08 novembro, 2013

Está explicada a mentalidade dos politicos portugueses.... criancinhas irresponsáveis e arrogantes!


A arrogância a prepotência a irresponsabilidade o parasitismo a falta de visão a longo prazo, a incompetência e a imaturidade dos nossos políticos, ... bem retratada e justificada, com humor. 
No entanto convém substituir a palavra socialista pela palavra políticos, para evitar polémicas e assim teremos um texto realista, isento e justo. 
Não perca ainda este video onde se afirma que os nossos políticos são medíocres e governam à base de birras.

"Não sei se são só os meus filhos que são socialistas ou se são todas as crianças que sofrem do mesmo mal. Mas tenho a certeza do que falo em relação aos meus. E nada disto é deformação educacional – eles têm sido insistentemente educados no sentido inverso. Mas a natureza das criaturas resiste à benéfica influência paternal como a aldeia do Astérix resistiu culturalmente aos romanos. Os garotos são estóicos e defendem com resistência a bandeira marxista sem fazerem ideia de quem é o senhor.
Ora o primeiro sintoma desta deformação ideológica tem que ver com os direitos. Os meus filhos só têm direitos.
Direitos materiais, emocionais, futuros, ambíguos e todos eles adquiridos.
É tudo, absolutamente tudo, adquirido. 
Eles dão como adquirido o divertimento, as férias, a boleia para a escola, a escola, os ténis novos, o computador, a roupinha lavada, a televisão e até eu.
Deveres, não têm nenhum. Quanto muito lavam um prato por dia e puxam o edredão da cama para cima, pouco mais.
Vivem literalmente de mão estendida sem qualquer vergonha ou humildade.
Na cabecinha socialista deles não existe o conceito de bem comum, só o bem deles. Muito, muito deles.

O segundo sintoma tem que ver com o aparecimento desses direitos. 
Como aparecem esses direitos. Não sabem. Sabem que basta abrirem a torneira que a água vem quente, que dentro do frigorífico está invariavelmente leite fresquinho, que os livros da escola aparecem forradinhos todos os anos, que o carro tem sempre gasolina e que o dinheiro nasce na parede onde estão as máquinas de multibanco.
A única diferença entre eles e os socialistas com cartão de militante é que, justiça seja feita, estes últimos já não acreditam na parede – são os bancos que imprimem dinheiro e pronto, ele nunca falta.
Outro sintoma alarmante é a visão de futuro.
O futuro para os meus filhos é qualquer coisa que se vai passar logo à noite, o mais tardar. Eles não vão mais longe do que isto.
Na sua cabecinha não há planeamento, só gastamento, só o imediato. Se há, come-se, gasta-se, esgota-se, e depois logo se vê. Poupar não é com eles. Um saco de gomas ou uma caixa de chocolates deixada no meio da sala da minha casa tem o mesmo destino que um crédito de milhões endereçado ao Largo do Rato: acaba tudo no esgoto.
E não foi ninguém...

O quarto tique socialista das minhas crianças é estarem convictas de que nada depende delas.
Como são só crianças, acham que nada do que fazem tem importância ou consequências. Ora esta visão do mundo e da vida faz com que os meus filhos achem que podem fazer todo o tipo de asneiras que alguém irá depois apanhar os cacos.
Eles ficam de castigo é certo (mais ou mesmo as mesma coisa que perder eleições), mas quem apanha os cacos sou eu. 
Os meus filhos nasceram desresponsabilizados. A responsabilidade é sempre de outro qualquer: o outro que paga, o outro que assina, o outro que limpa. No caso dos meus filhos o outro sou eu, no caso dos socialistas encartados o outro é o governo seguinte.

Por fim, o último mas não menos aterrorizador sintoma muito socialista dos meus filhos é a inveja: eles não podem ver nada que já querem. Acham que têm de ter tudo o que o do lado tem quer mereçam quer não.
São autênticos novos-ricos sem cheta.
A minha sorte é que os meus filhos crescem. Já os políticos/socialistas são crianças a vida inteira."
Por Inês Teotónio Pereira , ionline

22 comentários :

  1. Julgo que está na altura de os portugueses indignados, aqueles que nada devem à política e também nada esperam dela, mostrarem a sua indignação e a sua união pela causa nacional.

    Julgo que podemos demonstrar a indignação através de greves e outras formas de luta idênticas, mas, para quem nos governa, será sempre uma questão de mera estatística.

    Talvez seja necessária uma abordagem menos passiva e começar a mostrar, antes das eleições de 2015 (para quem alguns políticos sem políticas alternativas já pedem a maioria), que os portugueses, o povo que alegadamente nada pode fazer, podem começar a cobrar o mau governo. E como, na minha modesta opinião, poderemos agir?

    --- Contactar algumas das pessoas que já ousaram dar a cara contra o sistema (Paulo Macedo, Marinho Pinto e outros) para que pudessem ser o rosto do povo e, quiçá, puderem avançar com a criação de um novo partido político. Talvez assim pudéssemos começar a lutar na arena onde os que nos roubam lutam, mas com a vantagem de termos o povo a apoiar um novo projeto. Quem sabe se um partido assim não colheria a maioria dos votos e pudesse “reformar” e “refundar” o estado;
    --- Criação de um blogue, endereço ou apartado postal, para onde todos nós pudéssemos enviar contributos, soluções e ideias para a construção de um país melhor. Seria com base nessas ideias simples do povo que poderíamos refundar esta nação e devolver ao povo os que nos foi tirado com esta falsa democracia;
    --- Criação/disponibilização de uma conta bancária para onde os “indignados” pudessem enviar pequenas contribuições com o objetivo claro de:
    • Serem feitas divulgações cirúrgicas de muitas das informações que já se encontram na net, mas que a maior parte dos portugueses (por ignorância, falta de motivação ou desinteresse) não sabe.
    • Com muitas dessa informação, e bem documentada, apresentarmos queixas contra governantes ou decisores que tenham colocado em causa a independência financeira da pátria por incompetências, desleixo, má gestão, falta de fiscalização e até abuso de poder. De notar que os crimes de corrupção, em Portugal e por razões obvias, nunca são punidos. Por isso deveríamos começar por provar que apenas não protegeram os interesses nacionais e lesaram o estado e esperar que as “comadres se zanguem” para começar a surgir a verdade.
    • Exigir que as empresas que concorreram a obras públicas com a apresentação de orçamentos baixos e abaixo do real custo da obra (apenas com a intenção de a poderem ganhar, fazendo posteriormente ajustamentos que conduziram às derrapagens sobejamente conhecidas), sejam obrigados a cumprir os valores orçamentados e apenas esses. Em caso de derrapagem obrigar quem atribuiu a obra àquela empresa e a própria empresa a indemnizarem o estado;


    Esta conjugação de vontades poderia ser determinante no nosso futuro. No limite dávamos a nós mesmos a possibilidade de reagir e agir contra quem nos governa e mostrarmos a esses “pulhas” que somos civilizados mas não otários. Por outro lado permitiríamos que pudéssemos levar a luta até eles e moralizar (coisa que julgo será difícil) essa classe.

    Não sei se o que aqui escrevi são aberrações políticas, mas julgo que tempos difíceis exigem medidas radicais.

    Um bem-haja pelo seu blogue.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Olá..
      Já contactei o Paulo Morais e Marinho Pinto, e criei inclusive um grupo para lhes chamar a atenção, no facebook. O grupo que tinha o nome "Apelo nacional a Marinho Pinto e Paulo Morais" depressa foi hackeado e roubado. Desisti...
      Falei também com Paulo Morais na feira do Livro, e perguntei-lhe isso mesmo, ele respondeu que ainda é cedo, e concordo. Este povo continua cego por seitas partidárias. Mais depressa elegem um corrupto do ps ou psd e cds do que um honesto que não pertença ás seitas.

      Blogues com essa função também há alguns, mas mais uma vez estão ao abandono...

      O problema é que as pessoas continuam a não se interessar por politica. Nem por corrupção. Querem é continuar confortavelmente a ver novelas e outras banalidades irreais, como futebol e secret story, e desprezam a realidade que as consome todos os dias.
      Mas as suas, são ideias bastante positivas de acção concreta. Haja quem tenha a capacidade, não só de o fazer, como de fazer com que as pessoas participem, colaborem e conheçam.

      Eliminar
  2. Sou o autor do comentário anterior e gostava de realizar uma correção. Onde referi o nome de Paulo Macedo queria escrever PAULO MORAIS.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Existem vários grupos criados com esse intuito. Ainda esta semana nasceu este- https://www.facebook.com/pages/Democracia-em-Directo/219712804856127

      http://www.ustream.tv/channel/democracia-em-directo?utm_campaign=www.facebook.com&utm_source=ustre-am&utm_medium=social

      OU AINDA ESTE
      https://www.facebook.com/groups/sistema.ideal/?fref=ts

      E HÁ MUITOS MAIS... mas as pessoas não aderem.
      https://www.facebook.com/groups/179473742258303/?fref=ts

      Se fosse uma petição para escolher os calções do Ronaldo!!! teria mais de 300 mil adeptos a participar... quanto a Portugal, esse não tem adeptos.

      Eliminar
    2. Sim, qualquer dia ainda penso que é mesmo o FADO ou o DESTINO.

      Obrigado pela informação que me enviou.

      Confesso que gostava de a conhecer pessoalmente.

      Um abraço

      Eliminar
  3. Por mim, prefiro manter o termo "socialistas" já que sem polemica da boa jamais sairemos deste buraco. Socialismo democrático, Capitalismo de Estado, em vez de socialistas, está melhor; visto que é nesta doutrina política que radica e elemento descontrolador (passe o termo;...o Estado Previdência, que tudo diz garantir a todos).

    Sem esquecer isso sim os maus exemplos do outro lado. Infelizmente, a estratégia de consensos, em Portugal, atualmente - e desde 76 -, não funciona; só o confronto político poderá evitar o confronto social.

    No entanto, não esqueçamos que os nossos políticos emanaram do Povo; não das castas eclesiástica, militar ou aristocrática!, mas, em plena República, em plena Democracia, portam-se como castas que acumulam privilégios e os asseguram aos que lhe garantem poder; o funcionalismo público - em geral - "os proletários da atualidade"!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Não creio que a polémica fechada dentro dessas limitações, possa ajudar a sair do buraco.. é precisamente por pensarmos que só podemos pensar dentro da caixa, que não vislumbramos soluções... há que pensar esquecendo o velho regime, o velho paradigma, os velhos parametros... há que pensar mais além, em alternativas.

      O confronto politico faria sentido e traria soluções, se os políticos enfrentassem os políticos para defender o social... mas esperar isso é o mesmo que esperar que a víbora, produza o antídoto. Os confrontos políticos, perpetuam-se há décadas para defender os seus próprios interesses.

      Eliminar
    2. Ora nem mais Rita. Muito acertado o seu comentario/resposta.

      Eliminar
  4. Um barco,com os nossos políticos e ex-políticos (salvo raríssimas excepções), em alto mar afunda-lo, mas ter especial cuidado na distancia porque os ratos nadam bem, seria a solução ideal.

    ResponderEliminar
  5. Pena não saber o mail dessa "senhora" para lhe explicar o que è passar fome para que os filhos possam comer. Uma bofetada no focinho seria pouco, porca reles e ordinária, são os nomes menos ofensivos que me ocorrem.

    ResponderEliminar
  6. peço desculpa pelo comentário acima, este era dirigido à margarida rebelo pinto.

    ResponderEliminar
  7. depois dizem que o desemprego baixou isto é uma metafora ,gozam com o ze povinho é uma cambada de meninos que tomaram o poder e estão a brincar com o fogo mas mais tarde ou cedo vão pagar pelo que estão a fazer- que seja amanhã-

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Não pagam não-... o zé povinho dorme e continua a preferir ver novelas e bola do que a pesquisar o que eles andam a tramar... por isso acredite que viverão ricos e impunes, tranquilos e a gozar com a nossa cara e o nosso dinheiro.
      A prova viva disso são os exemplos do passsado, politicos que se sabe que cometeram irregularidade e por aí andam adorados, eleitos, ricos e impunes, quase a morrer mas tranquilos por saberem que nada lhes acontece:
      Exemplos como Mário Soares, Alberto Jardim, Cavaco Silva, Sócrates, e outros dinossauros que vão deixando rastos de crimes, nunca provados, mas que todos sabemos que aconteceram... mas o povo gosta.

      Eliminar
    2. Haja meios, homens há e muitos... e eles pagaram o preço mais elevado.

      Eliminar
    3. Zita, desta vez não estou inteiramente de acordo consigo, conheço pessoas (homens e mulheres) que eram "doentes" quer pelo ps quer pelo psd, hoje sentindo-se traídos, refugiaram-se no pcp, do mal o menos é o que dizem.

      Eliminar
    4. É verdade, venha o diabo e escolha.

      Eliminar
  8. Lamento, mas tenho que lhe dizer que raciocina em círculo e parece desconhecer a causa primordial da crise atual. Assim, o seu magnífico trabalho é infrutífero.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Talvez fosse melhor explicar qual é o circulo e qual é a causa primordial da crise?

      Eliminar
  9. Sem tentarem colocar em Portugal alguém honesto e com vontade de limpar o cebo a esses corruptos sabem o que acontece? O que aconteceu no passado. Basta ver o que aconteceu ao Sá Carneiro e ao ministro das finanças da altura que tanto quanto se sabe estariam a preparar uma limpeza à corrupção. Mas valores mais altos se instalam e trataram de limpar-lhes o cebo. Isso realmente veio-se a verificar e morreram num desastre de avião que ninguém soube explicar.

    Ou realmente consegue-se mudar a mentalidade de todo o povo ou então haverá sempre alguém passível de ser corrompido e que eliminará qualquer ameaça ao atual sistema.

    ResponderEliminar
  10. os dez mil que saem todos os dias é que são espertos para poderem ter uma vida melhor

    ResponderEliminar
  11. os dez mil que saem todos os dias é que são espertos para poderem ter uma vida melhor

    ResponderEliminar