02 setembro, 2015

O advogado-deputado degrada o sistema político, ao transformá-lo num mero escritório de representações empresariais.

Uma das maiores lutas que une os que lutam contra a corrupção, é conseguir impedir que os deputados tenham permissão para representar o estado e ao mesmo tempo ter interesses ou representar os privados. Esta é sobejamente conhecida como a promiscuidade que permite que a Assembleia da Republica seja um central de negócios privados a trabalhar contra o interesse público.
Quando Marinho Pinto se atreveu a denunciar a promiscuidade dos advogados que são também deputados e fazem leis para lesar o estado, eis a reacção de um desses advogados dos escritórios milionários que trabalham lado a lado, com os que roubam o estado.



Marinho Pinto propõem-se a combater ferozmente esta promiscuidade que há muito denuncia. E quando foi Bastonário da Ordem dos advogados conseguiu mudar a lei que permitia que os bastonários também exercessem outros cargos. Foi perseguido e difamado pelos seus colegas por se ter atrevido a acabar com os tachos e promiscuidade de alguns.
E tentou também mudar a lei dos deputados advogados, mas foi travado.

"Bastonário abre guerra: Advogados proibidos de serem deputadosMarinho Pinto despacha novo estatuto da Ordem sem ouvir ninguém. Advogados em fúria querem a suspensão.
Os advogados deixam de poder ser deputados. Passam a ser precisos dois terços do plenário do Conselho Geral e do Conselho Superior da Ordem dos Advogados para instaurar processos disciplinares ao bastonário. O Conselho Superior da Ordem perde poderes. O bastonário é o único advogado que se pode pronunciar sobre processos judiciais em curso. Estas são algumas das mudanças da proposta de novo Estatuto da Ordem dos Advogados que Marinho Pinto enviou para o ministério da Justiça, sem ouvir os seus pares, e que agora foi remetido pelo governo ao Conselho Superior do Ministério Público. Tornar incompatíveis o cargo de deputado e a profissão de advogado é uma velha ideia de Marinho Pinto." ARTIGO COMPLETO: 

Neste outro video, Paulo Morais fez também um discurso no Parlamento onde expôs os nomes de alguns dos deputados que exercem em descarada promiscuidade... mas por incrível que pareça, ninguém apareceu no parlamento para se defender... Devemos considerar esta atitude como um assumir de culpa? Devemos perguntar porque razão nenhum deputado, dos principais partidos mostrou interesse em comparecer num debate sobre a corrupção?



Deputados & Cia. Lda.
Como até aqui, os grandes grupos económicos irão continuar a estar representados na Assembleia da República.
A divulgação das listas de candidatos a deputados é a prova de que os maiores partidos não estão interessados em regenerar o Parlamento. Como até aqui, os grandes grupos económicos irão continuar a estar representados na Assembleia da República (AR).
E, mais uma vez, serão as sociedades de advogados as maiores promotoras da promiscuidade entre negócios e política. Os advogados nunca deveriam poder ser deputados. 
Pela natureza da profissão, no advogado convergem todos os interesses privados dos seus clientes. Em certas circunstâncias, são conflituantes com o interesse público que, enquanto deputados, devem defender. Quando tiverem de escolher entre a lealdade ao povo que os elegeu ou a fidelidade aos interesses económicos que representam, restam poucas dúvidas sobre quem recairá a opção.
As poderosas sociedades jurídicas já garantiram a sua futura representação parlamentar. A "Morais Leitão", que promoveu na política os atuais governantes Assunção Cristas e Mesquita Nunes, lança agora para a AR o advogado Francisco Mendes da Silva. Assim, clientes como Mota-Engil, EDP e outros continuarão a ser protegidos no Parlamento. Podem beneficiar de informação privilegiada e continuar a influenciar a produção de leis que regulamentam os setores onde atuam.
O mesmo acontecerá com os clientes do escritório de Rui Pena, de onde sai o social-democrata Matos Correia e representante dos negócios de José Luís Arnaut, também sócio do mesmo escritório. Arnaut, que partilha interesses nos CTT com o socialista António Vitorino, este também sócio do eurodeputado Paulo Rangel, na firma de advogados "Cuatrecasas".

Da lista de advogados famosos que entrarão na AR em outubro consta ainda Clara Marques Mendes, do escritório da família Marques Mendes. Ou o socialista Vitalino Canas que defende os interesses da Rede Aga Khan e do Banco Português de Gestão. O advogado-deputado degrada o sistema político de representação parlamentar, ao transformá-lo num mero escritório de representações empresariais. Paulo Morais

E recentemente o Governo numa atitude de pura hipocrisia, reconhecendo a promiscuidade dos advogados que simultaneamente exercem cargos público, criou uma lei que impede os autarcas de exercerem advocacia. Mas deixou de fora os deputados/advogados que são os mais poderosos promiscuos da politica nacional.

Qual é a importância de um partido como o PDR neste momento ?
Resposta: É inverter o ciclo de degenerescência da vida política portuguesa e trazer-lhe uma componente nova de seriedade, honestidade e verdade que são valores que têm faltado completamente na política deste país.
Os partidos tradicionais fazem política em regime de monopólio, os cidadãos não podem ter intervenção política se não for através de um partido. Isso faz com que os agentes tenham criado imensas clientelas à sua volta e façam mais uma gestão dos seus próprios interesses, da sua carreira política, do que dos interesses das pessoas que dizem representar.
Um candidato, depois de eleito deputado, não tem nenhum compromisso com quem o elegeu deputado mas sim com quem o escolheu para candidato, senão, nas próximas eleições não volta a ser escolhido para candidato porque os partidos não deixam.
Assim, ficam domesticados sob as ordens do partido, ao serviço da estratégia e do interesse partidário e se pretendem defender o interesse de quem os elegeu são afastados.
Temos inúmeros exemplos, na vida política portuguesa, de pessoas que foram afastadas da política por não obedecerem às direcções dos partidos porque tentarem respeitar os compromissos que tinham assumido com o povo português.
O nosso contributo é acabar com isso. Introduzir uma componente de democracia participativa que coexista com a democracia representativa.

A democracia representativa não esgota todas as virtualidades, todos os benefícios, todas as vantagens da democracia. É preciso abrir portas para a democracia participativa. Por isso é que dizemos que no caso de sermos eleitos, metade da Assembleia da Republica será eleita através do método proporcional, o método representativo, com listas apresentadas pelos partidos num círculo único nacional, como acontece para o Parlamento Europeu, mas a outra metade dos deputados serão eleitos em círculos uninominais, pelo sistema maioritário.
Isso vai fazer com que essa metade seja eleita pelos cidadãos e, nessas eleições, nos círculos uninominais, pode concorrer quem quiser, os cidadãos que quiserem, sejam militantes de partidos ou não, poderão apresentar-se às eleições. Estes eleitos, seguramente que não dependem das direcções dos partidos e sim de quem os elegeu.

Assim, teríamos uma Assembleia da Republica com os partidos representados mas também composta por pessoas que representariam genuinamente quem os elegeu. Isto fortalece a democracia, dá mais legitimidade às próprias deliberações da Assembleia da Republica, às leis dela emanadas e é um enriquecimento enorme para a própria democracia.
 Os partidos não querem porque lhes tira privilégios e o domínio sobre os eleitos. Quem manda nos eleitos são os partidos, e eles obedecem. É vê-los, como autómatos, a levantar-se e a sentar-se na Assembleia da República.
Isto é uma degenerescência da democracia. A isto, só formalmente se pode chamar democracia porque, na realidade, em muitos casos, não o é.

Há que mudar Portugal.
O Estado tem que assumir as suas responsabilidades. O Estado português, os governos sucessivos de Portugal não podem abdicar das suas responsabilidades perante o país.
E há que acabar com esta promiscuidade escandalosa entre política e negócio, sobretudo no sector financeiro. Trinta e quatro ministros dos governos dos últimos vinte ou vinte e cinco anos eram funcionários do BES.
Pessoas cuja única profissão tinha sido a política, de repente transformam-se em especialistas de finanças, recebendo ordenados de quinze ou vinte mil euros como consultores. Isto é absolutamente vergonhoso e só pode acontecer num Estado onde sucessivos governos se destituíram de assumir as suas responsabilidades.

É importante referir que o povo português também deve ser responsabilizado por este estado
de coisas porque não soube escolher os políticos que colocou à frente do destino do seu país. Penso que todos devemos fazer um exercício de autocrítica porque quem tem ocupado o poder em Portugal nos últimos quarenta anos, não o ocupou de forma violenta nem ilícita, não o ocupou de forma ilegítima. Os governantes foram lá colocados pelo voto dos portugueses e não podemos fugir a esta responsabilidade porque, pelo menos por omissão, nós participámos na designação dessas pessoas.
Os responsáveis não são apenas aqueles que votaram neles mas também aqueles que têm vindo a demitir-se de exercer o seu direito de voto.
Em democracia, os problemas colectivos resolvem-se com métodos democráticos, logo os graves problemas do país devem ser resolvidos com o aprofundamento da democracia e não com alusões às restrições democráticas ou com a substituição da democracia. E é isso que o PDR vai fazer, se obtiver a confiança dos portugueses, vai promover, vai dinamizar reformas no funcionamento do nosso sistema político-partidário para o fortalecimento da democracia. (...) Marinho Pinto

AS LEIS FISCAIS FEITAS À MEDIDA DOS RICOS... ESTE É UM DOS MALES DO PODER EXCESSIVO DOS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS



OUTRO DOS GRANDES MALES DA PROMISCUIDADE É O DESVENDADO POR MANUEL MONTEIRO, OS GRANDES EMPRESÁRIOS PORTUGUESES NÃO SÃO COMPETENTES, SÃO APENAS PARASITAS DO ESTADO



MARINHO PINTO PROMETE LUTAR CONTRA OS CORRUPTOS QUE ROUBAM O ESTADO PARA ENRIQUECER CLIENTELAS



PAULO MORAIS GARANTE QUE OS DEPUTADOS REPRESENTAM NÃO O POVO MAS QUEM LHE PAGA MELHOR. E CERTAMENTE NÃO SÃO OS 4 MIL EUROS DE SALÁRIO DE DEPUTADO QUE OS FARÃO NEGAR OS MILHARES DE EUROS QUE OS PRIVADOS LHES PROMETEM

4 comentários :

  1. Há políticos que pensam que mandam e podem tudo ,já não basta os fogos florestais

    http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=DefenderBomSucesso

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  2. Marinho é um grande homem e um ser humano de coragem, que nunca se deixou derrubar por muito que os corruptos o difamem e os ignorantes acreditem nos corruptos.
    Dizem os invejosos, que ele está a gozar o tacho do MPT no PE , mas quem está a gozar o tacho é o MPT pois bem sabemos, que sem o Marinho nem tinham eleito um deputado quanto mais 2. Por isso quem devia sair do PE era o MPT pois eles nunca tiveram votos para lá estar.. e não o Marinho pois ele foi quem conquistou lugares no PE para o MPT.
    Mas para aqueles invejosos que odeiam mais o Marinho por ter um só emprego e sem cunhas, por não ter cadastro nem casos de corrupção, mas é mais odiado e perseguido do que os ladrões de Portugal, para esses invejosos traidores do país, Marinho deixa uma dica, se o querem tirar do tacho do PE, basta votar nele nas legislativas, que ele vem para Portugal a ganhar só 3 mil euros na AR. Força vinguem-se... lixem o Marinho, votem todos nele.. porque realmente só assim por ignorância, inveja e vingança, acredito que os portugueses votem em alguém que não seja corrupto. Porque se lhe disserem para votar numa pessoa honesta ninguém vota, temos que dizer para votarem numa pessoa honesta para a lixarem.... Só com esse espírito de maldade as pessoas poderão um dia eleger alguém que não seja corrupto.

    E não se esqueçam ele abandonou o MPT porque percebeu que o fundador do MPT colocou só familia nos cargos remunerados do MPT... em Bruxelas e etc., e Marinho sempre abominou a corrupção e tachos é nepotismo e nepotismo é corrupção.

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    1. Não acho o marinho pinto uma alternativa? Só por isso serei um ignorante?

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    2. Com toda a certeza!
      Tem pelo menos duas coisas que podemos confiar absolutamente:
      Na morte, e na ignorância.
      Ambas são inevitáveis e ambas desconhecemos, o dia e a profundidade.

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