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Deputada Elsa Cordeiro ganha contratos estatais de 170.260 para as empresas do marido


A lei não permite que os deputados tenham interesses no privado e no público em simultâneo, mas isso não interessa nada, o eleitor continua a votar nos partidos que mais abusam, portanto o povo gosta e o povo é quem mais ordena.

Deputada Elsa Cordeiro ganha contratos estatais para as empresas do seu marido 
No registo de interesses de Elsa Cordeiro, deputada do PSD, são declaradas as participações no capital social de três empresas, através do cônjuge: 100% da Mártires Unipessoal (comércio), 65% da Royal Green (construção e manutenção de espaços verdes) e 5% da Bio-Positivo – Construção e Manutenção de Jardins e Espaços Verdes.
No caso da Bio-Positivo, trata-se de uma empresa que tem três contratos por ajuste directo registados no portal Base, no valor de 170.260,00 euros. O contrato mais recente foi celebrado a 16 de Agosto de 2011, quando Elsa Cordeiro já tinha assumido o mandato de deputada à AR. Mais uma situação que se aproxima do limiar de 10% estipulado no artigo 21.° do Estatuto dos Deputados.
Fonte: LIVRO: «Os Privilegiados» de Gustavo Sampaio


Já desde 2009 que os negócios com o estado, abundam
FONTE: Site de despesas do governo

Adjudicante
Adjudicatário
Aquisição de Serviços de Manutenção para Espaço Verde Urbano na...
15.000,00 €
21-05-2010
Municipio de Castro Marim
Royal Green, Lda
+
Aquisição de Serviços de Limpeza e Requalificação em Espaço Verde...
15.600,00 €
18-02-2010
Municipio de Castro Marim
Royal Green - Construção e Manutenção de Espaços Verdes, Lda
+
Prestação de Serviços para Manutenção de Relvados e Zonas Circundantes...
67.500,00 €
31-07-2009
Município de Vila Real de Santo António
Royal Green - Construção e Manutenção de Espaços Verdes, Lda.
+
Serviços de Manutenção e Conservação dos Espaços Verdes no Município...
16.500,00 €
08-07-2009
Município de Vila Real de Santo António
Royal Green - Construção e Manutenção de Espaços Verdes, Lda.
+
AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DE ESPAÇOS VERDES...
21.500,00 €
03-06-2009
VRSA – Sociedade de Gestão Urbana, EM, SA
ROYAL GREEN – Construção e Manutenção de Espaços Verdes, Lda.
+
Manutenção de Espaços Verdes Públicos na Freguesia de Monte Gordo...
64.500,00 €
15-04-2009
VRSA – Sociedade de Gestão Urbana, EM, SA
ROYAL GREEN – Construção e Manutenção de Espaços Verdes, Lda.
+
Manutenção de Espaços Verdes Públicos na Freguesia de Monte Gordo...
43.000,00 €
02-03-2009
VRSA – Sociedade de Gestão Urbana, EM, SA
ROYAL GREEN – Construção e Manutenção de Espaços Verdes, Lda.
+
 Para ver os detalhes de cada contrato, basta clicar no sinal +, na última coluna

Girl do PCP reforma-se aos 47 anos com 1.859 euros, o povo paga

Mais uma reforma de luxo e de longa duração, que todos teremos que pagar, porque ela não a pagará, certamente, segundo a lógica da matemática.
Apenas por passar pela vida politica terá direito a receber de reforma, por muitos e muitos anos, mais do que a maioria recebe de salário. Esta é a vergonha da democracia dominada pelos partidos e abandonada pelos eleitores.

Ana Teresa Vicente Custódio Sá é uma menina de 47 anos, é autarca do PCP (presidente da Câmara de Palmela) e vai reformar-se pela Caixa Geral de Aposentações. Com apenas 26 anos de trabalho, esta menina, coitadinha, vai ter acesso à reforma. Este caso seria sempre revoltante, mas é ainda mais repulsivo no contexto que estamos a viver. Milhares e milhares de portugueses com uma idade fatal (na casa dos 50 anos) estão a cair no desemprego e sabem duas coisas: dificilmente encontrarão novo emprego e ainda estão a uma década ou assim da idade legal da reforma; sabem que um pedido antecipado de reforma significa (e, lamento, tem de significar) um corte no valor da pensão. Ao lado deste drama, aparece uma menina de 47 anos com acesso à pensão completa só porque passou pela política. Pobre Ana, a vida de um autarca é tão desgastante como a vida de um mineiro, não é verdade?
Quando se fala de boys, tendemos a pensar apenas no PS e PSD. Mas o PCP, dada a sua dimensão autárquica, também tem os seus boys e as suas girls.

A presidente da Câmara de Palmela, Ana Teresa Vicente (PCP), vai reformar-se, mas vai manter-se na presidência do município até final do mandato.
Ana Teresa Vicente, de 46 anos (faz 47 a 28 de janeiro), cumpre o terceiro e último mandato como presidente da Câmara de Palmela, pelo que não poderá recandidatar-se ao cargo.
De acordo lista de reformados em fevereiro da Caixa Geral de Aposentações publicada em Diário da República de 8 de janeiro, Ana Teresa Vicente vai auferir uma reforma de 1.859,67 euros.
O PCP desmarca-se das atitudes dos seus elementos? Mas quem faz o PCP não são os seus elementos? Sendo assim o PS também se pode desmarcar do Sócrates... e o PSD do Dias Loureiro e assim por aí fora, teremos sempre os partidos livres de responsabilidade.
O PCP reagiu a esta situação ao fim da tarde, em comunicado colocado no site do partido, realçando que se trata de uma "decisão pessoal" da autarca e reafirmando a sua discordância relativamente à legislação que permite casos como este.
"O PCP afirma a sua oposição a regimes legais como aquele que facultou a contagem a dobrar de tempo para efeitos de reforma no exercício de funções políticas, expressa na votação em 2005 no sentido da sua eliminação", lê-se no comunicado.
Ana Teresa Vicente é uma das presidentes de câmara do distrito de Setúbal a cumprir o último mandato, a par de Maria Emília de Sousa (Almada), Maria Amélia Antunes (Montijo), Carlos Beato (Grândola), Alfredo Monteiro (Seixal), Vítor Proença (Santiago do Cacém) e Manuel Coelho (Sines).

Moral da história, comunismo e capitalismo não são incompatíveis. Quando estão fora do poder todos são de esquerda e verdadeiros comunistas... no poder ficam todos capitalistas.
  1. Presidente da Câmara de Setúbal, declara 14 imóveis
  2. PCP fez proposta de lei que protegeu Juízes e diplomatas, de pagar CES e outras contribuições extraordinárias, sobre pensões?
  3. Pina Moura: "De Cunhal dos pequeninos a cardeal dos socialistas."
  4. Neste video, MARINHO PINTO critica o PS, PSD, CDS, PCP E BE, pela farsa das campanhas onde não se debate a corrupção nem o combate desta
  5. Imóveis dos partidos valem 28 milhões e não pagam IMI
  6. Mais de 80 autarcas investigados! Impostos gastos em hot clubs, prostitutas, etc.

MPT elogia Marinho Pinto que agora ataca com golpes sujos e baixos.

Para os que criticam e não compreendem porque razão Marinho Pinto saiu do MPT, e o condenam por isso, eis o video onde ele explica porque o fez. Qualquer pessoa integra e lúcida percebe que ele agiu correctamente... de tachistas e boys já todos estamos cansados, mais um partido como os outros, onde prevalecem os interesses pessoais, dispensamos. 



O número dois do Partido da Terra conseguiu o lugar porque Marinho e Pinto escolheu o MPT para entrar na vida política - é o próprio que o reconhece. Entre a preparação da campanha e a eleição, passou a admirar o ex-bastonário quase tanto como já admirava Sá Carneiro. Veja a entrevista a José Inácio Faria, líder do MPT.

Era um pequeno partido. Isso mudou?
A partir de 2011 subimos. Passámos de 16º para oitavo partido nacional e começámos a deixar de ser considerados um pequeno partido para passar a partido de média dimensão. Nestas eleições somos a quarta força.

Por causa de Marinho e Pinto?
Deve-se às ideias de Marinho e Pinto. Aquilo que ele representa. As pessoas associam-no à verdade.

Populista e judicialista são dois termos com que o acompanham.
Discordo, não acho que seja populista. Tem uma forma de falar que consegue chegar a todas as pessoas. Se quiser estar com palavras caras e no meio de intelectuais, está perfeitamente à vontade. Se quiser estar no meio da população com menos conhecimentos, também está.

O MPT foi barriga de aluguer de Marinho e Pinto?
Quem lançou isso não tinha noção do que estava a dizer. O Dr. Marinho e Pinto contactou-nos…
Quando?
Muito antes das eleições autárquicas, há um ano e tal. O MPT estava a deixar de ser um pequeno partido.
Ele já tinha recebido convites de outros partidos. Quais?
Não me compete dizer-lhe. Grandes partidos, partidos que estiveram no poder, que estão no poder. Quando nos contactou achámos que podia ser uma boa solução, não só pela figura mediática, mas porque é um bom representante do MPT. É ecologista e é humanista. Há poucas pessoas que saibam tanto de árvores e de plantas como ele. Ele sabe tudo.

Não se lhe conhece essa faceta.
Não vos posso convidar para ir à quinta dele, mas se forem lá é um deslumbre. Por onde passa, a primeira coisa que faz é olhar para tudo o que é verde. Antes de estar ligado ao MPT, talvez esta ideia não passasse para o exterior. Mas é um ecologista nato. O facto de ser um humanista e um ecologista foi o que mais pesou.

Contribuintes continuam a pagar o aluguer dos carros dos donos dos CTT??

Mais uma PPP, afinal os CTT continuarão ligados ao dinheiro do
estado, mais um parasita. 
Paulo Morais denunciou o escândalo: "Poiares Maduro, ministro em final de mandato, decidiu subsidiar os CTT, agora empresa privada, com cerca de oito milhões para criar balcões de cidadão; para já, oito milhões, é só o começo. 
Talvez o devesse ter feito - e nunca fez - quando os CTT eram públicos. Nunca agora que são privados. 
Maduro privatizou os CTT a preço de saldo. E no final ainda vem oferecer aos privados adquirentes negócios públicos. O povo paga.
Esta é mais uma PPP disfarçada. Mais uma PPP que deve ser extinta ou anulada num futuro próximo."

O Governo não se coíbe de dar mais um pérola aos novos donos dos CTT: um negócio sem risco.
Agora que são privados os donos dos CTT não querem arriscar, precisam de apoio do dinheiro público, que esse nunca falha, por isso passam a fazer um serviço público, para assim garantirem entradas certinhas e chorudas de dinheiro/ rendas, pagas pelos contribuintes.
Mas o descaramento não se fica por aqui...
Também antes da privatização, os governantes foram muito generosos com os futuros donos dos CTT. Gastaram muitos milhões de euros, para modernizar os CTT, para os privados não se incomodarem a gastar dinheiro deles, nessas coisas tão caras. E o mais incrível, é que os nossos governantes, até assinaram contratos de Leasing de 13.288.671,84 € a 06-09-2013, por 4 anos??!!! Ou seja, durante anos, os donos dos CTT, terão as viaturas pagas por todos nós???

Foi dinheiro a jorrar para os CTT...
20/10/2013 -Desde o início do ano, os CTT – Correios de Portugal já gastaram em bens e serviços o valor global de 24,7 milhões de euros. Só no aluguer de viaturas foram consumidos 13,2 milhões.
Entre as despesas efectuadas destacam-se os 13,2 milhões que a empresa pagou à SGALD Automotive - Sociedade Geral de Comércio e Aluguer de Bens, pelo aluguer operacional de 822 furgões de mercadorias por um período de quatro anos.
A 10 de Outubro de 2012, os CTT publicaram um contrato com a empresa Locarent, por 8,7 milhões de euros, também por quatro anos, para o fornecimento de 489 furgões de mercadorias. Em Agosto do ano passado, já tinham assinado outro por 1,6 milhões com a empresa Lease tendo em vista o aluguer operacional de 152 viaturas e prestação de serviços complementares, também por quatro anos. ioline

Galamba amigo de Sócrates recebeu do governo dele 34 mil euros de ajustes directos

Ajustes directos para Galamba
Deputado que liderou o blogue, de apoio a José Sócrates, recebeu do Governo verbas pagas através de contratos de serviços por ajuste directo. João Galamba, que em tempo de campanha eleitoral liderou grande parte da informação para os blogues de apoio a Sócrates, recebeu mais de 34 mil euros em dois contratos do Governo, por ajuste directo, entre Março e Agosto de 2009.
As verbas destinavam-se a serviços da Unidade de Missão para os Cuidados Continuados Integrados (UMCCI), entidade onde Galamba foi consultor externo até à data das eleições de 27 de Setembro. Um dos contratos, no valor de 20 814 euros, foi celebrado em 16 de Junho de 2009 e adjudicado a João Galamba pela Administração Central do Sistema de Saúde.
O objecto do contrato refere apenas o item de 'Serviços para a área financeira para a UMCCI'. Não especifica que tipo de serviços, mas tem fixado um prazo de execução de 180 dias. O contrato foi publicado em Agosto de 2009. Não se conhece o alvo nem os resultados destes serviços. O certo é que, durante o Verão, o consultor financeiro da UMCCI não terá estado muito ocupado com a gestão da Unidade. Além da produção de conteúdos para o Simplex, João Galamba ainda fez campanha eleitoral e gozou férias. Pelo meio ainda teve direito a mais de duas semanas de licença de casamento. João Galamba integra várias comissões parlamentares, embora tenha sido eleito deputado, pela primeira vez, nas últimas legislativas.

Futebol, com subsídios do Estado, paga salários milionários. Suplementos extra aumentam rendimentos.

VEJA O ABUSO DOS SALÁRIOS QUE TODOS PAGAMOS E POR QUEM NOS SACRIFICAMOS
Num país onde os eleitores não votam, os políticos abusam.
O voto contra os partidos abusadores, serviria para punir as suas medidas que criticamos, censurar o seu poder excessivo, criticar o despesismo, travar os abusos, mostrar que o povo tem o poder de expulsar da politica, quem não defende os contribuintes e o interesse nacional-
Mas em Portugal o eleitorado opta por não usar o voto. 60% dos eleitores votam branco, nulo e abstenção, por mera ignorância, desconhecendo que qualquer uma destas 3 opções, serve apenas para inutilizar a oportunidade de dizermos o que queremos e o que não queremos, aos partidos. Pois como se sabe e segundo a lei, apenas o voto expresso e válido entra nas contas que decidem tudo.

OS ABUSOS PROSSEGUEM PORQUE O POVO É MANSO.
O Futebol, com subsídios do Estado, escapa à crise e ordenados sobem com o aumento do salário mínimo. Suplementos extra aumentam rendimentos.
Os dirigentes da Federação Portuguesa de Futebol são pagos a peso de ouro. O presidente, Fernando Gomes, recebe 28 salários mínimos, mais subsídio de alojamento, o que perfaz cerca de 16 200 euros por mês. A este valor ainda acresce o pagamento das despesas e os quilómetros para deslocações. A verba que leva para casa está imune aos cortes porque se trata de uma entidade privada, ainda que receba subsídios do Estado. Usam, no entanto, as regras das empresas públicas: a indexação dos ordenados ao salário mínimo e o pagamento de um acréscimo de 20% no caso de residirem a mais de 100 quilómetros de Lisboa".
Segundo o jornal, "os salários milionários estendem-se a outros dirigentes da Federação e estão a causar bastante mal-estar entre os associados. Os ordenados dos outros dirigentes são nivelados com base no salário de Fernando Gomes. No total, cada um dos três vice-presidentes - Humberto Coelho, Rui Manhoso e Carlos Coutada, aufere 9840 euros mensais, a que acresce uma série de extras como o pagamento de despesas de alimentação e quilómetros, uma vez que usam os carros pessoais ao serviço da Federação. O mesmo se passa com os três diretores João Vieira Pinto, Pauleta e Pedro Dias, que levam para casa mensalmente 8150 euros". DN

Cerca de 40 mil euros entregues por via de publicidade entre 2011 e 2013.

O negócio sujo dos livros escolares. Famílias forçadas a sustentar interesses

Em Portugal tudo tem o preço que os interesses dos lobies exigem, o negócio dos manuais escolares não escapa à ganancia.
"Ricos livros.O fim do ano escolar aproxima-se. E milhões de manuais escolares irão em breve para o lixo: um desperdício. Poderiam ser reutilizados, como acontece em toda a Europa, por novos alunos. Mas não! Quem lucra com este esbanjamento? 
Obviamente as editoras, que dominam o negócio, sem que o Ministério mostre vontade de impor uma nova política.
E sofrem as famílias que, no início de cada ano letivo, gastam fortunas na aquisição de livros. A inexistência de bancos para troca de livros em todas as escolas públicas é incompreensível. Aí todos os alunos poderiam levantar gratuitamente os seus manuais, a troco de deixarem os do ano anterior. É claro que famílias que queiram comprar livros novos seriam livres de o fazer. Mas, para as outras de orçamentos mais apertados, ou simplesmente combatentes do desperdício, as escolas deveriam instituir um sistema universal de entrega de manuais.
É assim em toda a Europa: da Dinamarca a Espanha, passando pela França ou pelo Reino Unido, em todos estes países os manuais são reutilizados. Esta medida é, aliás, também obrigatória em Portugal, pois a legislação determina que "escolas e agrupamentos de escolas devem criar modalidades de empréstimo de manuais escolares". Mas, como a Lei é desprezada, a cada ano, o esforço familiar é enorme e aumenta à medida que os alunos progridem no sistema escolar. Os valores superam as duas centenas de euros, numa escala crescente, insuportável então para quem tenha mais que um filho a frequentar a escola.
Estes preços incomportáveis só são possíveis porque são as editoras quem, no fundo, decide a política de manuais escolares e os preços.
Dominam um setor que representa mais de cem milhões de euros, considerando que os cerca de milhão e meio de estudantes do ensino básico e secundário adquirem perto de dez milhões de livros. O facto de estes bancos escolares para troca de livros não serem uma realidade sistemática e regular em Portugal é mais um exemplo das muitas políticas que o Estado não faz cumprir, permitindo que os cidadãos sejam, deste modo, e mais uma vez, defraudados." Por Paulo Morais

A União de Editores preocupa-se em vender livros, nem que seja à força... em 2005 quando se tentou aumentar o tempo de validade dos livros, a reacção da União dos Editores Portugueses foi apenas salvaguardar o seu lucro.
"De acordo com o documento, o prazo de vigência dos livros será aumentado de três para seis anos, o mesmo tempo de duração dos programas curriculares, "para permitir a possibilidade de reutilização dos manuais e, desse modo, reduzir os encargos das famílias".
Segundo Manuel Ferrão da UEP, este aumento do prazo de vigência dos manuais põe em causa a sobrevivência das editoras escolares, que ficarão sem livros para editar durante vários anos.
"Se os manuais vão durar seis anos, as editoras vão ficar paradas, sem livros para editar durante três ou quatro anos e não sei como poderão sobreviver. O que fazemos aos trabalhadores durante esse período?", questiona. Em Portugal, o mercado da edição escolar representa cerca de 56 milhões de euros, segundo estimativas do ano passado. fonte

Reparem no desplante. Nem têm vergonha proferir estas afirmações em público, porque vivemos num país onde vale tudo? Um loby ter a coragem de afirmar sem qualquer pudor, que precisam que o governo obrigue as famílias a gastar dinheiro em livros mesmo sem necessidade, obrigue o ambiente a ser agredido, obrigue ao desperdício de papel, porque eles precisam para viver bem? Tudo para manter empresas que na verdade são parasitas insustentáveis??? 
E não há vergonha de se pensar assim?De se gerir assim? De se afirmar tamanha barbaridade em público?
Em breve exigem uma lei que obrigasse a mudar os manuais escolares de 6 em 6 meses.!! Ou que os manuais se auto destruam em 3 meses... vale tudo para manter lobies e abusar dos cidadãos e da democracia. O que importa é manter o negócio sem ter que se esforçar muito?? Porque os "clientes" são obrigados a comprar.

Milhares de euros gastos por administradores da empresa pública Metro Mondego, em hotéis, vinho, jogos e striptease

A corrupção alastra-se e corrói o nosso PRESENTE E futuro, apodera-se dos nossos impostos e do nosso trabalho.
O descaramento com que se rouba o povo só pode ser sintomático de que é o povo que assim o permite. Um país onde quase 60% do eleitorado abdica de julgar, de punir, de censurar e criticar as más politica e os maus políticos nas urnas, no dia do julgamento, um povo assim não pode esperar RESPEITO dos corruptos. Um povo ausente.
Se os corruptos sabem que o povo não vota, não pune e é inofensivo, depressa descobrem que por muito que roubem e abusem, serão eleitos de novo, por isso não precisam de parar de roubar. O eleitorado português, é para eles o verdadeiro "corno manso" que é roubado e nada faz contra o ladrão, nem uma simples cruz num boletim de voto. Mas depois queixa-se que não é respeitado como contribuinte nem como cidadão?

"PJ concluiu investigação num inquérito em que seis ex-administradores são arguidos por administração danosa, peculato e participação económica em negócio. Cartões de crédito da empresa pública pagaram despesas pessoais e responsáveis duplicaram estudos e custos.
Em quase duas décadas de existência, o projecto da Metro Mondego quase não saiu do papel, mas das suas contas saíram cerca de 100 mil euros que ex-administradores usaram em despesas pessoais pagas com cartões de crédito da empresa pública. Seis ex-administradores, dois anteriores presidentes e quatro antigos vogais executivos são arguidos num inquérito do Departamento de Investigação e Acção Penal de Coimbra em que estão em causa crimes de administração danosa, peculato e participação económica em negócio que terão ocorrido entre 2004 e 2010.

Num caso, um dos administradores usou o cartão de crédito, que lhe tido sido distribuído pela empresa para despesas inerentes ao cargo, para gastar 72 mil euros em jogos de computador, perfumes, artigos de decoração, estadias em hotéis, compras no supermercado, vinho, material de surf e até para pagar serviços numa empresa organizadora de eventos, especializada em festas infantis, sublinha o relatório final da PJ de Coimbra que concluiu recentemente a investigação. Este responsável foi avisado pela empresa de que as despesas que pagou eram pessoais. Apesar da advertência, continuou a usar o cartão para o mesmo tipo de pagamentos.
Parte da despesa foi paga através de cash advance, ou seja, o administrador levantou 17 mil euros com o cartão de crédito onerando a empresa com uma taxa de 5% de juro. No relatório, a PJ sustenta que os cartões de crédito eram “usados despudoradamente” e os inspectores foram mesmo surpreendidos por uma despesa inesperada para uma empresa pública.
Em Dezembro de 2005, um dos arguidos deslocou-se ao bar de striptease Elefante Branco, em Lisboa e pagou uma conta de 139 euros com um dos cartões da empresa.

Outro administrador pagou 27 mil euros com o cartão de crédito da empresa. Foi o próprio departamento financeiro da Metro Mondego que detectou a situação e informou os administradores que as despesas, não tendo justificação profissional nem tão-pouco existindo os respectivos recibos, eram pessoais. Por isso, os dois viriam a devolver, mas não de forma total, os valores vários anos após saírem dos seus cargos. Um deles fê-lo em 2010, três anos após deixar funções.

Estudos e custos duplicados
Em causa está ainda o facto de a empresa ter encomendado em 2010 dois estudos por ajuste directo a duas firmas privadas com o mesmo objectivo: procurar saber os custos operacionais da Sociedade Metro Mondego. Contratou uma empresa à qual pagou 60 mil euros e, sem esperar pelas conclusões, pediu igual estudo a outra à qual pagou 55 mil euros. “Valores sempre superiores ao previsto inicialmente pela Metro Mondego”, sublinha PJ. No total, a Metro Mondego duplicou as despesas em relação ao mesmo objectivo: 115 mil euros.

“O convite à segunda empresa para a realização do estudo acontece quando a primeira empresa ainda estava a elaborar o relatório final”, destaca ainda a PJ. Já em 2011 o Tribunal de Contas arrasara a gestão da sociedade com uma auditoria em que revelou que o projecto sofreu um aumento de custos quatro vezes superior, tendo passado de uma estimativa de 112,8 milhões de euros, em Abril de 1997, para 512 milhões de euros, em Janeiro de 2011. A auditoria é uma das peças-chave neste inquérito-crime. O processo teve, porém, origem numa denúncia apresentada em 2011 por um funcionário judicial e por Jaime Ramos, porta-voz do Movimento Cívico de Coimbra, Góis, Lousã e Miranda do Corvo e ex-presidente de câmara neste município. Na queixa, os dois davam conta de crimes de sabotagem, gestão danosa e delapidação de património público.
No ano passado, ambos queixaram-se de que, passados mais de dois anos, ainda não tinham sido ouvidos e pediram a aceleração processual do caso considerando que o prazo de inquérito já tinha sido ultrapassado. A Procuradoria-Geral da República recordou que o processo é complexo e indeferiu o pedido.
A Metro Mondego foi fundada em 1996, mas a linha nunca foi criada. O projecto resultou apenas em demolições de edifícios na Baixa de Coimbra e eliminação de linhas de comboio que serviam esta cidade, o que gerou grande contestação. Em 2009, os comboios deixaram de circular no Ramal da Lousã, primeiro apenas entre Serpins e Miranda do Corvo e, um mês depois, em toda a extensão da ferrovia com o arranque das obras do metro.

Em 2010, o Governo suprimiu às duas empreitadas em curso a colocação de plataformas na via, dos carris, bem como de toda a catenária, justificando a decisão com os cortes do Plano de Estabilização e Crescimento (PEC) 3. O Ramal da Lousã foi desactivado em Janeiro de 2010, estando concluída apenas parte da empreitada. As obras foram interrompidas após um investimento de cerca de 140 milhões de euros. Em 2011 o Governo anunciou a extinção da empresa, que, porém, continua activa. Em 2013, gastava 500 mil euros só com remunerações.

Esta não é a primeira vez que no DIAP de Coimbra investiga aquela empresa pública. Em Novembro de 2010, abriu uma averiguação preventiva com base numa notícia do jornal “As Beiras” que dava conta de que a Metro Mondego pagava o aluguer de automóveis que estariam a ser usados por administradores já demitidos. O uso dos veículos foi equiparado a remunerações acessórias e a averiguação foi arquivada. O DIAP considerou não existirem indícios de crimes de administração danosa e abuso de poder. De acordo com o relatório e contas de 2009, a empresa pagou quase 30 mil euros pelo aluguer dos três automóveis nesse ano. Público

CASO QUEIRA PROSSEGUIR, LEIA AS CONCLUSÕES DO TRIBUNAL DE CONTAS: Metro Mondego, 7 administradores para 5 empregados? Mais um albergue de parasitas abusadores. As derrapagens, o prejuízo, os interesses... a vergonha. ARTIGO COMPLETO: 

A justiça está nas nossas mãos, somos nós eleitores que temos o dever cívico de punir as más politicas, os maus políticos e os maus partidos políticos. Ao contrário do que temos feito.
Actualmente o eleitorado português ou vota nos corruptos ou nem vota válido. (ver gráfico no inicio)
Se existe tanta corrupção e descaramento é porque eles, os corruptos, sabem que o eleitorado português é inofensivo, não sabe usar o voto e não os pune votando contra eles.
Votar nos partidos corruptos é incentivar a corrupção. Votar branco ou nulo ou abster-se é deixar impunes os corruptos.
Está na hora de saber usar o voto, votando contra os que queremos criticar, censurar ou condenar.
Votar contra os que lesam o interesse do país. Fazer justiça e mostrar que os portugueses possuem o poder o dever e a lucidez de escolher e decidir que partidos que lesam o país não tem direito a chegar ao governo, e o teu voto contra eles é decisivo.



A Junta de Benfica e os ajustes directos aos amigos do partido: PS

Em Portugal vale tudo quando se pretende fazer favores a amigos e distribuir impostos....
Quem recebe o dinheiro das obras são os amigos do partido, mas quem faz o serviço, são os escravos do centro de desemprego? E nem sequer cumprem o serviço contratado? E depois as empresas que concorrem aos concursos vem-se a descobrir que na realidade, são uma só empresa, apenas para garantir que ganham? Só visto... Mais um rol infindável de estranhas coincidências e favores, que deixam antever o desprezo pela defesa do interesse público.

Junta de Benfica entrega ajustes directos a colegas e amigos do PS
A autarquia socialista entregou três obras, no total de 134.576 euros, por ajuste directo, a duas empresas com ligações a colaboradores seus e ao PS. Parte dos trabalhos acabou por ser feita por desempregados ao serviço da própria junta.
Num dos casos, parte dos trabalhos acabou por ser feita por pessoal da autarquia. Já neste mandato, a junta contratou também, por 26.400 euros, um membro do secretariado do PS de Lisboa, que dirige as suas obras e trabalha há pelo menos uma década com um dos donos da empresa agora contratada. Um outro ajuste directo contemplou um ex-vereador socialista da Câmara de Lisboa com mais 64.800 euros.

Ex-autarca da Parede desvia mais de 400 mil euros, com ajuda da filha e tesoureiro

voto arma contra corruptos
A autarquia da Parede esteve envolvida num esquema fraudulento pelas mãos de um tesoureiro, autarca, a filha do autarca e mais cinco funcionários. 
No total foram desviados cerca de 410 mil euros, apurou o Público.
O ex-tesoureiro da Junta de Freguesia da Parede, João Magno, o ex-autarca, a filha deste e outros cinco funcionários da autarquia foram acusados pelo Ministério Público de desviarem dinheiros públicos, para fins pessoais, no valor de 410 mil euros.
A responsabilidade é atribuída essencialmente ao, na altura tesoureiro, um eleito do CDS, que saiu do cargo em 2010 e que retirou aos cofres da freguesia 382 mil euros.
O Ministério garante que o ato foi com pleno conhecimento e com o acordo do então presidente da junta, Carlos de Almeida que, entretanto, acabou por falecer.

A filha do ex-presidente é também acusada de estar envolvida e de ter beneficiado de empréstimos ilegais da autarquia, em cerca de 30 mil euros, que não devolveu. E terá também ajudado o tesoureiro a falsificar as contas da autarquia, colocando uma despesa de 56 mil euros quando a fatura era de apenas seis mil.
O antigo tesoureiro é acusado de sete crimes de peculato e três de falsificação de documentos agravada. A filha do ex-presidente é acusada do crime de peculato e falsificação e os restantes arguidos são acusados do crime de peculato cada um.
Considerando um orçamento anual de 760 mil euros, em três anos as receitas e despesas rondaram os 2,3 milhões de euros. Durante esses mesmos anos, desapareceram 410 mil euros. Ou seja, desviaram anualmente quase 20% da receita total da autarquia. Fonte

A justiça está nas nossas mãos, somos nós eleitores que temos o dever cívico de punir as más politicas, os maus políticos e os maus partidos políticos. Ao contrário do que temos feito.
Actualmente o eleitorado português vota nos corruptos ou nem vota válido. (ver gráfico)
Se existe tanta corrupção e descaramento é porque eles sabem que o eleitorado português é inofensivo, não os pune nem vota contra eles.
Votar nos partidos corruptos é incentivar a corrupção. Votar branco ou nulo ou abster-se é deixar impunes os corruptos.
Está na hora de saber usar o voto, votando contra os que queremos criticar, censurar ou condenar.
Votar contra os que lesam o interesse do país.

corrupção abstenção abusoOutros casos de corrupção no poder local
- Eleições autárquicas de 2013 vão custar 48,5 milhões de euros.
- Os mandarins locais
- Luis Filipe Menezes tem mais para acrescentar
- Empresas municipais, e os boys
- Como é possível, tanta incompetência?
- Exemplos de boa gestão
- Ninhos de boys
- Compadrio e despesismo
- Gestores sem currículo...
- O contribuinte sabe onde gastam o seu dinheiro?
- Parasitas e charlatões que se acotovelam por um lugar na Câmara Municipal, numa empresa pública, Fundação, ou Instituto.
- Os Marajás de Portugal
- O desastre do esbanjamento irresponsável.
- Demolir 32 milhões, pavilhão novo?
A crise deixa os autarcas loucos pelo poleiro... a vergonha é nula.

Os 10 Boys do Diário de Noticias, integrados no governo.

Com a ida do jornalista Licínio Lima para a Direcção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais,
elevam-se para 10 - convém repetir este número: dez - os jornalistas que transitaram da redacção do Diário de Notícias para cargos de nomeação directa do Governo de Pedro Passos Coelho.

Por ordem alfabética:
  1. Carla Aguiar é assessora do ministro da Administração Interna,
  2. Eva Cabral é assessora do primeiro-ministro, 
  3. Francisco Almeida Leite é vogal da administração do Instituto Camões, 
  4. João Baptista é assessor do ministro da Economia,
  5. Licínio Lima foi nomeado para director-geral adjunto de Reinserção,
  6. Luís Naves é assessor de Miguel Relvas,
  7. Maria de Lurdes Vale é administradora do Turismo de Portugal,
  8. Paula Cordeiro é assessora do ministro das Finanças,
  9. Pedro Correia é assessor de Miguel Relvas  
  10. Rudolfo Rebelo é assessor de Pedro Passos Coelho. 
Espero não me estar a esquecer de ninguém.
Entre estas pessoas há, como é óbvio, de tudo: gente inteligente e competente, gente inteligente mas pouco competente, e gente pouco inteligente e muito incompetente. Eu sei disso porque trabalhei durante vários anos com quase todos na redacção do Diário de Notícias.
No meio dos dez há inclusivamente uma amiga minha, e se trago para aqui esta lista com nomes concretos não é para acusar ninguém de se ter andado a vender ao Governo enquanto jornalista (embora, a bem da verdade, não ponha as mãos no fogo por todos) e muito menos para acusar o Diário de Notícias de ser um viveiro de "laranjinhas" - até porque na altura de José Sócrates o jornal era acusado de andar a fazer fretes ao PS. Se exponho isto publicamente é, isso sim, porque a minha consciência me obriga a denunciar, com mais do que palavras vagas, a extrema hipocrisia do Governo de Passos Coelho, que anda por aí a pregar um novo Portugal e uma nova forma de fazer política, e depois continua a encher gabinetes e administrações de jornalistas.

O problema, aliás, não é só encher os gabinetes e as administrações - é também a forma como os enche. Quase todos os jornalistas que vão para cargos de nomeação directa saem com requisições de serviço, como se estivessem a ser convocados pelo Governo para ir para a guerra. Ou seja, o lugar no quadro fica assegurado. E as administrações, que recusam com frequência licenças sem vencimento a jornalistas que querem tirar mestrados e valorizar-se profissionalmente, usando o argumento de que são indispensáveis ao funcionamento do jornal, mostram-se depois disponíveis para aceitar estas saídas para o Governo, mesmo que às tantas elas já representem 10 ou 15% da redacção, como é o caso do DN. E mostram-se disponíveis porquê? Não é porque concordem, nem porque não lhes desse jeito aliviar o quadro. É porque não querem chatices com os Miguéis Relvas desta vida.

Caído o Governo, corrido o pessoal dos gabinetes e das administrações, esses jornalistas regressam então alegremente às redacções de origem, como se aquele período às ordens dos políticos, passado a praticar spin, fosse um curso de formação profissional - que, com sorte e boa capacidade argumentativa, até os vai habilitar a exercer melhor a sua actividade no futuro. Querem uma explicação para o estado em que Portugal se encontra? Têm aqui mais uma.
Enquanto os portugueses são espremidos de segunda a domingo, e Pedro Passos Coelho utiliza discursos comoventes sobre a necessidade de modificar a mentalidade da pátria, o que se vê nas estruturas do Estado é o mesmo de sempre - ou até um bocadinho pior, porque saltarem dez jornalistas de uma única redacção deve ser algo inédito na história da democracia portuguesa. Pela boca morre o peixe, e pela boca há-de morrer este Governo, que é incapaz de manter a elevação ética necessária para impor os níveis gigantescos de sacrifícios que os portugueses estão a suportar. Promulgam-se novas leis laborais, exige-se a perda de velhos hábitos, tudo se quer flexibilizar, mas o círculo dos protegidos, esse continua ao abrigo de todas as tempestades.

Com as empresas de media a atravessarem extremas dificuldades, com cortes salariais constantes e falta de perspectivas na profissão, qualquer lugar num gabinete de imprensa é uma atracção irresistível para um jornalista que começa a ver a sua vida a andar para trás. Só que tudo isto mina de forma indelével a imagem de políticos e de jornalistas, duas classes essenciais para nos tirarem do pântano onde nos encontramos, mas que todos os dias, de forma suicida, se vão afundando um bocadinho mais. Até porque se dá esta suprema ironia - cereja em cima do bolo da incompetência - de quantos mais jornalistas se contratam mais desgraçada parece ser a comunicação do Governo. E diante disto, até eu, que votei no PSD, fico cheio de vontade de cantar a Grândola. É uma vergonha, senhores.
Por JOÃO MIGUEL TAVARES/Publico

Marinho Pinto denuncia como os media são utilizados para lesar uns e beneficiar outros



Tachos em Estremoz levam o presidente da Câmara e seu adjunto a extremos. As cunhas descaradas

Os nossos impostos e o cargos na função pública continuam a servir os interesses pessoais de quem nos deveria representar e não o interesse dos contribuintes. Dois representantes públicos de Estremoz decidem arranjar tacho para as suas esposas. Tentam abrir concurso interno mas não conseguem, devido à ilegalidade. Abrem concurso externo mas ao ver que houve muitos candidatos e com boas notas, e que existe o perigo das esposas não serem seleccionadas, anulam o concurso. Finalmente conseguem contornar a ilegalidade do concurso interno e abrem o concurso muito bem direccionado para as respectivas esposas que extraordinariamente só não tiveram nota 20 nos exames, por um triz. 
Andamos todos a dormir... e eles bem despertos fazem de nós parvos.
Não permitas que a politica seja um antro de corrupção, vota e pune os partidos corruptos. Cumpre o teu dever, protege o país, sê um vigilante activo dos teus impostos e da democracia. 
tachos esposa luis mourinha

MULHERES DO PRESIDENTE E DO ADJUNTO GANHAM CONCURSOS NA CÂMARA DE ESTREMOZ
A mulher do Presidente da Câmara, Luís Mourinha e do seu adjunto, António Serrano foram as candidatas melhor classificadas nas Provas de Conhecimentos e de Entrevista Profissional de Seleção nos Procedimentos Concursais abertos pela autarquia estremocense para Técnicos Superiores da área de Ciências da Informação e Documentação e na área de Turismo, respectivamente, segundo se pode constatar no site da Câmara Municipal de Estremoz (www.cm-estremoz.pt).
Segundo os elementos divulgados no site oficial da autarquia, a candidata Maria Helena Galego Borges Mourinha, mulher do Presidente da Câmara, obteve classificações de 19 e 17,90 valores naquelas provas e a candidata Marisa Isabel Varela Serrano, mulher do adjunto do Presidente da Câmara obteve classificações de 19,20 e 13,30.

O resultado dos concursos para estes Técnicos Superiores já tinha sido previsto pelo Ecos online em Janeiro de 2011 quando em artigo intitulado “ESTREMOZ: CÂMARA ABRE CONCURSOS PÚBLICOS DIRECIONADOS?”escrevíamos que “a simples análise dos requisitos exigidos pela autarquia, nomeadamente no que se refere à nomenclatura das licenciaturas exigidas para os quadros superiores, comprova a informação recolhida pelo Ecos online e aponta mesmo para que os lugares em aberto venham a ser ocupados por pessoas com ligações familiares a quadros dirigentes do actual executivo ou a quadros que exercem funções de apoio político ao executivo camarário.” e acrescentávamos que “os resultados destes concursos comprovarão se a informação recolhida pelo Ecos online tem ou não fundamento”.

O historial dos concursos abertos pela Câmara Municipal de Estremoz para a as áreas de Informação e Documentação e para a Área de Turismo não deixa quaisquer dúvidas sobre o seu previsto resultado. Em Setembro de 2010, o executivo de Luís Mourinha tentou que a Câmara aprovasse a abertura de concursos internos para aquelas áreas mas perante o risco de ilegalidade de tal procedimento voltou atrás e em 23 de Novembro do mesmo ano a Câmara abriu Concursos Públicos para técnicos superiores daquelas áreas através da sua publicação no Diário da República, II Série.
Depois de decorridos os prazos concursais e de ter inclusivamente marcado as datas das provas de seleção para os candidatos que se apresentaram a concurso, o executivo de Luís Mourinha viria a anular estes concursos na reunião pública da Câmara de 15 de Fevereiro de 2012 tendo apresentado como justificação que a Lei do Orçamento de Estado para 2012 – Lei n.º64-B/2011 proibia a sua realização, facto que foi contestado por vereadores da oposição que argumentaram que este tipo de concursos não eram proibidos por aquela Lei.

Como a Ecos online denunciou na altura e leitor atento não deixou de reparar, o elevado número e a qualificação dos candidatos designadamente para a Área de Turismo terá sido alegadamente a razão desta anulação, uma vez que punha em perigo a candidata Marisa Isabel Varela Serrano, mulher do adjunto do Presidente da Câmara.
Anulados estes Concursos Públicos, a Câmara voltou a abrir novos concursos, mas agora internos, o que, de modo conveniente, veio reduzir o número de candidatos, uma vez que para a Área de Turismo apenas a candidata Marisa Serrano prestou as duas provas concursais e para a Área de Informação e Documentação, a candidata Maria Helena Mourinha apenas contou com dois oponentes.

Entretanto o Jornal local Ecos, que denunciou esta situação, foi encerrado...
O presidente da Câmara de Estremoz, Luís Mourinha, foi condenado por difamação e calúnia contra Eduardo Basso, ex-director do jornal local Ecos, já extinto, e presidente de uma associação que era subsidiada pelo município. Em causa estão afirmações feitas pelo autarca, que insinuou que Basso utilizaria a verba atribuída pela câmara para pagar dívidas pessoais. Mourinha suspendeu o apoio à instituição e terá, por isso, de voltar a julgamento, acusado de prevaricação.
Mourinha foi eleito presidente da câmara pela CDU durante 12 anos e optou por não se recandidatar em 2005. Voltou à corrida como independente em 2009, ano em que conquistou a autarquia ao socialista José Alberto Fateixa. Voltou a vencer nas eleições autárquicas de Setembro passado. Público

Maçonaria portuguesa reforça o poder, recruta maçons em Portugal e África

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Em São Tomé e Príncipe, a Grande Loja Legal de Portugal (GLLP) conta com uma parte da elite governativa do país, como é o caso do Presidente da República, Manuel Pinto da Costa, e do primeiro-ministro Patrice Trovoada.
Outro exemplo, regista-se em Cabo Verde, onde foi criada uma nova loja – a Eugénio Tavares – e que tem como recrutados o ex-bastonário da Ordem dos Advogados, Arnaldo Pina Pereira Silva, o diretor da polícia, Júlio Melício, e ainda um dos membros da direção do Banco Cabo-verdiano de Negócios, Pedro Mendes de Barros.
Estas três personalidades fazem parte dos sete fundadores da loja – que inclui ainda Marcos Barbosa Rodrigues (CEO da Artecomum) e o ex-deputado Miguel Cruz Sousa –, que tem como líder o português Armindo Azevedo, administrador da Parques Tejo.

Uma seita faminta de dinheiro e poder tem que manter entre os seus fieis, pessoas com poder público e com acesso ao dinheiro público. Não importa de que país se é ou de que partido, o importante é ter poder e gostar de fazer favores e de receber favores, com dinheiro alheio. 

Durão Barroso com pensão vitalicia de 11 mil por mês, e bom tacho para o filho

Durão Barroso de 58 anos, com pensão vitalícia de 132 mil euros por ano, 11 mil por mês ao que soma o subsídio de reintegração durante três anos. Uma espécie de subsidio de desemprego de luxo, porque está difícil arranjar emprego para esta gente, eles precisam de muito apoio. Apesar de ele afirmar que convites para trabalhar, não lhe faltam... mas não há pressa, o povo aguenta sustentar mais um.
No entanto todos devem questionar o abuso, se ele recebe a reforma de 11 mil por mês, mais um salário de 25 mil euros por mês, de origem inexplicável, porque precisa ele do subsidio de reintegração, se este serve para não deixar sem rendimentos os representantes de cargos públicos, cessantes? Ao que parece rendimentos não lhe faltam... que leis são estas?
Um desempregado normal, recebe um misero subsidio sem qualquer outro rendimento, e com os empregos precários actuais, já nem isso recebem... mas estes senhores que fazem as leis, usam e abusam delas, para parasitar o contribuinte.

Estado paga 600 milhões por serviço de segurança que não funciona. A amizade acima de todos?

O Estado está a pagar por uma rede de comunicações do Ministério da Administração Interna um total de 600 milhões de euros, cinco vezes mais do que poderia ter gasto se tivesse optado por outro modelo técnico e financeiro.
MAS O MAIS GRAVE É QUE O SISTEMA DE URGÊNCIAS, NÃO FUNCIONA EM CASOS DE EMERGÊNCIA? Como conta o video...
A empresa a quem se adjudicou o contrato, tinha tido como consultor e administrador o Ministro, que no ano seguinte adjudicou a obra, no governo de Sócrates. E os beneficiados deste negócio, é a malta do BPN, como se explica no segundo video.



Segurança sem cobertura de rede
Com o intuito de abandonar as redes convencionais (banda baixa, média e alta) utilizadas, foi implementado o Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP).
Em funcionamento desde Janeiro de 2010, este sistema foi concebido para responder adequadamente aos desafios colocados a forças como a Autoridade Nacional de Protecção Civil, GNR, PSP e Bombeiros Voluntários na sua actuação diária ou em cenários de emergência como catástrofes, acidentes, incêndios de grandes proporções ou acções conjuntas. Mas a verdade é que não tem funcionado correctamente, nem tão pouco tem impressionado as Forças de Segurança e Socorro Estatais que o adoptaram.

Filho de ex ministro maçon, PS, suspeito e preso por favorecer maçons. João Alberto Correia ex-director geral do MAI


Um caso sério de falta de vergonha... um rol de ilegalidades que envergonham não só quem as
cometeu mas também o povo que as permite, pois ao longo de décadas o eleitorado português, insiste em desperdiçar os votos ou em votar nos partidos com o maior cadastro da história de Portugal. Se os 60% de votos desperdiçados na abstenção nulos e brancos, fossem usados para lutar contra a corrupção, seriam uma força avassaladora que expulsaria os corruptos do poder. Se o povo soubesse usar o voto e a democracia. O voto serviria para punir e mostrar aos partidos que albergam criminosos, que somos contra eles, pois sabemos quem eles são e não os queremos mais no poder. Mas os portugueses deixaram o país chegar a este ponto, porque não utilizam o voto para modelar a politica e os políticos e para moderar o abuso. E depois claro o abuso, o saque e a corrupção crescem de ano para ano, de geração em geração, porque eles sabem que o povo não os pune

Um rol infindável de descaramento. Pai e filho, maçons do PS, abusavam do poder para fazer favores por dinheiro. Com o poder de decidir quais os edifícios do MAI, que precisavam de obras, e quem as faria, suspeita-se que terá assim, beneficiado empresários maçons, em 55 ajustes directos, inclusive mudou procedimentos para facilitar o desfalque. O artigo pode deixa-lo indisposto mas não se deixe intimidar, prossiga e não se deixe iludir pelas palavras mansas e eufemismos, como por exemplo, onde se lê contrapartidas, deve ler-se luvas. 

ACUSADO.... Uma forma de alimentar as clientelas parasitas do estado, a seita da maçonaria precisa viver sem esforço, está assim habituada?

Para vencer em Portugal basta roubar. Sigam o exemplo de Dias Loureiro, montem um BPN.

Passos Coelho já deixou claro quem é o seu guru, e quais são as ambições dele como politico. O próximo passo de Passos Coelho é montar um banco?
Para ele, o segredo para se vencer na vida é seguir as passadas e o exemplo de Dias Loureiro, e ao que parece, em Portugal resulta, o Ricardo Salgado seguiu-lhe o exemplo e aí está ele, milionário, livre da prisão, livre dos problemas e a gozar com a cara dos cidadãos, cujo dinheiro andou a emprestar a amigos criminosos sem garantias e indignos de confiança, tal como Dias Loureiro.
Neste video, ao ser questionado sobre a sua estranha ingenuidade, que o levou ao ponto de financiar um traficante de armas e negociar com ele, Dias Loureiro responde que nunca tinha percebido que El-Assir era uma pessoa envolvida no tráfico de armas e sem garantias ou indigno de confiança, antes pelo contrário, sentiu-se seguro porque El-Assir convivia com o rei de Espanha e com o presidente Bill Clinton. Foram estas as garantias de um expert na finança? Foi assim que ele avaliou uma pessoa que era traficante de armas e levou o BPN a perder muitos milhões ao comprar uma empresa falida.



"Sabemos, finalmente, o que Passos Coelho quer de Portugal.
Depois de anos em que nos incitou abstractamente a sairmos da zona de conforto, a sermos empreendedores, a não nos queixarmos da má sorte que a vida nos deu por ter calhado vivermos nas grandes depressões e recessões económicas, finalmente indicou um modelo a seguir: Dias Loureiro.
Em Aguiar da Beira, o primeiro-ministro descobriu, escondido entre o público da Queijaria Sabores do Dão, para assistir ao seu discurso, Dias Loureiro. Para quem não sabia de Loureiro desde que ele desapareceu para Cabo Verde enquanto era investigado por causa do BPN, ei-lo ressurgido.