11 maio, 2015

CAUSAS E CAUSADORES DA SUBIDA VERTIGINOSA DA DIVIDA PÚBLICA


Neste video Ventura Leite desvenda algumas manobras obscuras da corrupção. Explica que a divida portuguesa é improdutiva, pois não criou retorno e isso significa que foi divida criada pela corrupção. É o caso das obras públicas rodoviárias que atingiram o seu auge no governo Sócrates, as obras públicas são um terreno fértil de corrupção e despesismo. Favorecem partidos com rendas e tachos.
Sócrates foi governo que mais fez crescer as obras públicas, até a um nível insustentável.
A média dos países da UE tem 6 a 7% do PIB para obras públicas, com Sócrates chegamos a ter 17%. Qualquer pessoa com a mínima noção da realidade perceberia que isso era insustentável e que ia acabar por criar apenas divida e desemprego. Como é possível que se tenha chegado ao descalabro de importar mão de obra para a construção civil? Já não era uma questão de investir em obras públicas para incentivar a economia ou o emprego, era apenas criar mais e mais obras públicas, para incentivar a corrupção e culminar no colapso que se seguiu. com video



PARA OS DE MEMÓRIA CURTA, EXISTE UM PASSADO QUE NÃO CONVÉM ESQUECER 
Socialistas afirmam: "Fomos nós, com Sócrates, que preparámos terreno para cortes"
Um grupo de militantes do PS respondeu ao apelo dos notáveis, garantindo que foi o seu partido, nos anos de governação de José Sócrates, que “conduziu Portugal ao desastre” e assumindo que deixar voltar os mesmos ao poder seria cometer um “crime contra a Nação”, indica o jornal i.
Os históricos 'rosas' António Almeida Santos, Jorge Sampaio, Manuel Alegre e José Vera Jardim fizeram, na semana passada, um apelo para que a situação que se vive no PS seja “clarificada”, pedindo aos socialistas que “não se enganem no adversário”.
Em resposta à declaração dos notáveis, um grupo de militantes do partido escreveu um texto em que culpa os anos de governação de José Sócrates por terem preparado “o terreno para os cortes salariais, para as privatizações feitas sem critério e para o descrédito das instituições”.
“Fomos nós, socialistas, que o fizemos e quanto mais rapidamente o compreendermos melhor será para o PS e para Portugal”, afirmam Henrique Neto, Ventura Leite, Rómulo Machado e António Gomes Marques, no documento a que o jornal i teve acesso.
No mesmo texto, os militantes dizem ainda que é imperioso impedir que “os mesmos que conduziram Portugal para o desastre” voltem ao poder, sob pena de se cometer um “crime contra a Nação e um ultraje aos princípios e valores do Partido Socialista”.
-O ex-presidente da Estradas de Portugal, Almerindo Marques, disse, que, enquanto esteve à frente da empresa pública, entre 2007 e 2011, havia pressão do primeiro-ministro, José Sócrates, para "ser contratualizada mais e mais obra". Na comissão parlamentar de inquérito às Parcerias Público-Privadas (PPP) .

Quem é o responsável pela divida pública? Qual o governo que mais endividou o país? Como esconderam a divida? Enganaram as contas públicas?

A confusão sobre os assuntos públicos de interesse vital para eleitores informados, reina e cria o caos. Vivemos num país onde não existe uma comunicação social competente e isenta, ou uma entidade pública com a obrigação de informar o país das versões correctas e factuais, sobre qualquer tema. As informações vitais para o cidadão continuam a surgir distorcidas pelos interesses dos partidos e dos grandes grupos, donos disto tudo. Prevalece a desinformação e as guerras partidárias sobre o interesse nacional e sobre a verdade. Existe uma incapacidade e/ou falta de vontade da comunicação social, de filtrar ou criticar as opiniões e corrigir as distorções, a fim de apurar a verdade. Neste video (ao minuto 3) é exposta a incompetência da comunicação social.
Na falta de estudos e factos credíveis e num oceano caótico de informação e desinformação, decidi ir contra a maré, e visitar outras versões sobre alguns assunto. (No blog existem outros artigos sobre as causas da divida) 
Todos os dias bombardeiam e afogam as TV´s e os jornais, com a dramatização do actual escandaloso e vertiginoso crescimento da divida pública. Como se tudo se resumisse a um fenómeno isolado sem passado. Ninguém especifica qual a responsabilidade do anterior governo e do actual no crescimento da divida. Porque as causas e efeitos da divida não são estanques, não começam e acabam num mandato só porque muda de governo, ou só porque se começam a tomar medidas para a travar. É um fenómeno que se prolonga no tempo fácil de começar mas difícil de travar, porque os vícios, não são fáceis de perder, e os subsídios, rendas, reformas, salários, contratos demoram a negociar e a adaptar. Mas os fanáticos por partidos querem continuar a acreditar e a fazer acreditar que tudo se resume a mandatos, sem analisar as causas e consequências a longo prazo. Importa pois analisar como se forma, como se esconde, como aparece, de que é composta, como se calcula a divida.
Segundo o actual governo a divida cresceu devido à intervenção da Troika que expôs as engenharias financeiras do anterior governo que escondia buracos de milhares de milhões de euros. E continua a subir porque graças à governação despesista de Sócrates, estamos a pagar 9 mil milhões de juros das divida, à troika. Segundo o anterior governo a divida sobe por culpa deste governo.

Por isso deixo-os com algumas explicações sobre o tema, para tentar chegar a conclusões. 
"Tudo em pratos limpos - Dívida pública: PS de acusador a condenado
Os Governos socialistas foram uma máquina de gerar dívida, cuja explosão foi a causa direta do colapso de financiamento, que acabou por ditar a inevitabilidade do resgate. Revolta ouvir ex governantes, que varreram dívida para debaixo do tapete, a acusar este Governo de aumentar a dívida.
Apesar de todo o esforço feito pelo Governo, pelos cidadãos e pelas empresas, na redução da dívida pública portuguesa, a verdade é que a oposição, e em particular o partido socialista, insistem em acusar este governo pelo aumento da dívida. Vamos então aos factos, sem cerimónia.
Com os dois últimos governos socialistas, isto é, de Março de 2005 ao resgate de 2011, a dívida pública cresceu mais do dobro do que desde o início do ajustamento até à atualidade. De facto, com os dois Governos Sócrates, a dívida pública cresceu mais do que nas três décadas anteriores (1975 a 2005). Mas importa explicar o porquê da dívida ter continuado a subir, apesar do ajustamento, se bem que entretanto esse processo estancou e está atualmente em inversão.

Em particular, desde o 3º trimestre de 2008 até ao resgate, ou seja, em menos de três anos, a dívida pública aumentou 40 pontos percentuais do PIB. Os Governos socialistas foram, com efeito, uma máquina de gerar dívida, cuja explosão foi a causa direta do colapso de financiamento, que acabou por ditar a inevitabilidade do resgate.
A dívida pública, com os dois Governos socialistas que nos levaram ao resgate, não só aumentou mais de duas vezes do que na atual legislatura, como aumentou por razões muito diferentes.

PS escondeu dívida.."com rabo de fora"
Em primeiro lugar, é importante sublinhar que uma parte muito significativa do atual saldo em dívida, correspondente a 20% do PIB, e mais de 10% do aumento verificado desde o ajustamento tiveram origem em alargamentos do perímetro de consolidação orçamental, em resultado dos quais se reconheceu dívida antes realizada, mas até então escondida.
Além disso, enquanto antes do ajustamento a variação da dívida é sobretudo explicada por défices colossais, no decurso do ajustamento a explicação reside sobretudo nos juros, na sua maior parte de dívida contraída antes, e em operações financeiras sem inscrição orçamental, onde avulta o reforço da almofada de segurança do Tesouro e os apoios revertíveis ao sector bancário.
A partir de 2013, a evolução do PIB e o saldo primário (sem juros) passaram ambos a contribuir para redução e não para o aumento da dívida. Desde o 2º trimestre de 2013 que a dívida estabilizou (de facto, registou uma redução residual até ao 3º trimestre de 2014, último trimestre para o qual há dados consolidados).
Desde a entrada em funções do primeiro Governo Sócrates, em 12 Março de 2005, até à cessação de funções do segundo Governo Sócrates, em 21 de Junho de 2011, a dívida pública aumentou 46,8 pontos percentuais (p.p.) do PIB. Desde a entrada em funções do atual Governo, até ao 3º trimestre de 2014, o último período para o qual há dados trimestrais coligidos, a dívida pública aumentou 22,1 p.p. Enquanto o Partido Socialista governou Portugal, a dívida pública aumentou mais do dobro do que aumentou com a atual maioria.

Dívida parou de crescer e isso irrita o PS
O período desde o resgate até à atualidade compreende ele também duas fases muito distintas: uma primeira, desde o 3ºtrimestre de 2011 até ao 3º trimestre de 2013, quando a dívida pública aumenta 22,2 p.p.; a seguinte, até ao 3º trimestre de 2014, quando a dívida estabiliza - de facto é residualmente diminuída em 0,1 p.p. do PIB. No último ano a dívida não cresceu e isso já deve ser considerado uma grande vitória.
É de notar que a dívida pública está claramente empolada pelo facto de após o resgate se ter optado por constituir e manter uma almofada financeira de segurança, refletida no volume de depósitos do Tesouro, que representa atualmente 12,5% do PIB. Ou seja, uma parcela muito significativa da dívida pública não tem relação com défices passados, mas representa disponibilidades para necessidades de financiamento futuro. (Os tais cofres cheios para uma urgência)
A dívida pública líquida de depósitos é atualmente (3º trimestre de 2014) equivalente a 118,9% do PIB, praticamente o mesmo valor de um ano antes.

Dívida estava "debaixo do tapete"
Recordo que uma parte muito significativa do saldo atual da dívida pública resulta de sucessivos alargamentos do perímetro de consolidação orçamental, a partir de 2011, que passou a integrar as empresas públicas reclassificadas (EPR). Mais precisamente, no 3º trimestre de 2014 a dívida dessas empresas ascendia a 20% do PIB. (Em Março 2011 são reclassificadas a Refer, Metro Lisboa e Metro Porto (a que acresceu em Abril a reclassificação de 3 PPP); em Abril 2014 é incluída a dívida da CP, Carris e STCP; em Setembro 2014, entra em vigor o SEC 2010, com reclassificação da CP já sem impacto, porque a dívida tinha sido incluída em Abril). Estes esqueletos socialistas tinham sido literalmente varridos para baixo do tapete.
Sem a sua inclusão, a dívida pública teria estabilizado em torno dos 110% do PIB, antes de começar a diminuir. Mais de 10% do incremento total da dívida pública, desde Junho de 2011 à atualidade, deve-se à reclassificação das referidas empresas, que teve por efeito uma melhoria considerável da transparência das Finanças Públicas, tal como já reconhecido por várias entidades.
O crescimento da dívida com este Governo foi menos de metade do registado no tempo de Sócrates, estabilizou no último ano, como é explicado por fatores completamente diferentes. É possível fazer uma análise mais minuciosa até ao final de 2013, uma vez que dispomos já dos dados necessários.

Trajectória explosiva
Em 2009 e 2010, período em que a dívida entrou em trajetória explosiva, mais de metade do seu crescimento é explicado por défices colossais; o saldo primário (sem juros) atinge valores de cerca de 7% e 8% do PIB. Nos três anos seguintes, dois anos e meio dos quais respeitantes a um processo de consolidação orçamental sem precedentes na nossa história democrática, a variação da dívida pública ocorre sobretudo:
(1) por efeito dos juros respeitantes na sua maioria a dívida contraída nos anos anteriores e
(2) por efeito dos ajustamentos défice-dívida, ou seja, por efeito de operações financeiras sem inscrição orçamental; avultam nestes ajustamentos o reforço da almofada de segurança já referida e também operações de reforço do capital no sector bancário, estas últimas revertíveis, com os reembolsos em curso, e sem impacto no endividamento líquido, uma vez que os montantes em que o Estado se endividou para conceder esses apoios têm por contrapartida dívidas, ou seja ativos, dos bancos ao tesouro.
A terminar recordo que em 2011 e 2012, a dívida é ainda negativamente afetada pela contração momentânea do PIB (nominal), entretanto superada. Se dúvidas existissem penso que ficam esclarecidas sem demagogia. e com total transparência.
Nota: dados retirados do Portal do Governo, do Banco de Portugal, INE e Eurostat. Expresso

Já em 2010... Os números oficiais do Instituto da Gestão da Dívida Pública aí estão para evidenciar esse enorme buraco, cada vez mais descontrolado.
Nos anos da governação de Sócrates, o aumento da dívida pública foi o seguinte:
2005- 11,1 mil milhões de euros
2006- 6,8 mil milhões de euros
2007- 4,2 mil milhões de euros
2008- 5,7 mil milhões de euros
2009- 14,3 mil milhões de euros
2010- 14 mil milhões de euros.
Nos 6 anos de 2005 a 2010, a dívida aumentou 56,1 mil milhões de euros, passando de 90,7 mil milhões para 146,8 mil milhões de euros. E se, em 2004, significava 60% do PIB, em 2009 representa 79,4% e em 2010 vai aproximar-se dos 90%.
Se a estes valores da dívida directa juntarmos cerca de 30 mil milhões de euros de dívida indirecta das empresas públicas deficitárias e que o Estado terá que honrar e ainda o valor actual dos compromissos com as PPPs no montante de cerca de 26 mil milhões de euros, teremos um valor global de 203 mil milhões de euros, equivalente a 122% do PIB. Em apenas 6 anos, a dívida pública sobe exponencialmente.

José Sócrates Pinto de Sousa acrescentou sozinho, 80 mil milhões de euros à dívida, fora aquela que andava escondida nas organizações criadas apenas para empregar amigos, dar obras a amigos e esconder dívida, como a Estradas de Portugal, a CP, a REFER, a REN, a Parpública e a Parque Escolar.
A dívida aumentou no consulado Passos Coelho, mas mais de metade desse aumento foi de incorporação de dívida que andava dispersa. Por exemplo, a dívida das autarquias equivalia a cerca de 15 mil milhões de euros, e era dívida "escondida" no tempo de Sócrates. A Troika (que aliás, Sócrates trouxe ao país) obrigou a que essa dívida assim como outras dividas escondidas por subterfúgios vários, fossem incorporados na dívida oficial. Como deveria ser desde o início. O que fez disparar a divida pública.
clique na imagem para ampliar
Ora, tão mau como a dívida foram os encargos com as Parcerias Público-Privadas. O valor dessa dívida monumental que oneram do presente do futuro. Três gerações foram sacrificadas por auto-estradas onde até um grilo se consegue ouvir. E como é habitual, os contratos das PPP foram feitos ao estilo de Sócrates, escondendo e adiando os encargos para o contribuinte, pois ele negociou os contratos de forma a que apenas nos governos seguintes, a despesa pública com as PPP se agravasse. Como facilmente se percebe no gráfico.

Encargos assumidos com as PPP.
A nossa dívida externa líquida já está a diminuir desde 2013, havendo passado de 106,5% do PIB para 103,5% no III trimestre de 2014, segundo o Banco de Portugal .
Não teremos defesa possível contra a desinformação que pretende impor a ideia de que afinal Sócrates era um herói e agora estamos pior, por culpa exclusiva do actual governo? 

Rui Rio afirmou que a crise é culpa de "opções políticas completamente erradas" de ministros, primeiros ministros e presidentes de câmara que gastaram "dinheiro dos impostos das pessoas no seu benefício político", nomeadamente para ganhar eleições.
Defendendo que a crise do país é "política" e não económica, o autarca apontou o dedo às "opções políticas completamente erradas, para não dizer nada sérias, nada honestas".
"Tudo isto tem origem na política e na falta de seriedade dos políticos", acusou.

AS MENTIRAS DE SÓCRATES NA PARQUE ESCOLAR
Este video é uma compilação dos vários escândalos divulgados, da Parque Escolar, uma empresa pública criada pelo governo Sócrates 



Sócrates vende hospitais e património nacional, para esconder défice. Engenheiro financeiro.
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VENDER PATRIMÓNIO DO ESTADO para ocultar deficit mas aumentando a despesa pública. Os nossos brilhantes Governos...


85% da divida foi gerada pela corrupção de décadas.
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Orçamento de estado serve padrinhos.Como cortar 7 mil milhões na despesa dos padrinhos.
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9,2 mil milhões, crescerá a nossa impagável divida por ano.
Os números da Ruína portuguesa. Portugueses prisioneiros e escravos de uma divida que não terá fim.


A perseguição dos reformados para pagar as PPP?
Porque insistem em falar da insustentabilidade das pensões e não falar da insustentabilidade da saúde? Da educação? Ou das PPP? ...

14 comentários :

  1. Enquanto a economia não crescer 3 ou + % ao ano, e acabarem com o deficit (receita inferior à despesa) a divida crescera. Qualquer crianca de 5 anos sabe disso

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    1. Para completar a desgraça
      http://jornaldiabo.com/economia/autopsia-governacao/

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  2. A UTAO publica hoje os resultados das PPPs e o grande aumento do endividamento a custa dos pulhas que vão ficar impunes. O futuro é bem negro a partir de 2017.
    So o preso 44 assinou 13000milhoes de PPPs.

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  3. Conforme consta no texto, o crescimento da divida passou de 11mil milhões em 2005 para "apenas" 4,2mil milhões em 2007, para depois passa a crescer (no triplo!) 14milmilhões em 2009 e 2010, por isso pergunta-se: o que terá acontecido para este salto de 4,2 para 14? foi apenas o aumento da despesa que provocou o salto?
    Quanto à divida escondida: no inicio de 2005 não havia nenhum valor escondido?

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    1. Claro que pode haver mas não houve nenhuma intervenção externa que forçasse a sua revelação. E este artigo serve para contextualizar a subida da divida actual, claro que bem esmiuçado tudo tem raizes ainda mais profundas e antigas. Mas pelo menos espera-se que as pessoas percebam que os fenómenos económicos não são limitados a mandatos, as causas e as consequências atravessam vários governos.

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    2. questões pertinentes e que eu também ponderei mas achei especialmente revelador da parcialidade do texto foi mesmo o seguinte parágrafo: "Desde a entrada em funções do primeiro Governo Sócrates, em 12 Março de 2005, até à cessação de funções do segundo Governo Sócrates, em 21 de Junho de 2011, a dívida pública aumentou 46,8 pontos percentuais (p.p.) do PIB. Desde a entrada em funções do atual Governo, até ao 3º trimestre de 2014, o último período para o qual há dados trimestrais coligidos, a dívida pública aumentou 22,1 p.p. Enquanto o Partido Socialista governou Portugal, a dívida pública aumentou mais do dobro do que aumentou com a atual maioria."
      Em 6 anos a divida aumentou o dobro do que em 3. o que é realmente esclarecedor sobre qual o governo que gerou mais divida... :D

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    3. Islander, revelador de parcialidade ou mero lapso devido ao suficiente encaixe no contexto? aumentou o dobro e remetou grande parte para a actual governação..

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  4. NESTE MENTIROSO NÃO VOTO !!!

    https://www.youtube.com/watch?v=R1lb5UdEuUQ

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    1. não devemos votar em nenhum mentiroso
      https://www.youtube.com/watch?v=eCWUMbvyYzM

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    2. https://www.youtube.com/watch?v=qlhaFzeO-hY

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    3. https://www.youtube.com/watch?v=0XJawEGhwTc

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  5. O peixe morre pela boca !!!

    http://www.jn.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=4572285

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  6. Respostas
    1. Querem protestar contra o regime, contra a democracia representativa, contra a corrupção, então votem nos partidos pequenos e mais recentes que não querem corrupção que querem democracia participativa e mudar o regime. Porque não haver 20 partidos com 5 %? Na Itália já foi assim na época pre-Berlusconi e a Itália funcionava.
      Se houver abstenção elevada, mais facilmente ofereceremos uma maioria absoluta ao PSD/CDS com cerca de 15-20% dos votos. Basta fazer as contas...Quanto menos votos válidos, mais facilmente os grandes partidos obterão grandes percentagens... Se votarem mil, serão precisos 501, se votarem 100 são precisos 51... É simples...
      Temos que tomar decisões conscientes das consequências, não votar não é não participar ou não colaborar com os corruptos, é precisamente colaborar com os corruptos. Basta pensarem. Se a abstenção for elevada quem vai ser eleito? O PS OU PSD. Todos sabemos a resposta, então porque nada fazemos para mudar isso? Se todos votassem contra os políticos e partidos identificados como corruptos, talvez após Outubro, quando perdessem as maiorias, muitos deles estariam presos. Porque as coligações e as maiorias garantem IMUNIDADE PARLAMENTAR.
      Ainda acha que não tem o dever de ir votar contra eles? Será que os portugueses não sentem vontade de deixar actuar a justiça, e obrigar os corruptos que nos tem assaltado durante anos, a ir fazer companhia ao 44?

      ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2015/05/partidos-portugueses-que-propoem.html#ixzz3g3FipJE1

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