17 dezembro, 2011

Passos Coelho ameaça que a classe média ainda tem muito para dar... ao governo.

Passos coelho castiga classes
Passos Coelho continua, a passo e passo, o extermínio da classe média portuguesa. Sem se deter a racionalizar que existem mais classes sociais e com melhores condições para serem sacrificadas e fazer entrar dinheiro nos cofres do estado. Mas o PM insiste sempre nos mesmos. Os pobres e os remediados... Que paguem os buracos da incompetência.
 Há países que demonstram ter uma perspectiva mais justa e eficaz, face ás medidas de austeridade:
França optou por um imposto especial entre 1% e 2% para os contribuintes cuja rendimentos fiscais superarem um milhão de euros. 
A Itália optou por aumentar proporcionalmente:
- SALÁRIOS SUPERIORES A 90 MIL EUROS AO ANO, PAGARÃO MAIS 5%
- SALÁRIOS SUPERIORES A 150 MIL EUROS AO ANO, PAGARÃO MAIS 10%
- SALÁRIOS DOS PARLAMENTARES QUE GANHEM MAIS DE 150 MIL AO ANO, PAGARÃO MAIS 20% ( não esquecer que o salário médio em Itália é muito superior ao português)
- REDUZIR O NÚMERO DE PARLAMENTARES
- supressão das províncias com menos de 300.000 habitantes ou 3.000 quilómetros quadrados de superfície.
- aumento do imposto sobre os rendimentos financeiros, de 12,5% para 20%. 

Será que Passos Coelho não consegue atingir algo tão básico como o dado adquirido que sem uma classe média com poder de compra não há economia que recupere, não há desemprego que baixe???

Noticia onde se critica Passos Coelho na sua perseguição irracional à classe média.
"O PS acusou o primeiro-ministro de ter feito um ataque total e sem pudor, sobretudo à classe média, ao admitir que a margem de progressão dos aumentos das taxas moderadoras ainda está longe de se esgotar.
António Serrano manifestou-se surpreendido com esta posição do primeiro-ministro, já que «informou que ainda há uma margem enorme de progresso no aumento das taxas moderadoras».
Segundo o deputado do PS, «independentemente das isenções concedidas - e que sempre existiram ao longo dos tempos no SNS -, verifica-se que o Governo se prepara para fazer aumentos em alguns casos de mais de 300 por cento nas taxas moderadoras».
«Num momento de crise e de aumento do desemprego, não é possível pactuar com este tipo de política. Os portugueses têm de dizer basta e o Governo tem é de atacar as gorduras, que antes das eleições sempre apresentou como bandeira do seu programa», contrapôs o deputado socialista.
«Não é difícil arranjar 200 ou 300 milhões de euros [em poupanças] para evitar este ataque à população portuguesa no acesso à saúde. O acordo celebrado com a troika não dá cobertura àquilo que está a ser feito por este Governo, porque esse acordo abre espaço a medidas alternativas para que se atinjam os mesmos objectivos», sustentou o ex-ministro socialista."
 tvi24.iol



1 comentário :

  1. Taxa liberatória para juros bancários vai subir de 21,5% para 25%. Podia ir até aos 30%, que é a média de descontos dos rendimentos do trabalho.

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