Temos asco à ideia escrever sobre invertebrados. Mais ainda, sobre invertebrados incompetentes.
Mas, arrepiante de todo, é falar sobre invertebrados incompetentes mas arrogantes. Vejamos:
Um indigente da política - que dela viveu, vive e que, sem ela, nem para carteirista serviria - habituado a lamber os pés ao Ilídio Pinho e ao Ângelo Correia e, com isso a ter sucesso, aplicou a mesma estratégia a Ângela Merkle…
Esqueceu-se que a gorducha alemã, não tem a cultura da mafia portuguesa, e que lambedelas de incompetentes, na Alemanha, não servem para promoção.
Apreciará antes honestidade, transparência e capacidade intelectual, coisas a que o "testa-de-ferro" ao serviço do Relvas é, intensamente, alérgico.
Daí, que a atitude rastejante de subserviente mendicidade, tão natural neste amigo do Relvas, seja agora exposta ao ridículo internacional com as conquistas gregas e espanholas, de prazos e juros mais convenientes para pagamento das dívidas e correcção dos deficits destes países.
Para os portugueses sobram os maiores sacrifícios exigidos a países com dívidas excessivas, por inépcia e falta de verticalidade do responsável máximo pela sua política.
Votamos, sistematicamente, em indigentes da política.
Até quando?
Quando é que alguém terá a coragem de colocar estes vermes no lixo?
Temos asco à ideia escrever sobre invertebrados.
ResponderEliminarMais ainda, sobre invertebrados incompetentes.
Mas, arrepiante de todo, é falar sobre invertebrados incompetentes mas arrogantes.
Vejamos:
Um indigente da política - que dela viveu, vive e que, sem ela, nem para carteirista serviria - habituado a lamber os pés ao Ilídio Pinho e ao Ângelo Correia e, com isso a ter sucesso, aplicou a mesma estratégia a Ângela Merkle…
Esqueceu-se que a gorducha alemã, não tem a cultura da mafia portuguesa, e que lambedelas de incompetentes, na Alemanha, não servem para promoção.
Apreciará antes honestidade, transparência e capacidade intelectual, coisas a que o "testa-de-ferro" ao serviço do Relvas é, intensamente, alérgico.
Daí, que a atitude rastejante de subserviente mendicidade, tão natural neste amigo do Relvas, seja agora exposta ao ridículo internacional com as conquistas gregas e espanholas, de prazos e juros mais convenientes para pagamento das dívidas e correcção dos deficits destes países.
Para os portugueses sobram os maiores sacrifícios exigidos a países com dívidas excessivas, por inépcia e falta de verticalidade do responsável máximo pela sua política.
Votamos, sistematicamente, em indigentes da política.
Até quando?
Quando é que alguém terá a coragem de colocar estes vermes no lixo?