26 maio, 2013

VAMOS APRENDER COM O JAPÃO

A ser verdade um exemplo para desenvolver valores, que cada vez mais escasseiam em Portugal.
1 - Sabiam que as crianças japonesas limpam as suas escolas todos os dias durante um quarto de hora, com os professores, o que levou ao surgimento de uma geração de japoneses que é modesta e interessada em limpeza?
2 - Sabiam que qualquer cidadão japonês que tem um cão é obrigado a ter uma mala e sacos especiais para recolher as fezes do animal? Higiene e limpeza fazem parte da ética japonesa.
3 - Sabiam que um empregado de limpeza no Japão é chamado de "engenheiro de saúde" e pode auferir um salário que vai de 3500 a 8000 euros por mês? E que são submetidos a testes escritos e orais?
4 - Sabiam que o Japão não tem recursos naturais, e eles estão expostos a centenas de terremotos por ano, mas isso não os impediu de se tornarem a segunda maior economia do mundo?
5 - Sabiam que Hiroshima voltou ao que era economicamente antes da queda da bomba atómica em apenas dez anos?
6 - Sabiam que o Japão impede o uso de telemóvel nos comboios e restaurantes?
7 - Sabiam que no Japão os alunos do primeiro ao sexto ano aprendem a ética no trato com as pessoas?
8 - Sabiam que os japoneses, apesar de serem um dos povos mais ricos do mundo, não têm empregados? Os pais são responsáveis tanto pela casa como pelos filhos enquanto são pequenos.
 9 - Sabiam que não há nenhum teste ou exame do primeiro ao terceiro nível primário, porque o objetivo da educação é incutir conceitos e criar um bom carácter?
10 - Sabiam que, se forem a um restaurante buffet no Japão, vão notar as pessoas a comer apenas aquilo de que precisam, sem qualquer desperdício. Nenhum alimento é deitado fora.
11 - Sabiam que a taxa de comboios atrasados no Japão é cerca de 7 segundos por ano! Eles apreciam o valor do tempo.
12 - Sabiam que as crianças nas escolas escovam os dentes após as refeições, pois eles prezam a sua saúde desde muito cedo?
13 - Sabiam que os estudantes levam meia hora para terminar as suas refeições por forma a garantir uma correcta digestão? Quando perguntaram sobre essa preocupação a um político, ele disse "estes alunos são o futuro do Japão". Vamos acender esta faísca na sociedade ocidental. O conhecimento é poder. Partilhem-no!

9 comentários :

  1. “O povo completo será aquele que tiver reunido no seu máximo todas as qualidades e todos os defeitos. Coragem portugueses, só vos faltam as qualidades.” - Almada Negreiros


    “Produto de dois séculos de falsa educação fradesca e jesuítica, seguidos de um século de pseudo-educação confusa, somos as vítimas individuais de uma prolongada servidão colectiva. Fomos esmagados [...] por liberais para quem a liberdade era a simples palavra de passe de uma seita reaccionária, por livres-pensadores para quem o cúmulo do livre-pensamento era impedir uma procissão de sair, de maçons para quem a Maçonaria (longe de a considerarem a depositária da herança sagrada da Gnose) nunca foi mais do que uma Carbonária ritual. Produto assim de educações dadas por criaturas cuja vida era uma perpétua traição àquilo que diziam que eram, e às crenças ou ideias que diziam servir, tínhamos que ser sempre dos arredores...” - Fernando Pessoa

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    1. Hei-de levá-los à Civilização nem que seja agrilhoados!
      Marco Aurélio

      :-) :-) :-)


      Dai Nippon

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    2. II) Fernando Pessoa — Qualquer sociedade civilizada caracteriza-se...


      Cinco Diálogos

      (II)



      F. — Qualquer sociedade civilizada caracteriza-se por a existência nela de dois elementos — a estabilidade e o progresso. Se não oferece estabilidade, resulta anárquica, e impossível o progresso; se não progride, não pode dizer-se uma sociedade civilizada.

      A estabilidade social envolve que não exista um estado de tirania completa (...).

      O estado social que torna possível o progresso é o equilíbrio de tiranias. Quanto mais intensa é a tendência para a tirania de cada parte, mais fecundo é o estado de progresso.

      A. — Mas isso quereria dizer que a tirania é que causa o progresso, ou, pelo menos, que é a condição dele.

      F. — Não. Eu não disse a tirania, mas o conflito e equilíbrio de duas tiranias. O progresso nasce da neutralização mútua das duas, não da acção de cada uma de per si, ou das duas conjuntamente como tiranias.

      F. — Se reparares, verificarás que as obras mais permanentes do espírito humano datam das épocas em que se travava uma guerra civil patente ou iminente no país onde foram produzidas. Isto não quer dizer que um estado de revolução seja a essência causal da obra permanente. Mas quer dizer que um estado de revolução é (...)

      F. — O progresso é uma revolta contra a espécie. Não é por um absurdo qualquer que se diz que os homens de génio são doentes ou loucos. O génio é inadaptação, isto é, doença, porque o génio é criação. Criar é não estar satisfeito. (António.)

      Ant.º — Criar é não estar satisfeito. Toda a criação envolve uma rejeição do que não precisa ser criado. Todo o gesto feito hoje é uma revolta contra o gesto feito ontem. Criar é abster-se. Criar é dispensar-se de coexistir. Creio dizer a verdade sumária nestas palavras absurdas (...)

      A ânsia da criação é um fenómeno imaginativo, o crime dos anjos, que julgaram poder ter um melhor céu (...).

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    3. O Provincianismo Português - Fernando Pessoa (Parte I)

      ""Se, por um daqueles artifícios cómodos, pelos quais simplificamos a realidade com o fito de a compreender, quisermos resumir num síndroma o mal superior português, diremos que esse mal consiste no provincianismo. O facto é triste, mas não nos é peculiar. De igual doença enfermam muitos outros países, que se consideram civilizantes com orgulho e erro.
      O provincianismo consiste em pertencer a uma civilização sem tomar parte no desenvolvimento superior dela — em segui-la pois mimeticamente, com uma subordinação inconsciente e feliz. O síndroma provinciano compreende, pelo menos, três sintomas flagrantes: o entusiasmo e admiração pelos grandes meios e pelas grandes cidades; o entusiasmo e admiração pelo progresso e pela modernidade; e, na esfera mental superior, a incapacidade de ironia.
      Se há característico que imediatamente distinga o provinciano, é a admiração pelos grandes meios. Um parisiense não admira Paris; gosta de Paris. Como há-de admirar aquilo que é parte dele? Ninguém se admira a si mesmo, salvo um paranóico com o delírio das grandezas. Recordo-me de que uma vez, nos tempos do "Orpheu", disse a Mário de Sá-Carneiro: "V. é europeu e civilizado, salvo em uma coisa, e nessa V. é vítima da educação portuguesa. V. admira Paris, admira as grandes cidades. Se V. tivesse sido educado no estrangeiro, e sob o influxo de uma grande cultura europeia, como eu, não daria pelas grandes cidades. Estavam todas dentro de si".
      O amor ao progresso e ao moderno é a outra forma do mesmo característico provinciano. Os civilizados criam o progresso, criam a moda, criam a modernidade; por isso lhes não atribuem importância de maior. Ninguém atribui importância ao que produz. Quem não produz é que admira a produção. Diga-se incidentalmente: é esta uma das explicações do socialismo. Se alguma tendência têm os criadores de civilização, é a de não repararem bem na importância do que criam. O Infante D. Henrique, com ser o mais sistemático de todos os criadores de civilização, não viu contudo que prodígio estava criando — toda a civilização transoceânica moderna, embora com consequências abomináveis, como a existência dos Estados Unidos. Dante adorava Vergilio como um exemplar e uma estrela, nunca sonharia em comparar-se com ele; nada há, todavia, mais certo que o ser a "Divina Comédia" superior à "Eneida". O provinciano, porém, pasma do que não fez, precisamente porque o não fez; e orgulha-se de sentir esse pasmo. Se assim não sentisse, não seria provinciano.""
      (...)

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    4. O Provincianismo Português - Fernando Pessoa (Parte II)

      ""É na incapacidade de ironia que reside o traço mais fundo do provincianismo mental. Por ironia entende-se, não o dizer piadas, como se crê nos cafés e nas redações, mas o dizer uma coisa para dizer o contrário. A essência da ironia consiste em não se poder descobrir o segundo sentido do texto por nenhuma palavra dele, deduzindo-se porém esse segundo sentido do facto de ser impossível dever o texto dizer aquilo que diz. Assim, o maior de todos os ironistas, Swift, redigiu, durante uma das fomes na Irlanda, e como sátira brutal à Inglaterra, um breve escrito propondo uma solução para essa fome. Propõe que os irlandeses comam os próprios filhos. Examina com grande seriedade o problema, e expõe com clareza e ciência a utilidade das crianças de menos de sete anos como bom alimento. Nenhuma palavra nessas páginas assombrosas quebra a absoluta gravidade da exposição; ninguém poderia concluir, do texto, que a proposta não fosse feita com absoluta seriedade, se não fosse a circunstância, exterior ao texto, de que uma proposta dessas não poderia ser feita a sério.
      A ironia é isto. Para a sua realização exige-se um domínio absoluto da expressão, produto de uma cultura intensa; e aquilo a que os ingleses chamam detachment — o poder de afastar-se de si mesmo, de dividir-se em dois, produto daquele "desenvolvimento da largueza de consciência" em que, segundo o historiador alemão Lamprecht, reside a essência da civilização. Para a sua realização exige-se, em outras palavras, o não se ser provinciano.""

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  2. "UM RADICALISMO PARA REFLEXÃO... OS FINS JUSTIFICAM OS MEIOS ???

    O Sr. Lee Kuan Yew assumiu com mão de ferro o comando do país e, em seis meses, dos cerca de 500 mil presidiários sobraram somente 50. Todos os outros, criminosos confessos, foram fuzilados.
    Todo o homem público (político, polícia, etc.) corrupto foi fuzilado, pois existiam muitas provas contra eles.

    Todos os empresários ladrões foram fuzilados ou fugiram rapidamente do país.
    Aquela multidão de drogados que ficavam a dormir nas ruas, fugiram desesperados para a Malásia, para não terem que trabalhar ou seriam fuzilados.
    Havia uma mensagem de televisão onde o novo governo avisava que o país estava com cancro e que a única solução era extirpá-lo, tipo "se algum parente seu foi extirpado, compreenda, ele era um cancro para a nação".
    Depois de ter feito toda a limpeza no país, reorganizado o sistema político, judiciário e penal, esse militar convocou eleições directas e candidatou-se a presidente.
    Venceu as eleições com 100% dos votos.
    Hoje, Singapura é um dos países mais seguros do mundo. E um dos mais desenvolvidos, e mais seguros que os Estados Unidos, Inglaterra, ou Israel.

    Já no avião, a ficha de desembarque tem um "DEAD" (morte) bem grande em vermelho e a explicação da penalidade sobre o porte de drogas. Qualquer droga.
    Com cocaína encontrada, o sujeito ou é sumariamente fuzilado, ou é condenado a prisão perpétua com trabalhos forçados.


    Um surfista brasileiro tentou entrar em Singapura com uma prancha de surf recheada de cocaína. É óbvio que ele determinou a sua própria morte. E a mãe do jovem traficante apareceu na TV pedindo para o Lula interceder pelo filho. Não adiantou nada. Nem mãe, nem Lula, nem protestos evitaram o cumprimento da lei.

    Nos hoteis, os "Guias da Cidade" têm uma página explicando que a polícia de Singapura garante a integridade física de qualquer mulher 24 horas por dia (isso porque na antiga Singapura, sem lei e sem ordem, as mulheres que saíam
    sozinhas eram estupradas e ou mortas) O chiclete é proibido em Singapura, pelo simples fato de que, se atirado ao chão suja os passeios da cidade. Distribuir panfletos, impossível; só pode ser feito em lojas e não devem ser entregues pessoalmente; as pessoas que quiserem tiram-nos da prateleira onde estão. Atirar para o chão dá multa cara.

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    1. Seu ganda fassista!
      Como você pode defender a ordem e a moral pública?
      Como é que você pode defender iniciativa privada e justiça social?
      Isso é fassismo do pior

      nós não queremos fassismo
      25 dabrilsempre

      gandolavilamolena

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    2. Que idiota!
      O cérebro de amendoim torrado, é um imbecil.

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  3. É ridículo, você querer comparar ambos os países, o Brasil está começando agora a ter independência, foi durante muito tempo governado por outros países, até um período por Portugal e depois pelos E.U.A. o povo sempre foi excluído da informação, enquanto no Japão, é um país que não dependia de ninguém, e graças aos E.U.A. pelo tratado internacional, foi reconstruído, não queira comparar, principalmente por ter aprendido milenarmente seus hábitos e costumes.
    Aqui os portugueses ensinaram só o que não presta e esses maus hábitos, estão enraizados ainda no caráter dos indivíduos, mas existem muitos casos, mas você desconhece.

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