30 janeiro, 2014

FMI DENUNCIA A MÁ DISTRIBUIÇÃO DOS APOIOS SOCIAIS, MAS GOVERNO PROSSEGUE NO ERRO.

É BOM SABER ESTAS COISAS.
SOMOS UM DOS PAÍSES DA UE QUE MAIS GASTA EM PENSÕES MAS TAMBÉM SOMOS DOS QUE TÊM O MAIS ELEVADO RISCO DE POBREZA ENTRE OS IDOSOS.
AFINAL O DINHEIRO VAI PARA QUEM?

O estudo do FMI intitulado ‘Repensar o Estado – Opções Seleccionadas de Reforma de Despesa’, elaborado por 6 técnicos do Fundo, faz um diagnóstico exaustivo da estrutura da despesa pública (excessiva) em Portugal e ilustra, ao longo de 96 páginas, como o designado ‘Estado Social’ também pode promover desigualdades, injustiça e desperdício de recursos, tornando-se perverso e lançando um país na bancarrota.

PENSÕES A PRECISAR DE REFORMA. Governos distribuem subsídios e reformas sem sustentabilidade ou equidade, apenas para ganhar votos.
É importante reformar o estado social. Acabar com as reformas milionárias e precoces dos parasitas, acabar com os subsídios para os falsos pobres. (com as PPP, Rendas da EDP, fundações, etc) 

"No fim da tabela estão quase 2 milhões de pensionistas que têm uma pensão mensal de 364 euros por mês, o que equivale a 80% de todos os beneficiários. São informações que se conhecem no mesmo dia em que o Executivo discute com a troika cortes nas reformas.
Os dados publicados permitem perceber o universo de pensões douradas, tanto no Estado como na Segurança Social. Com uma pensão média de 5410 euros ou superior – até aos 16 mil euros – há 7582 portugueses. Só com pensões perto dos dez mil euros são três centenas de reformados. Os 56 pensionistas que recebem em média 16 785 euros custam anualmente aos cofres públicos – seja via Caixa Geral de Aposentações, seja via Segurança Social -11 milhões de euros." fonte

Após assinalar que Portugal gasta actualmente cerca de 14,5% do PIB com o seu programa público de pensões, uma das maiores parcelas entre as economias avançadas, o documento sublinha que ‘durante 2000-2012, a despesa pública com pensões (em percentagem do PIB) aumentou de 9% para 14,5%’. Mas tal não impede que Portugal apresente no contexto da EU ‘um dos mais elevados ratios de despesa com pensões, tem também um elevado valor de risco de pobreza entre os mais velhos (partindo do indicador relativo aos indivíduos com 65 e mais anos cujos rendimentos se situam abaixo dos 60% da média do rendimento das famílias)’. 
Após reconhecer que o sistema português de pensões não é equitativo e que as reformas entretanto efectuadas ‘têm colocado a maior parte do ônus do ajuste nas futuras gerações de aposentados’, os técnicos do FMI sugerem um corte fixo para todas as pensões acima da mínima e a fusão do sistema público e do sistema privado (a pensão média do primeiro é três vezes superior à do segundo).

PRESTAÇÕES SOCIAIS PARA OS QUE MENOS PRECISAM
Os dados mostram, realça o documento, que 56,4% dos benefícios de assistência social foi ‘gasto com pessoas que não os 20% mais pobres da população em 2009’. E acrescenta: ‘em 2009, o quintil de pessoas com mais rendimentos recebeu 33.8% de todas as prestações sociais, enquanto o quintil inferior recebeu apenas 13.2%’.
Os exemplos que evidenciam a irracionalidade, iniquidade e ineficiência das prestações sociais sucedem-se: ‘para abonos de família / criança, e não obstante a recente introdução da prova de meios, mais de dois terços dos benefícios vão para os não-pobres’" fonte (ponto 57)
Crianças portuguesas são as mais pobres
De 24 países analisados pela UNICEF, Portugal é o que apresenta maior taxa de pobreza das crianças, mesmo após a atribuição de subsídios. Significa isto que os apoios sociais são demasiado pequenos ou o esforço do Estado não será transversal à família dos menores. JN
Video, crianças portuguesas mais pobres da UE. 

O FMI DENUNCIA A FALTA DE EQUIDADE E DESPESISMO, O GOVERNO OPTA POR CORTAR NOS ALVOS ERRADOS.
A reforma é urgente, mas por alguém competente e justo... 
Repare-se ainda que as pensões médias do sistema público são 3 vezes superior à média do privado. As famosas pensões estrondosas de políticos e gestores públicos, que distorcem as estatísticas e as contas.
As fatias mais significativas do estado social, ficam nas mãos dos mais poderosos e não na mão dos mais necessitados, o poder é o factor decisivo.
É um hábito em Portugal... distribuir-se e exigir-se subsídios, reformas, apoios, que na realidade favorecem quem sabe mexer-se e tem cunha, e não quem precisa.

2012-  Comissário do Conselho da Europa diz que as medidas fiscais não são equitativas e estão a afectar em particular os grupos sociais mais vulneráveis, como as crianças e os idosos.
As medidas de austeridade em Portugal são "uma ameaça" aos direitos humanos, considera o comissário do Conselho da Europa para esta área, no final de uma visita de três dias a Lisboa.  fonte

"Portugal é o terceiro pior da Europa Ocidental em bem-estar dos idosos
Os primeiros lugares, entre os países da Europa Ocidental, são ocupados pela Suíça, Noruega, Suécia e Alemanha, países que ocupam o topo da tabela a nível mundial.
No global, a Suíça ocupa o primeiro lugar, enquanto o Afeganistão permanece no último lugar da tabela. Tal como em 2013 e em 2014, os 19 primeiros lugares são ocupados por países industrializados.Entre os 96 países do mundo avaliados, Portugal aparece em 38.º lugar, ou seja, entre os quarenta melhores e acima do meio da tabela, mas quando a análise é feita tendo em conta os 19 países da Europa Ocidental, Portugal é remetido para a base da tabela, sendo o terceiro pior, só à frente de Malta e da Grécia. 

O caso das milhares de casas sociais oferecidas, por cunha, em Lisboa.
As ajudas aos carentes maçons
A bolsa de estudos para o carenciado filho de Mário Soares e esposa.
A bolsa inventada á medida do pobre filho de uma sec. do trabalho. 
Onde está o dinheiro para os desempregados, honestos trabalhadores que agora passam fome junto com a família?
Onde está o dinheiro para o reformado honesto que trabalhou 40 ou mais anos e recebe 300 euros para viver na miséria? Enquanto alguns recebem 700 euros por terem passado a vida sem nunca trabalhar, preferem enganar e roubar? Onde está o subsidio para o deficiente, para o doente terminal?
Os apoios sociais têm de deixar de servir para manter os ricos e os parasitas no parasitismo.
Onde está o povo coerente que grita que recusa a reforma do estado social? Anda tudo louco?
Onde está a economia que sustente as incoerências e loucuras?? Prometidas por políticos loucos e irresponsáveis que sabem que prometer subsídios insustentáveis sem lei nem justiça, significa ganhar votos... mas também condenar o futuro dos que pagaram os seus subsídios.
Será possível que o povo queira manter este estado social, desigual, injusto e insustentável? Que protege e enriquece os já ricos e é injusta para os que precisam?

Neste video, Medina explica como os governos geriram o estado social até à falência... mas não deixa de criticar outros sectores insustentáveis, como as PPP, poder local, EDP, fundações, etc. A entrevista tinha como tema as pensões, no entanto se virem a compilação do video até ao fim, reparam que ele defende os cortes noutras áreas que estão a ser protegidas por pura corrupção.



UMA RESSALVA IMPORTANTE, POR FAVOR.
Neste artigo, de Paulo Trigo Pereira, podem perceber melhor o que Medina quer explicar - "Há apenas quatro rubricas da despesa que absorvem dois terços da despesa do Estado em sentido lato (administração central e segurança social): pensões, pessoal, aquisição de bens e serviços na saúde e juros. Se distinguirmos as pensões da CGA das da segurança social, temos cinco grandes itens da despesa. Qualquer corte significativo na despesa só se fez, e só se poderá fazer, numa destas categorias."  Artigo completo na fonte
É isto que Medina tenta explicar quando diz que "é aqui que o governo tem que cortar", a forma como ele se expressa é que leva as pessoas a perceber que ele é a favor dos cortes nas pensões. Esta frase significa apenas que para o governo é mais fácil e rentável cortar aqui porque é onde há mais dinheiro e mais despesa.

clique na imagem para ampliar
Já é habitual, sempre que se fala neste assunto, surgirem comentários precipitados, do género... - Cortem nas PPP, no BPN, nas fundações... etc etc.
Medina foi convidado para falar do tema pensões, mas ele não defende apenas cortes no estado social... Além do mais criticar um problema, não exclui a critica aos outros, neste blog pode constatar que essa é uma denúncia diária... a corrupção e a falta de equidade que ela provoca... mas não devemos negar o óbvio, é também a incompetência da gestão dos nossos desgovernantes, que distribuem os impostos, sem equidade e sem sustentabilidade, que contribui para o caos que nos aflige. Medina Carreira, tenta explicar e é sempre crucificado, apenas porque não queremos escutar. Há que cortar em todas as despesas criminosas e parasitas da corrupção, mas há também que reformar o estado social... uma coisa não impede a outra.

Mas claro está que quando o Medina alerta para a realidade e diz que é urgente reformar o caos, as pessoa nem conseguem perceber que ele refere a insustentabilidade da SS, está também a criticar os vários tipos de abusos e a insustentabilidade de outras loucuras dos governos. Quando afirma que deve haver cortes, está a referir-se aos cortes nos reformados ricos e precoces e não nos pobres. Pois ele por diversas vezes critica a perseguição do governo aos mais fracos e pobres.
Um cidadão com a postura do Medina, que critica e denuncia a corrupção, a incompetência do governo e a destruição do país por parte dos políticos, deveria ter deixado, pelos menos aos mais esclarecidos, provas suficientes de que lado está o Medina. Tantas são as vezes que ele critica os políticos por sacrificarem os mais fracos e desprotegidos, para favorecer os amigos e ricos.
Mas é injustamente acusado e atacado por aqueles que não gostam do que ele denuncia, porque infelizmente há pessoas que preferem defender o seu partido corrupto, atacando quem o denuncia. Há milhões de portugueses que preferem ajudar o Sócrates ou o Cavaco Silva a comprar um Mercedes novo, do que ajudar a sua própria família a ter pão na mesa.

Portugal é o país europeu com mais rendimento concentrado nos mais ricos
Em 2011, os 10% mais ricos reuniam 27,3% do rendimento global das famílias portuguesas num ano.
Na prática, um décimo das famílias portuguesas concentra 27,3% do rendimento global amealhado por todas durante um ano. A percentagem tem vindo a aumentar e era, em 2011, últimos dados disponíveis, a mais elevada da União Europeia, ficando fica 3,4 pontos percentuais acima da média comunitária. fonte

  MAIS SUBSÍDIOS LOUCOS
  1. Subsídios de transporte de 6 mil euros?
  2. O típico parasita, eterno papa subsídios 
  3. Subsidio de habitação de luxo para os pobres juízes 
  4. Os pobres juízes subsidiados 
  5. Ocultação de subsídios de luxo para diplomatas
  6. 11 milhões ano para funcionários fantasma
  7. ETC... ETC.. ETC... 
  8. As reformas milionárias dos banqueiros snobs
  9. Os loucos reformados da CGD.
  10. As reformas vitalícias e precoces dos políticos, esses necessitados
  11. Os subsídios de reinserção, de refeição dos deputados
  12. Cantinas com sopa dos pobres, para os deputados?
  13. Subsidio para morrer, para nascer, para viver, mesmo sem precisarem? 
  14. Não sabemos fazer nada sem subsídio?
  15. Subsidio para montar empresa, para manter empresa, para cultivar batatas, para pescar, para escolas de touradas, para toureiros, para teatrinhos de bairro, subsídios para estrangeiros pedintes, para criminosos... 
AS REFORMAS MILIONÁRIAS
Reformas milionárias e insustentáveis, são, por exemplo, as reformas dos ex-governadores do Banco de Portugal que as recebem desde o momento em que abandonaram o cargo onde por vezes nem estiveram muito tempo. Não é a reforma de quatro mil euros de um funcionário que descontou até aos sessenta e cinco ou até aos setenta anos que é milionária, uma reforma milionária e, pior ainda do milionária, oportunista e abusiva é a que Luís Campos e Cunha recebe desde que deixou de ser vice-governador do Banco de Portugal e que é de oito mil euros, mais do que recebia quando era ministro ou do que aquilo que recebe um Presidente da República.

O país deveria repor justiça no passado e da mesma forma que corrige as reformas futuras, limitando-as, às carreiras contributivas, deveria também ter a coragem de fazer o mesmo em relação às reformas concedidas no passado e que hoje já estão a ser pagas pelos que trabalham e que estão sujeitos a cortes de vencimentos e não sabem qual vai ser o seu futuro. É esta a coragem que falta ao país, da mesma forma que falta a coragem de suspender as reformas oportunistas como a que Luís Campos e Cunha recebe graças a uma situação de oportunismo criada no passado. Como é possível que este senhor ainda tenha coragem de opinar em público sobre os problemas do país quando recebe desde os quarenta e nove anos de idade uma reforma de 8.000 euros depois de ter descontado apenas durante os seis anos que esteve no BdP? O mesmo se pode dizer de Bagão Félix que além da reforma do BCP negociada com um convite para ministro no bolso também beneficia de uma reforma do BdP!

Porque insistem em falar da insustentabilidade das pensões e não falar da insustentabilidade da saúde? Da educação? Ou das rodovias? Ou do sistema de justiça? Ou das Forças Armadas? 
Falácias e mentiras sobre pensões (Bagão Félix)

1. “As pensões e salários pagos pelo Estado ultrapassam os 70% da despesa pública, logo é aí que se tem que cortar”. O número está, desde logo, errado: são 42,2% (OE 2014). Quanto às pensões, quem assim faz as contas esquece-se que ao seu valor bruto há que descontar a parte das contribuições que só existem por causa daquelas. Ou seja, em vez de quase 24.000 M€ de pensões pagas (CGA + SS) há que abater a parte que financia a sua componente contributiva (cerca de 2/3 da TSU). Assim sendo, o valor que sobra representa 8,1% da despesa das Administrações Públicas.

2. Ou seja, nada de diferente do que o Estado faz quando transforma as SCUT em auto-estradas com portagens, ao deduzi-las ao seu custo futuro. Como à despesa bruta das universidades se devem deduzir as propinas. E tantos outros casos…

3. Curiosamente ninguém fala do que aconteceu antes: quando entravam mais contribuições do que se pagava em pensões. Aí o Estado não se queixava de aproveitar fundos para cobrir outros défices.

4. Outra falácia: “o sistema público de pensões é insustentável”. Verdade seja dita que esse risco é cada vez mais consequência do efeito duplo do desemprego (menos pagadores/mais recebedores) e – muito menos do que se pensa – da demografia, em parte já compensada pelo aumento gradual da idade de reforma (f. de sustentabilidade). Mas porque é que tantos “sábios de ouvido” falam da insustentabilidade das pensões públicas e nada dizem sobre a insustentabilidade da saúde ou da educação também pelas mesmas razões económicas e demográficas? Ou das rodovias? Ou do sistema de justiça? Ou das Forças Armadas? Etc. Será que só para as pensões o pagador dos défices tem que ser o seu pseudo “causador”, quase numa generalização do princípio do poluidor/pagador?

5. “A CES não é um imposto”, dizem. Então façam o favor de explicar o que é? Basta de logro intelectual. E de “inovações” pelas quais a CES (imagine-se!) é considerada em contabilidade nacional como “dedução a prestações sociais” (p. 38 da Síntese de Execução Orçamental de Novembro, DGO).

6. “95% dos pensionistas da SS escapam à CES”, diz-se com cândido rubor social. Nem se dá conta que é pela pior razão, ou seja por 90% das pensões estarem abaixo dos 500 €. Seria, como num país de 50% de pobres, dizer que muita gente é poupada aos impostos. Os pobres agradecem tal desvelo.

7. A CES, além de um imposto duplo sobre o rendimento, trata de igual modo pensões contributivas e pensões-bónus sem base de descontos, não diferencia carreiras longas e nem sequer distingue idades (diminuindo o agravamento para os mais velhos) como até o fazia a convergência (chumbada) das pensões da CGA.

8. “As pensões podem ser cortadas”, sentenciam os mais afoitos. Então o crédito dos detentores da dívida pública é intocável e os créditos dos reformados podem ser sujeitos a todas as arbitrariedades?

P.S. Uma nota de ironia simbólica (admito que demagógica): no Governo há “assessores de aviário”, jovens promissores de 20 e poucos anos a vencer 3.000€ mensais. Expliquem-nos a razão por que um pensionista paga CES e IRS e estes jovens só pagam IRS! Ética social da austeridade?
“Público” 2014





9 comentários :

  1. e facil copiem o sistema suico, minimo de pensao 1300 frs maximo 2300frs todos descontamos a mesma percentagem, seja qual for o salario,escala 44 , por cada ano a menos, para a pre-reforma, ou por comecar a descontar mais tarde ha penlizacao, tem que se ter 44 anos de descontos, para ter a escala maxima, nao ha reformas douradas nem para-quedas dourados, quem as quiser receber tem que pagar para elas, e obrigatorio descontar para o segundo pilar equivalente aos PPR em Portugal, e o complemento a avs,/pimeiro pilar/, o valor da pensao depende do contrato quanto mais descontar mais recebe, no primeiro pilar fonciona o sistema de solidariedade quem ganha mais ajuda a pagar a pensao minima de quem ganha menos. para quem nao chega a pensao minima, ha as prestacoes complementares sao pagas pelo cantao de residencia. a constituicao helvetica obriga os cantoes a darem alojamento digno pagar os seguros de doenca acidente e outros, para os residentes legais, so dorme na rua ou passa fome quem quer, e da em dinheiro o equivalente ao minimo vital, para uma pessoa varia entre 1000frs a 1300frs depende do cantao. a situacao actual em Portugal, nao e digna de um pais da europa, quanto mais da uniao europeia, eu irei a Portugal de ferias, regressar, e dificil nos temos medo que esses senhores nos roubem o dinheiro das nossas pensoes. para proveito deles e depois nos paguem pensoes miseraveis como fez o governo italiano a quem regressou pensoes de 4000frs e mais,ficou com os descontos sao muitos milhoes e paga pensoes miseraveis, ja deu origem a alguns suicidios. por essa e outras, muitos portuguesses,reformados, estao a vir outra vez para a suica, e claro que mais tarde ou mais cedo, esses senhores irao ser responzabilizados pelas trafulhices e crimes que fizeram e continuam a fazer, porque razao, quem esta no activo agora tem que pagar as pensoes de quem se reformou com 20 ou 30 anos de servico? pensoes altissimas, falam en direitos adquiridos? esses actuais reformados haviam de ter vergonha estao a roubar os fihos e os netos. quando receberem em relacao ao que descontaram ai sim justica tera sido feita. aqui ha milhares de jovens e adultos que procuram trabalho, nem todos conseguem na franca luxemburgo inglaterra e outros, quando regressarem a Portugal vao passar fome? e os que la estao? qual e a solucao? mas nas tvs esta tudo bem pouco se fala dos graves problemas e so poeira para enganar o ze, eu divulgo e dou a conhecer este site? ou blog? nao interessa o nome, a todos que conheco e digo para fazerem o mesmo, a verdade e como o azeite vem sempre ao de cima aqui na suica esses senhores ja estavao todos presos ha muito tempo, com contas bloqueadas e expropiacao dos bens conseguidos com o dinheiro roubado ao POVO

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    1. Existem muitos sistemas melhores e mais sustentáveis, mas como é óbvio não são convenientes para os parasitas de impostos... a corrupção também seria fácil de combater mas repare como eles fingem que a combatem...

      Este video explica a farsa com que os governos nos tentam deitar areia para os olhos, quando fingem querer acabar com a corrupção. Para que todos percebam que as medidas que nos parecem justas, nunca funcionam nem são aprovadas.
      O CDS brinda-nos com mais um golpe de teatro? Quer acabar com as regalias dos juízes?
      É apenas mais um exemplo das medidas que eles fingem que querem tomar, para ganhar votos e iludir os cidadãos, que ainda acreditam que os políticos e os partidos representam o povo e o interesse nacional.
      As leis que favorecem quem legisla ou manda legislar, raramente ou nunca chumbam!!

      ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2013/08/a-manipulacao-e-o-teatro-dos-partidos.html#ixzz2rtW4mwna

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    2. No global, a Suíça ocupa o primeiro lugar, enquanto o Afeganistão permanece no último lugar da tabela. Tal como em 2013 e em 2014, os 19 primeiros lugares são ocupados por países industrializados.Entre os 96 países do mundo avaliados, Portugal aparece em 38.º lugar, ou seja, entre os quarenta melhores e acima do meio da tabela, mas quando a análise é feita tendo em conta os 19 países da Europa Ocidental, Portugal é remetido para a base da tabela, sendo o terceiro pior, só à frente de Malta e da Grécia. http://www.publico.pt/sociedade/noticia/portugal-e-o-terceiro-pior-da-europa-ocidental-em-bemestar-dos-idosos-1707265

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  2. se todos os servicos prestados pelo estado teem que se auto-sustentar, entao nao e preciso pagar impostos

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    1. Sustentabilidade não é o mesmo que auto sustentabilidade.

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  3. «Maravilhas» do capitalismo. De Miguel Tiago. "O capitalismo mata mais de 11 milhões de pessoas por ano. Em número absoluto, mete num chinelo os nazis, porque é global. A fome, que em 1990 atingia 820 milhões de pessoas, atingiu 870 milhões em 2013. Isto, apesar de a agricultura mundial produzir hoje mais 70 kcal por habitante do planeta do que há 30 anos. Ou seja, o mundo produz hoje 70 kcal/pessoa a mais do que em 1984, mesmo tendo em conta que a população mundial aumentou acima dos 60% nesse intervalo. Os objectivos da Cimeira Mundial da Alimentação de diminuir para metade não só não foram atingidos, como a população com fome aumentou. Mesmo usando novos parâmetros estatísticos, a fome não foi contida, mas apenas terá havido uma redução de cerca de 130 milhões de pessoas com fome entre 92 e 2013 (de mil milhões para 870 milhões). Também os objectivos do milénio estão muito longe de serem cumpridos, sendo que estão 234 milhões de pessoas abaixo do estabelecido (com as novas estatísticas) e 362 milhões (com as antigas)Num contexto em que a produção agrícola é mais pujante do que nunca e que é capaz de produzir mais o que o necessário para alimentar todo o planeta, isto significa que a acumulação e a má distribuição da riqueza e da alimentação são mais graves do que nunca."

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  4. Só os parasitas reformados é que vivem de forma digna. Quem trabalha no privado passa fome, reformas mínimas. Olhem para a assembleia da República, quantos reformados, os deputados, os ministros e até o parolo do presidente da república. Que república das bananas e também somos bananas ao permitir tudo aos políticos da treta. Aceitamos tudo, mesmo até os roubos . Miséria de portugal. Ninguém se revolta.

    Outra situação, sabem qual é a percentagem de reformados a ganhar menos 500€ ???
    São 75% dos reformados.

    Dá que pensar, como a segurança social é insustentável. São parasitas a roubar o estado de forma pornográfica.

    Portugueses vejam mais casa dos segredos e batem palminhas ao ronaldete e ao maurinho lol

    Fernando

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  5. Muito desinteressante a sua visão.
    Incita os seus semelhantes a revoltarem-se, mas não o faz! Belo exemplo!
    Critica-nos por vermos futebol, mas não percebe que não é melhor que nós. O que mudou? Que conseguiu?
    Pense lá... se estão todos com o rabo preso, quer mudar o quê? Uns recebem daqui, outros dali, uns mais outros menos.
    Só quando começarmos a ter fome é que nos vamos mexer. Até lá nada vai mudar.

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  6. As reformas milionárias e insustentáveis, estão ligadas, vinculados aos "sindicatos do crime" contra a normal vida de uma nação....Um povo quando é consciente e coerente, é este, toda a seiva de energia de uma nação...como tal, estamos a ser sugados por terríveis vampiros da obscura corrupção.

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