aos que dependem do estado porque esses são uma grande parte da população. 
"O partido-estado é um partido transversal, é um transpartido que acolhe cerca de 6 milhões de portugueses que, directa ou indirectamente, dependem das suas remunerações, benefícios, prestações e contratos."  ANTÓNIO COVAS IN Público.



3 comentários :

  1. Acho que ainda não encontramos os dirigentes políticos que transformem em vontade politica(votos) estas verdades que até podem ferir algumas pessoas(por involuntariamente fazerem parte do problema); mas temos que ter esperança que ainda vamos ver aparecer gente capaz de fazer nascer a esperança. A linha do que diz o Paulo Morais ou o J.Gomes Ferreira tem gente habilitada, pena que não avancem. Eu estou farto de pulhas centroes amigos do espirito santo, do pai e do filho e que têm massacrado os contribuintes com pagamentos de rendas fixas para essas sanguessugas que já estão garantidos até 2040. Por isso pagamos a electricidade mais cara da UE e portagens escandalosas para o nivel de vida medio

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  2. E o nosso tecido empresarial fraco, ferido de morte pelo recurso excessivo ao crédito, recheado de gestores terrivelmente amadores do ponto de vista financeiro e operacional e de funcionários pouco qualificados e competentes, também é culpa do estado e da corrupção?

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  3. Os sistemas de controlo dos cidadãos, inocentes ou não, estão em todo o lado: Câmaras em todas as ruas, estradas, auto-estradas. Escutas de todos os telemóveis e computadores. Localização gps de qualquer pessoa ou bem.
    Mas para o crime político não há controlo? Até os vencimentos e mordomias dos deputados são secretos. Mais as pensões vitalícias desses meninos. A banca, criminosa até ao tutano, também é incontrolável, claro.
    Só é político quem quer!
    Tal como é feito aos agentes da CIA e do FBI, todos os anos, os políticos deveriam responder a perguntas chave, monitorizados pelo polígrafo.
    É a única forma de evitar que escumalha criminosa da política triunfe!

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