USE MÁSCARA. Graça Freitas já assumiu que não há por isso não se ensina a usar.

A imagem pode conter: uma ou mais pessoasEM BAIXO VEJA O VIDEO ONDE Graça Freitas se descai e admite que um dia pode haver máscaras e luvas para 10 milhões, mas como não há, dar explicação sobre como usar não seria medida "útil".
USEM AS MÁSCARAS PAREM DE OUVIR PESSOAS QUE SACRIFICAM TUDO PELA CARREIRA POLITICA, INCLUINDO MATAR PORTUGUESES ... A MÁSCARA PROTEGE-TE A TI E AOS OUTROS E AO PAÍS, NÃO É 100% MAS É 80% OU MAIS DE PROTECÇÃO... VEJAM O VIDEO EM BAIXO ONDE GRAÇA FREITAS SE DESCAIU E ASSUMIU QUE NÃO HÁ MÁSCARAS E POR ISSO QUEREM GUARDAR AS MASCARAS PARA OS MÉDICOS. QUANDO HOUVER 10 MILHÕES DE MÁSCARAS ENTÃO SIM ENSINAMOS OS PORTUGUESES A USA-LAS. DIZ ELA. Na China quem andar sem máscara na rua é multado, USEM LENÇOS, CACHECOIS, O QUE FOR, MAS TAPEM AS VIAS RESPIRATÓRIAS PARA BEM DE TODOS.
"Covid-19 propaga-se pelo ar
Ao contrário do que se dizem as autoridades de saúde, o virus não se propaga apenas através de gotícolas projectadas directamente para as pessoas ou para superfícies com as quais as pessoas contactam.
O vírus também se transmite através do efeito aerossol (por exemplo, quando espirramos), permanecendo activo no ar durante até 3 horas.
O uso de máscara de protecção individual é, assim, absolutamente indispensável."
Fonte: The New England Journal of Medicine
USE MÁSCARA POR FAVOR. SE SAIREM DE CASA PROTEJAM-SE E PROTEJAM OS OUTROS. Não acreditem no que dizem, quem afirma que não é preciso usar máscaras. Eles apenas dizem isso porque se dissesse que eram precisas, tinha que as fornecer e como não há, causaria a histeria e o ódio, e eles preferem ficar bem vistos do que salvar a nossa saúde. Na China, Japão e Coreia é obrigatório usar máscara sempre que existem pessoas a menos de 3 metros de nós. E foram os mais rápidos a travar o Virus.
NÃO TEM MÁSCARAS? USE UM LENÇO, SE QUISER REFORÇAR O LENÇO COLOQUE UM GUARDANAPO NO MEIO DA DOBRA E MUDE POR UM NOVO TODOS OS DIAS. AJUDE A TRAVAR O MOSNTRO, ele transmite-se pela boca, nariz e olhos, sendo que os olhos são os menos vulneráveis.
As luvas não servem para nada, pois o virus não se contagia pelas mãos mas sim pelo toque das mãos no rosto, por isso quer tenha luvas ou não, se toca na cara contagia na mesma, ou se toca em objectos como o telemovel, só a mascara o protege do telemovel e do ar dos outros, e do toque das mãos, reflexo impensado... salvemos o país.
CLARO QUE A MÁSCARA NÃO É 100% DE PROTECÇÃO, ATENÇÃO MAS GARANTIDAMENTE É MELHOR QUE NADA. Protege do ar, do toque das suas mãos, do ar das pessoas com quem fala, do falar ao telemovel que está sempre contaminado...
Ao usar máscara OU LENÇO, protege-se a si e aos outros. USE. OBRIGADA

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E se os eleitores politicamente ignorantes fossem impedidos de votar? Os corruptos deixavam de ser eleitos

E se os eleitores politicamente ignorantes fossem impedidos de votar?
A democracia aprende-se. E pode aprender-se, na escola, através da educação democrática. É esta educação que permite que os indivíduos sejam capazes, livre e conscientemente, de participar, como cidadãos, na definição colectiva da sociedade.

No livro Contra a Democracia, o filósofo americano Jason Brennan defendia que a democracia é um sistema de governo injusto e ineficaz, pois a maior parte dos cidadãos são hobbits — apáticos e ignorantes quanto à política —​ e hooligans  — fanáticos tendenciosos da política (activistas e militantes). Resta uma minoria — os vulcanos — os que pensam a política de forma informada, que não são determinantes na eleição dos políticos. Sendo assim, este filósofo defende a substituição da democracia pela epistocracia, um sistema de governo dos sábios, semelhante ao regime aristocrático (o rei-filósofo) proposto por Platão. Terá razão Brennan?

A ignorância política da maioria dos cidadãos tem sido, desde sempre, o principal argumento para os excluir ou subestimar na democracia. Antes do século XX foi o principal entrave apontado para a implementação do sistema democrático; depois foi defendido para restringir o sufrágio universal.

É certo que as últimas eleições nos EUA, no Brasil e em muitos países na Europa parecem dar razão aos partidários da epistocracia, que talvez suponham que Bolsonaro, Trump ou outros líderes populistas europeus tenham sido gerados por uma maioria de hobbits. No entanto, parece-me razoável que, se os cidadãos numa democracia são politicamente ignorantes e desinformados (talvez seja verdade!) e que, por esse motivo, escolhem maus líderes, há que experimentar melhorar os seus níveis de conhecimento político em vez de pensar excluí-los da participação política. Como?

A ignorância só pode ser resolvida de uma forma: através do conhecimento. Os filósofos costumam designar o conhecimento como crença verdadeira justificada. Ora, boa parte das crenças dos cidadãos sobre política e políticos ou são falsas ou são injustificadas. Será por esse motivo que a maioria dos portugueses não consegue identificar fake news, como revelou recentemente um estudo da Comissão Europeia?

Talvez. A democracia aprende-se. E pode aprender-se, na escola, através da educação democrática. É esta educação que permite que os indivíduos sejam capazes, livre e conscientemente, de participar, como cidadãos, na definição colectiva da sociedade; de, por exemplo, votar de forma esclarecida ou, como afirma a filósofa americana Amy Gutman, em Democratic Education, “deliberar sobre vias alternativas de vida política e pessoal”.

A educação democrática desenvolve-se através da pedagogia democrática, dentro da sala de aulas (criando uma disciplina obrigatória, de Educação Política, no 12.º ano, por exemplo), e de processos formais ou informais de organização e governação da escola. Esta educação, infelizmente, não existe nas nossas escolas. Os alunos não aprendem nem dentro nem fora da sala de aulas a viver na democracia. Se quisermos saber que competências democráticas aprendem fora da sala de aulas basta acompanhar as campanhas eleitorais para as associações de estudantes nas escolas básicas e secundárias para percebermos quão castradoras são as escolas do espírito democrático dos jovens. Publico 


Toda a verdade sobre a lei eleitoral e a ignorancia do eleitorado