07 setembro, 2015

Futebol, com subsídios do Estado, paga salários milionários. Suplementos extra aumentam rendimentos.

VEJA O ABUSO DOS SALÁRIOS QUE TODOS PAGAMOS E POR QUEM NOS SACRIFICAMOS
Num país onde os eleitores não votam, os políticos abusam.
O voto contra os partidos abusadores, serviria para punir as suas medidas que criticamos, censurar o seu poder excessivo, criticar o despesismo, travar os abusos, mostrar que o povo tem o poder de expulsar da politica, quem não defende os contribuintes e o interesse nacional-
Mas em Portugal o eleitorado opta por não usar o voto. 60% dos eleitores votam branco, nulo e abstenção, por mera ignorância, desconhecendo que qualquer uma destas 3 opções, serve apenas para inutilizar a oportunidade de dizermos o que queremos e o que não queremos, aos partidos. Pois como se sabe e segundo a lei, apenas o voto expresso e válido entra nas contas que decidem tudo.

OS ABUSOS PROSSEGUEM PORQUE O POVO É MANSO.
O Futebol, com subsídios do Estado, escapa à crise e ordenados sobem com o aumento do salário mínimo. Suplementos extra aumentam rendimentos.
Os dirigentes da Federação Portuguesa de Futebol são pagos a peso de ouro. O presidente, Fernando Gomes, recebe 28 salários mínimos, mais subsídio de alojamento, o que perfaz cerca de 16 200 euros por mês. A este valor ainda acresce o pagamento das despesas e os quilómetros para deslocações. A verba que leva para casa está imune aos cortes porque se trata de uma entidade privada, ainda que receba subsídios do Estado. Usam, no entanto, as regras das empresas públicas: a indexação dos ordenados ao salário mínimo e o pagamento de um acréscimo de 20% no caso de residirem a mais de 100 quilómetros de Lisboa".
Segundo o jornal, "os salários milionários estendem-se a outros dirigentes da Federação e estão a causar bastante mal-estar entre os associados. Os ordenados dos outros dirigentes são nivelados com base no salário de Fernando Gomes. No total, cada um dos três vice-presidentes - Humberto Coelho, Rui Manhoso e Carlos Coutada, aufere 9840 euros mensais, a que acresce uma série de extras como o pagamento de despesas de alimentação e quilómetros, uma vez que usam os carros pessoais ao serviço da Federação. O mesmo se passa com os três diretores João Vieira Pinto, Pauleta e Pedro Dias, que levam para casa mensalmente 8150 euros". DN

Cerca de 40 mil euros entregues por via de publicidade entre 2011 e 2013.
Começaram a ser julgados, 13 actuais e ex-autarcas da região de Aveiro. Em causa um processo dos subsídios alegadamente proibidos ao Sport Clube Beira-Mar.
Segundo o despacho, os intervenientes nos protocolos “esconderam sobre um manto de um contrato de prestação de serviços” apoios que totalizaram, entre 2011 e 2013, cerca de 40 mil euros.
A lei proíbe expressamente o financiamento público de desporto profissional.
O Ministério Público acusa os arguidos de abuso de poder, prevaricação e violação de normas de execução orçamental, sendo que este último pode resultar na sanção de perda de mandato.
Para a acusação, os protocolos deram origem a apoios "encapotados" ao desporto profissional.
Entre os 13 arguidos que vão ser julgados, figuram cinco actuais presidentes de câmara: Ribau Esteves (Aveiro), Joaquim Baptista (Murtosa), Mário João Oliveira (Oliveira do Bairro), Gil Nadais (Águeda) e Silvério Regalado (Vagos).
Os restantes são José Eduardo Matos (ex-presidente de Estarreja), João Agostino (ex-presidente de Albergaria), Pedro tavares (ex-vereador de Aveiro), Santos Sousa (ex-presidente da Murtosa), Manuel Oliveira (ex-presidente de Ovar) e Rui Cruz (ex-presidente de Vagos).

A MAIORIA DESCONHECE A FORMA COMO OS NOSSOS IMPOSTOS SÃO ESBANJADOS PARA AJUDAR OS CLUBES DO CORAÇÃO 

O centro de estágios do Olival
Em Vila Nova de Gaia, o centro de estágios tem cinco campos de futebol, bancada para duas mil pessoas, ginásio e centro de imprensa. A Câmara de Gaia pagou 1,5 milhões de euros pelos terrenos e em 2004 a Inspecção Geral de Finanças revelou numa fiscalização que a autarquia de Luís Filipe Menezes tinha pago a totalidade dos custos do centro de treinos: 16 milhões de euros. O FC Porto, que desde 2002 usa o espaço, conseguiu assegurar o direito de superfície dos terrenos por 50 anos e paga apenas uma renda mensal de 500 euros, revela o ‘Negócios'. CM

Estádio do Leixões e do Leça
O negócio ainda não se concretizou, mas só o facto de saber que é permitido pensar sequer "investir" dinheiro público de forma claramente ruinosa, já é preocupante e um sintoma dos políticos que temos. É urgente denunciar para se poder colocar um travão naqueles que compram toda a sucata falida com o dinheiro dos impostos dos portugueses, e vendem o "ouro" por uma bagatela...
Câmara de Matosinhos pretendia comprar 2 estádios de futebol por cerca de 6 milhões de euros.

As intenções foram travadas pelo TC mas o autarca que gere o dinheiro dos cidadãos, deixou bem claro as suas intenções quanto ao destino que pretendia dar a 6 milhões de euros dos contribuintes, com o único intuito de favorecer clubes de futebol.
"Narciso Miranda, vereador independente na Câmara Municipal de Matosinhos, apelidou de “imoral, chocante e uma afronta aos pobres” a intenção da autarquia de comprar os estádios de futebol do Leixões e Leça. O presidente da Câmara de Matosinhos Guilherme Pinto (PS) anunciou a intenção de municipalizar os dois estádios penhorados por dívidas fiscais. Só o estádio do Leixões, penhorado pelas Finanças por uma dívida total de 209.700 euros de IRC e de IRS, foi colocado à venda em hasta pública por 3,02 milhões de euros, enquanto o Leça deve mais de 5 milhões de euros às Finanças, à Segurança Social e a outros credores. O principal é o BPN, que detém a penhora do estádio.
“Há fome em Matosinhos e esta decisão é uma afronta a quem vive mal, aos desempregados, e um insulto aos novos pobres. É imoral e chocante. A compra dos estádios não obedece a nenhuma estratégia, não resulta de nenhuma política de desporto, apenas a uma decisão avulsa sustentada em interesses e promiscuidade nas relações entre politica, futebol, construção civil." fonte

"O estádio do Leça, cujo negócio tem contornos que precisam de ser muito bem esclarecidos, vejamos: o Leça tem uma dívida ao BPN garantida por uma hipoteca. Esta dívida é considerada pelo BPN como incobrável e por isso transferida para uma empresa, a Parvalorem, criada justamente para absorver os créditos tóxicos do BPN. O que faz a Câmara de Matosinhos? Propõe-se pagar, pelo estádio, à Parvalorem o que eles próprios consideram incobrável. Isto é, o Estado, entenda-se, Governo, considera a dívida incobrável e o Estado, entenda-se Câmara de Matosinhos, paga essa dívida ou pelo menos parte dela. Quem entende isto? Em nome de quê?"
A Câmara desculpa-se com a crise para
- reduzir despesa com os apoios aos Bombeiros.
- reduzir na segurança do concelho
- Não paga aos seus fornecedores, pondo em causa empresas e postos de trabalho
mas a crise dissipa-se quando o assunto é futebol, uma actividade muito interessante mas que está longe de poder ser considerada prioritária.
A câmara pretende ainda vender o Parque de Campismo de Angeiras, alegando que não está vocacionada para a gestão de Parques de Campismo, nem tem dinheiro para efectuar investimentos no Parque.
Não está vocacionada para gerir Parques de Campismo mas está vocacionada para gerir estádios de futebol? Não pode investir no parque mas já pode investir nos estádios? Fonte

OU AINDA ESTES CASOS
65 milhões para o Benfica. 33 milhões para o Porto. Golos mal explicados.


OU APRENDEMOS A USAR O VOTO CONTRA A CORRUPÇÃO, OU O PAÍS NÃO TEM SOLUÇÃO

VISUALIZADO
Deixamos destruir Portugal com Bipartidarismo e abstenção
 Pessoas cultas e confiantes votam e eles não querem isso.

Abstenção sustenta o arco da governação /corrupção.
 Corruptos são eleitos pelo povo. Não por golpe de estado!

Suiça o milagre da democracia direta, vamos votar por ela?
General desafia civis a cumprir o dever de votar, proteger o país da corrupção(Loureiro dos Santos)
Método de Hondt: onde entra a abstenção? Nulos e brancos?



6 comentários :

  1. A realização de jogos de futebol em dia de eleições "não é proibido", mas "misturar as duas coisas poderá ser pouco sensato" e "não é recomendável", disse à Lusa o porta-voz da Comissão Nacional de Eleições (CNE).
    Contudo, acrescentou, "tem havido a opinião consensual de que não é adequado" a realização de jogos de futebol no mesmo dia e, em 40 anos de democracia, esta será a primeira vez que tal acontece em dia de eleições para a Assembleia da República.

    "Diria que é pouco sensato misturar as duas coisas. Não é proibido, mas não é recomendável", frisou João Almeida, ressalvando que, por nunca se ter registado uma situação idêntica, a CNE nunca de pronunciou sobre a possibilidade de decorrerem jogos de futebol no mesmo dia de eleições legislativas.

    O porta-voz da CNE justificou ainda que normalmente se antecipam ou adiam as competições desportivas para "não desviar as pessoas dos locais onde votam" e "oferecer mais um pretexto para a abstenção".
    "Haverá algumas centenas de pessoas que porventura já estariam pouco motivadas para irem votar e agora vão preferir acompanhar a sua equipa."
    Já depois do anúncio da marcação dos jogos dos três ‘grandes', a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) esclareceu que esta foi acordada com os clubes, tendo em conta as competições europeias e os jogos da seleção. Todas as suas outras competições foram antecipadas para 3 de outubro, de forma a não coincidir com o dia das eleições.

    Os jogos em causa são a visita do bicampeão Benfica ao União da Madeira, às 16:00, e as receções do FC Porto ao Belenenses, às 18:15, e do Sporting ao Vitória de Guimarães, a partir das 20:30. O Sporting de Braga é o único ‘europeu' a jogar na segunda-feira, quando recebe o Arouca, às 20:00.

    Esta ronda do campeonato ocorre depois de encontros das competições europeias e antecede os derradeiros embates da seleção portuguesa com a Dinamarca, em Braga, na quinta-feira, 8 de novembro, e com a deslocação à Sérvia, três dias depois, na qualificação para o Euro2016.

    A LPFP refere ainda ter advertido os clubes envolvidos para "tomarem as devidas diligências, com relação aos cidadãos recenseados que integram as suas equipas, bem como todos os agentes que participam nos referidos jogos, poderem exercer o seu direito de voto, junto das respetivas Câmaras Municipais", de forma antecipada.

    O organismo que rege as competições profissionais de futebol em Portugal diz também ter comunicado à CNE a "factualidade e a solicitar disponibilidade para apoiar as sociedades desportivas supra referidas, caso estas tenham alguma dificuldade junto de alguma das Câmaras Municipais na qual venha a ser requerido o exercício antecipado do direito de voto". http://www.tvi24.iol.pt/politica/comissao-nacional-de-eleicoes/misturar-eleicoes-e-futebol-e-mais-um-pretexto-para-a-abstencao?utm_campaign=ed-tvi24&utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_content=-post

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    1. a democracia funciona nos países menos corruptos do mundo, porque o povo vota... e quem elege os politicos corruptos são os abstencionistas que são a maioria TEMOS OS POLITICOS QUE MERECEMOS SOMOS NÓS QUE OS MOLDAMOS
      UM POVO QUE NÃO VOTA NEM SABE USAR O VOTO JAMAIS SERÁ REPRESENTADO, TEMIDO OU SEQUER RESPEITADO E JAMAIS SABOREARÁ AS VANTAGENS DA DEMOCRACIA...
      Em Portugal vence sempre a abstenção e a ignorância e os corruptos.
      O povo não sabe que o voto não serve apenas para votar a favor dos que mais se apoiam, serve também para votar contra os que mais roubam e mentem.
      O critério decisivo da democracia é a possibilidade de votar contra os partidos que há 40 anos destroem o país
      Karl Popper, sobre democracia, responsabilidade e liberdade.
      (…)
      Inicialmente, em Atenas, a democracia foi uma tentativa de não deixar chegar ao poder déspotas, ditadores, tiranos. Esse aspecto é essencial. Não se tratava, pois, de poder popular, mas de controlo popular. O critério decisivo da democracia é – e já era assim em Atenas – a possibilidade de votar contra pessoas, e não a possibilidade de votar a favor de pessoas.
      Foi o que se fez em Atenas com o ostracismo. (…)
      Desde o início que o problema da democracia foi o de encontrar uma via que não permitisse a
      ninguém tornar-se demasiado poderoso. E esse continua a ser o problema da democracia. (…)

      ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2015/09/o-criterio-decisivo-da-democracia-e.html#ixzz3qcV7Aoi8

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  2. O curioso de tudo isto,é indivíduos como João Pinto ter arranjado tão rápido o taxo na federação ,já nem comento ou me interrogo por Humberto Coelho ,isto para mim é mais do mesmo na política e no futebol ,,compadrios

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  3. Muito bem, lembrar o que os autarcas fazem nas costas , (muitos são eles próprios que voltam as costas, sendo cumplices e não vitimas), dos eleitores, negando apoio aos grupos amadores , mas entrando a nivel local, como do governo central com milhões, em subsidios diversos, para os cofre de clubes, empresas privadas que deviam estar fora dos nossos impostos.No caso da FPF julgo que o dinheiro recebido da FIFA e Uefa, tem chegado para o regabofe, que percebemos que são os salários de seleccionador e dirigentes.

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  4. https://www.facebook.com/QuemNaoOffshoraNaoMama/photos/a.397152120375926.93517.396276083796863/900800926677707/?type=1&theater

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  5. Os grandes culpados não são os autarcas, é o povo inculto que gosta muito de circo de futebol. Não se lembram que um 1º ministro foi interrompido quando estava a falar numa televisão por causa do futebol, vergonhoso! Como sabem as televisões vivem de audiências e mostram aquilo que o povo gosta. Temos uma má comunicação social neste país porque também temos um povo assim. Depois fala-se muito de dinheiro neste país e este é um dos problemas.

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